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31 jul

Aroma do café ativa áreas de prazer no cérebro

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A ativação das áreas de prazer acontece no tronco cerebral, atráves do aroma de café. 

O café virou mania no mundo inteiro. Mais ainda, entre os brasileiros. Acredite: os brasileiros tomam 430 milhões de cafezinhos por dia. E é esse consumo que está despertando a atenção de pesquisadores. Um centro de neurociências do Rio de Janeiro quer analisar a ação do café no cérebro, começando pelo aroma. É que, nesse aspecto, segundo os pesquisadores, não existe substância mais rica na natureza.

"Se a gente comparar o café, por exemplo, com o vinho ou com os perfumes, ele é mais rico no perfil de aromas do que qualquer uma dessas substâncias. O café tem mais de 200 componentes que são liberados no ar e que podem ser percebidos pelo olfato", diz o neurocientista Jorge Moll, da Rede Labs D'Or.

A corretora de imóveis Karen e o físico Miatã são pessoas que apreciam um bom café. Os dois fazem parte do grupo de voluntários da pesquisa. O cérebro de cada um está sendo mapeado em exames de ressonância magnética de alta qualidade. Os pesquisadores adaptaram um equipamento de anestesia para levar o aroma até os voluntários, que devem permanecer imóveis dentro do aparelho. A diferença é que, em vez de anestésico, eles inalam café enquanto são examinados.

"Podemos detectar o efeito do café em vários circuitos cerebrais. A primeira região é a da percepção olfativa, chamada córtex olfativo, onde o cheiro é percebido. Qualquer tipo de cheiro ativa essa região", explica doutor Jorge Moll.

O efeito é bem claro: qualquer cheiro é capaz de ativar os pontos. O que chama mesmo a atenção dos pesquisadores é a potência com que o aroma do café atinge, também, outras regiões do cérebro.

"A ativação das áreas do prazer acontece no tronco cerebral. São áreas que respondem fortemente a estímulos prazerosos. De certa forma, foi surpreendente ver que mesmo um aroma sutil, entregue através de vários tubos dentro de um aparelho de ressonância magnética, ativa de forma tão robusta essas regiões do prazer", revela doutor Jorge Moll. "As áreas chamadas áreas do prazer e da recompensa são ativadas por diversos estímulos prazerosos. Até a música prazerosa, por exemplo, ativa essas regiões. Sexo e diversos tipos de prazer são ativos nessas regiões, que são ricas em dopamina", completa.

Café, sexo, drogas e rock and roll? O estudo ainda vai longe. Se mexe tanto com o prazer humano, poderia o café ser fonte de um remédio natural e eficiente para promover a felicidade? A chamada medicina das emoções deve estar bem interessada nisso.

30 jul

RECEITA DE BOLO DE CAFÉ COM IOGURTE

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

BOLO DE CAFÉ PARA LANCHE

Ingredientes:
2 xícaras de café forte
2 ovos
2 xícaras de açúcar separadas
2 xícaras de farinha de trigo
2 colheres (sopa) de chocolate em pó
½ colher (chá) de bicarbonato
½ xícara de manteiga
2 colheres (chá) de fermento em pó
½ colher (chá) de baunilha
1 colher (chá) de canela em pó   

Modo de Fazer:
Misture o café, 1 das xícaras de açúcar e o chocolate numa panela. Deixe levantar fervura e cozinhe lentamente por 10 a 15 minutos. Deixe esfriar. Bata a manteiga, junte a outra xícara de açúcar, aos poucos, batendo até obter uma mistura leve e fofa. Junte os ovos um de cada vez, batendo bem. Peneire e misture os ingredientes restantes, acrescentando-os à mistura de manteiga alternadamente com a mistura de café, açúcar e chocolate. Junte a baunilha e mexa bem. Asse em assadeira pequena (34cn x 23cm) em forno moderado e  pré-aquecido, por 1 hora mais ou menos. Deixe esfriar. Corte em quadrados e salpique açúcar de confeiteiro, se desejar.

BOLO DE CAFÉ COM IOGURTE

Receita Light

Ingredientes:
1 colher (sopa) de café solúvel
½ xícara (chá) de leite desnatado
½ xícara (café) de água fervente
1 e ½ xícara (chá) de farinha de trigo
2 gemas
2 colheres (sopa) de cacau em pó
½ xícara (chá) de margarina light
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio
½ xícara (chá) adoçante em pó próprio
1 colher (sobremesa) de fermento em pó
para culinária
2 claras em neve
1 pote de iogurte natural desnatado

Modo de Fazer:
Dissolva o café solúvel na água fervente e deixe esfriar. Coloque na batedeira as gemas, a margarina e o adoçante e bata por dois minutos. Junte o iogurte e o leite. Acrescente a farinha misturada com o cacau e continue batendo. Desligue a batedeira e misture o café frio e o restante dos ingredientes, mexendo devagar até obter uma massa cremosa e fofa. Unte uma forma redonda de 20 cm com margarina light e farinha de rosca, coloque a massa e asse em forno médio, pré-aquecido, por 25 minutos.

Para a Cobertura:
1 barra de chocolate dietético (40g)
½ xícara (chá) de leite desnatado
1 colher (chá) de café solúvel

Em uma panela, misture todos os ingredientes e leve ao fogo, em banho-maria, até obter uma mistura rala.
Desenforme o bolo ainda quente e regue com a calda. Sirva frio
Rende 10 fatias. Cada fatia possui 140 calorias.

30 jul

Um novo aliado do emagrecimento e contra o envelhecimento, grãos de café verde

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Depois do chá verde, chegou a hora do café verde: o antioxidante da vez. Suas propriedades foram descobertas recentemente e logo passou a ser comercializado com sucesso na França. Seu maior tributo é emagrecer.

 

Quem não quer? Entre as vantagens em relação ao café comum, o verde possui duas a três vezes mais polifenóis livres que ajudam na luta contra os radicais livres, responsáveis pelo envelhecimento das células, sendo melhor absorvido pelo corpo. Está servida?

Afinal, o que é o café verde? Simplesmente é o grão de café que ainda não foi torrado. Seu diferencial é ser rico em cafestol e kahweol, substâncias que atuam no fígado e ajudam a induzir a ação da enzima GST encarregada da desintoxicação do organismo.

Outra vantagem é sua grande concentração de cafeína que faz aumentar sensivelmente os gastos energéticos, contribuindo para a perda de peso. Sua cor é marrom, como a dos outros cafés e não verde, como se pode pensar. E é proposto mixado com café torrado ou outras substâncias. O resultado é um sabor levemente frutado e doce, um pouco amargo no início.

Na França, grandes marcas lançaram suas apostas:

Na mesa

A Nescafé lançou o Green blend, uma mistura de café verde (35%) e torrado (65%), ambos solúveis. Promete ser um poderoso antioxidante.

A Nestlé, por sua vez, introduziu no mercado a linha de hidronutrição chamada Nesfluid. A Body, bebida gelada à base de água de coco e lactoserum, possui chá verde, café verde e abacaxi como compostos ativos. Contribuir para o metabolismo de lipídios.

A marca de chá francesa Latisani`ere, na sua linha bem-estar, propõe fazer a drenagem e a eliminação de impurezas do organismo com o chá mix de café verde, chicória e cereja.

Na beleza

 

O café verde também já chegou aos produtos de beleza. A marca Yves Rocher tem uma gama exclusivamente com esse ativo, a Soin Minceur Café Vert de Yves Rocher, com até seis produtos entre cremes e complementos alimentares que promete fazer um verdadeiro lifting na silhueta: drenar, afinar e firmar o corpo, deixando a barriga reta, através da redução do estoque de gordura.

No Brasil, produtos com extrato de café verde já estão disponíveis no mercado. Marcas como Bioscense, Cosmiatric, Corpore, Tricofort investem em máscaras para cabelos, óleos trifásicos, cremes anticelulite. Mas a oferta ainda é tímida. Por hora, nos resta experimentar o que há, namorar o que ainda não chegou por aqui e rezar para que chegue logo.

27 jul

Barista vai além de um enfeite bem feito sobre a crema do café

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Cabe ao profissional, entre outras tarefas, criar receitas novas e descobrir qual a melhor bebida para cada tipo de consumidor

Barista. Você ainda vai se acostumar a essa palavra. Trata-se de uma profissão pouco conhecida atualmente, mas que está em franca expansão e, em pouco tempo, fará parte do cotidiano de muita gente, especialmente daqueles que gostam de um bom cafezinho. Barista é a expressão por trás de um café com qualidade, feito com arte e variedade. É a criatividade a serviço de uma das maiores paixões do brasileiro, que é tomar café .

O barista vai além de um enfeite bem feito sobre a crema do café. Ele é o responsável pelo sabor diferenciado e pela criação de um cardápio variado de bebidas quentes e geladas feitas à base de café, como capuccinos, coquetéis, expressos, machiatto e mocaccinos, entre outras.

O barista é a alma de uma cafeteria, como define o convite para a formatura da primeira turma de baristas formada em Bauru, em julho último. O curso foi oferecido pelo Senac e há previsão de uma nova turma no começo do ano que vem.

De acordo com o barista José Antônio Chaud, um bom indicativo de como o mercado está receptivo a esse tipo de profissional é analisar o número de cafeterias que abriram na cidade nos últimos anos. Ele toma como exemplo o Bauru Shopping Center, que até há pouco tempo tinha apenas uma cafeteria. Hoje são pelo menos cinco, além das lojas que criaram espaço próprio para servir a bebida aos clientes.

Para ele, a expansão das cafeterias vai deixar o consumidor mais exigente, e aí entra a importância do barista, pois é ele quem tem a função de dar um toque especial ao café, de agregar valor à bebida e de deixar aquele gostinho no cliente de "quero mais".

Consumo

Outra boa notícia para os profissionais da área é que o consumo interno de café não para de crescer. De acordo com estatística da Associação Brasileira da Indústria do café (Abic), nos últimos 20 anos o consumo aumentou 225%. Saltou de 8 milhões de sacas de café em 1990 para 18 milhões no ano passado.

Nesse tempo, o único ano que apresentou redução no consumo foi em 2003. Nos demais anos, o crescimento foi constante. Transformando as sacas em café, o Brasil chega à marca de quase 78 litros da bebida para cada habitante por ano.

De acordo com a Abic, este resultado aproxima o consumo per capita brasileiro ao da Alemanha e já supera os índices da Itália e da França, que são grandes consumidores de café. Por conta das pessoas estarem passando mais tempo fora de casa, a procura por cafeterias aumentou. Some-se a isso o crescimento da oferta de um café mais requintado em restaurantes, hotéis e outros espaços.

Nessa conta não entram os locais que oferecem café em garrafa térmica. Para os especialistas, o bom café é aquele servido na hora ou, no máximo, até 30 minutos depois de pronto. Depois disso, ele oxida e perde as características originais.

A Abic estima que o segmento de cafés diferenciados, dos tipos Superiores e Gourmet, embora represente a menor parte do consumo, continue apresentando taxas de crescimento de 15% ao ano.

Segundo Chaud, que ministrou o curso no Senac, devido a essa maior procura e nível de exigência do consumidor, o mercado está favorável aos baristas. De acordo com ele, a área está carente de mão de obra especializada.

Na opinião do barista, Bauru, por ter sido o berço de uma das maiores franquias nacionais de café, a Fran’s café, poderia estar em um patamar mais elevado nesse terreno. No entanto, embora de maneira tardia, a cidade, segundo Chaud, está partindo para um nível qualitativo maior. "Para isso, precisamos de profissionais qualificados, que entendam da arte de fazer um bom café", diz.

Segundo Guber Moysés, um dos organizadores do curso de barista, a ideia surgiu da constatação de que o ramo de cafeterias na cidade vem crescendo bastante nos últimos anos. Para ele, a grande procura pelo curso só confirmou as suspeitas de que existe uma demanda pouco explorada.

1% da produção é de alta qualidade

Embora o Brasil seja o maior produtor mundial de café, o País ainda está um passo atrás na produção de alta qualidade. Somente 1% do total produzido se enquadra nessa classificação. No entanto, a tendência é de crescimento. Segundo o barista José Antônio Chaud, a expansão das cafeterias é um indicativo de que está crescendo o público consumidor de café mais exigente, que procura um produto de melhor qualidade.

Curiosamente, um dos tipos de grãos considerados top de linha no mercado mundial surgiu em Botucatu, na Fazenda Lageado, que pertence à Universidade Estadual Paulista (Unesp). Trata-se do bourbon amarelo. Seu sabor adocicado e o aroma agradável fazem toda a diferença. Embora tenha surgido naquela região, essa variedade se adaptou melhor nas fazendas do sul de Minas Gerais.

Segundo Chaud, cabe aos baristas identificar os melhores grãos para preparar um café especial, que seja capaz de conquistar o consumidor. É ele quem tem a missão de descobrir qual o melhor tipo de café dependendo do gosto do cliente. Para isso, tem de conhecer o tipo de moagem que foi usado no processamento, a torra obtida, pois tudo isso interfere no sabor.

De acordo com Chaud, o bourbon tem sido um dos mais procurados pelo equilíbrio que ele tem entre acidez, doçura, amargor, corpo e aroma.

Segundo ele, é um tipo de café que é possível tomar sem adição de açúcar. Na opinião dele, o brasileiro ainda não aprendeu a valorizar o bom café. Isso explicaria a baixa produção do café de alta qualidade.

Segundo ele, o café de qualidade dificilmente provoca gastrite porque não contém impurezas e precisa de pouca ou nenhuma adição de açúcar. Chaud lembra que o excesso de açúcar também pode levar a um desconforto alimentar.

Xícara

Além da qualidade do grão, a xícara é outro elemento importante na busca pelo bom café. Ela tem de estar aquecida para não "roubar" o calor da bebida. Se ela for térmica, não precisa aquecer.

A temperatura da água também interfere. Água muito quente, além de queimar a língua, impede a degustação do café, o calor excessivo não deixa a pessoa sentir o gosto da bebida. Por isso, a recomendação é não deixar a água ferver no preparo do café. A fervura elimina o oxigênio da água e isso reflete no sabor.

Outro requisito: a água tem de ser filtrada. Quanto menor a presença de substâncias químicas na água, como cloro, melhor.

Mais uma particularidade, especialmente do café expresso, que os baristas preferem chamar de "espresso" (termo italiano), é não se esquecer da crema, ou seja, da espuma que fica na superfície do café. Ela ajuda a manter as características da bebida.

Se o café não é expresso, mas feito com o uso de coador, a dica do barista José Antônio Chaud é despejar a água sobre o pó da borda para o centro, em sentido espiral. Assim é possível extrair o máximo do pó.

E a principal dica é: fez o café, sirva. Evite armazenar em garrafa térmica. Mas se fizer isso, não guarde a bebida por mais do que meia hora. Chaud lembra que o café é uma fruta que contém açúcar natural, por isso, ela fermenta em pouco tempo e isso altera o sabor e as características da bebida e pode provocar "queimação".

Bebida estimula relacionamentos

"Vamos tomar um café?". Quem nunca recebeu um convite assim? Há muito tempo, os cafés transformaram-se em locais onde pessoas se reúnem para discutir assuntos importantes ou simplesmente jogar conversa fora. É um momento também de aliviar a tensão. O ritual do cafezinho é uma tradição que sobreviveu a todas as transformações da sociedade.

Nos supermercados, é um dos espaços mais frequentados. E, nos últimos anos, houve uma onda provocada pelas modernas máquinas de café expresso, que revolucionaram o hábito do cafezinho, permitindo um crescimento vertiginoso das cadeias de lojas de café.

O barista José Antônio Chaud lembra que o café é, para muitas pessoas, o desjejum, ou seja, sua primeira alimentação. Além disso, é o que leva as pessoas a terem os primeiros contatos no dia, seja em casa ou no trabalho.

Chaud comenta que um de seus sonhos é levar o projeto café para as escolas. Na opinião dele, a bebida pode ajudar a despertar as crianças e a aumentar o nível de concentração nas aulas.

‘O café faz parte da minha infância’, afirma psicóloga

Quando a psicóloga Ana Karina Barbosa ouviu do médico que ela teria de abandonar o café para resolver o problema de gastrite, as palavras não soaram agradáveis ao seus ouvidos. Se sua cura dependesse realmente disso, ela não sabe dizer se o tratamento teria sucesso. Isso porque riscar o café de seu dia a dia seria uma das recomendações mais difíceis de cumprir.

Apesar da ordem médica, Ana Karina não pensou em nenhum momento em largar o café. Afinal de contas, ela tem uma relação afetiva com a bebida. "Ela faz parte da minha infância. Eu adorava tomar café na casa da minha avó. O cheiro era maravilhoso", relata. Por conta dessa memória afetiva e olfativa que o café desperta nela, a psicóloga ficou pensando numa saída menos traumática.

Conversando com outros apaixonados por café, ela recebeu o conselho de mudar o hábito. Ao invés de café em pó, começar a comprar café em grãos, que é mais fácil observar se tem alguma impureza. Com isso, terá a garantia de que estará tomando um café puro, sem pedaços de pau, terra ou outras substâncias que, porventura, são misturadas ao pó.

Ana Karina não acreditou que isso pudesse fazer muita diferença, mas decidiu tentar. Comprou um moedor e passou a comprar café em grãos. Segundo ela, desde então, a gastrite simplesmente desapareceu. A psicóloga não toma mais café em garrafa térmica. Só em cafeterias ou em casa. Matéria do Jornal da Cidade – Bauru

Fonte: Revista Cafeicultura

26 jul

Café verde a nova aposta da indústria da beleza

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Porque o café verde é a nova aposta da indústria da beleza

Apesar de genuinamente brasileiro, o café verde e seus consequentes benefícios para a beleza são sucesso de público na Europa. Tanto é que ele desbancou o tradicional chá verde do posto de antioxidante da vez. Motivos para tanto êxito não faltam. Para começar seu principal tributo é emagrecer.

O café verde é muito eficiente na perda de peso devido a sua grande concentração de cafeína, que faz com que se elevem os gastos energéticos. Mas vale sempre lembrar os resultados são mais satisfatórios quando associado a uma alimentação balanceada e a prática de exercícios físicos.

Entretanto, você deve estar se perguntando o que, afinal, é o café verde. Na verdade, ele nada mais é que o grão de café comum que ainda não foi torrado.Por conta desta característica, ele é rico em cafestol e kahweol, substâncias que atuam no fígado e ajudam a induzir a ação da enzima GST encarregada da desintoxicação do organismo.

Outra vantagem em relação ao convencional é que o café verde possui de duas a três vezes mais polifenóis livres, que auxiliam na luta contra os radicais livres. Para quem não sabe, os radicais são responsáveis pelo envelhecimento das células. Ou seja, consequentemente, o café verde também tem função rejuvenescedora.

Ao contrário do que se pode supor, a cor do café verde é marrom e ele geralmente é apresentado ao consumidor misturado ao café torrado. Ele também pode ser encontrado nas fórmulas de óleos para o corpo e creme para o rosto. Quer mais benefícios? Combinado com outros ativos e combinados com tratamentos como ultrassom, corrente russa e drenagem linfática, seu extrato ainda é um importante aliado na lutra contra celulite.

25 jul

Café da Região do Cerrado uma história de desafios

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Personagens que vivenciaram e promoveram o nascimento do Café do Cerrado relatam suas experiências

Mais do que um produto, uma história. Mais do que uma marca, uma somatória de vidas. Assim pode ser definido o Café do Cerrado. O sabor inigualável, a qualidade superior, a região demarcada, são elementos já intrínsecos ao seu nome, mas como esse café surgiu, as dificuldades enfrentadas, as pessoas que deram vida a este produto e os desafios vencidos são fatos que merecem destaque, pois fornecem ao Café do Cerrado um sabor a mais, uma emoção maior a cada xícara.

Uma história se faz com pessoas e as pessoas que geraram o Café do Cerrado têm muito a contar, com orgulho da história que escreveram, e ainda escrevem.

O nascimento do Café do Cerrado

Antes da vinda de paranaenses, paulistas e mineiros do Sul de Minas, houve fatos que impulsionaram o cultivo do café em Patrocínio, fatos esses que chamaram a atenção dos cafeicultores das outras regiões e os trouxeram até aqui, algo ultrapassa somente a motivação pela busca de uma região climática favorável, livre das geadas. No início da década de 70, o engenheiro Olímpio Garcia Brandão foi nomeado prefeito de Patrocínio e viu na cafeicultura uma das alternativas promissoras, pois na época havia um projeto oficial de revigoramento do parque cafeeiro com linhas de crédito facilitadas para áreas consideradas aptas à cafeicultura. Primeiro desafio: Patrocínio não era uma dessas áreas. Porém, o prefeito não se deu por vencido e buscou apoio em estudo de engenheiros agrônomos renomados que vieram a Patrocínio a seu convite, declarando, após pesquisas minuciosas, que o município estava apto a produzir café.

Com financiamentos vantajosos e valores de terra atrativos, o plantio de café na região atraiu produtores além dos limites de Patrocínio, como relembra o cafeicultor Maurício Carvalho Brandão. “Produtores locais se interessaram pela nova atividade e um grande número de produtores de outras regiões veio para Patrocínio em busca de novas oportunidades. Eles vieram porque havia terras baratas e financiamentos para o plantio do café. Esta gente trouxe culturas diferentes que se misturaram à nossa ‘mineiridade’ e assim nos tornamos um povo melhor. A cafeicultura implantada em nossa região é obra conjunta de um grande número de pessoas anônimas. O suor que foi vertido, bem simboliza o compromisso de fé necessário para aqueles que se renderam ao desafio de plantar café em região não tradicional, com características mais peculiares e que cada vez mais, exigia a aplicação de uma tecnologia própria e muito mais sofisticada, mas não disponível naquela época.”

Os desafios

A primeira grande dificuldade encontrada pelos pioneiros do Café do Cerrado foi o solo. Devido à tradição de plantio de café em solos com elevada fertilidade natural, criou-se o mito de que o café não podia, ou não precisava, ser adubado e os solos do cerrado, pobres, com elevada acidez e com baixíssimos níveis de materiais orgânicos e nutrientes naturais, não se mostrava favorável ao cultivo, foi então que a adubação se fez aspecto decisivo na continuidade do plantio de café na região. “Os solos mais argilosos do cerrado, aliado a uma utilização muito maior de máquinas para os tratos culturais, logo começaram a apresentar problemas sérios de compactação que exigiam condutas diferentes. Isto teve que ser feito e o cafeeiro respondeu magnificamente”, conta Maurício.

Enfrentadas e vencidas as primeiras dificuldades, o café da região se desenvolvia e começou a chamar a atenção pelo seu sabor diferenciado. Aguinaldo José de Lima, um dos idealizadores do Café do Cerrado, conta que foi preciso investir em estudos para descobrir porque a bebida era diferente das demais e foi então que o clima da região foi apontado como o responsável por tal feito. A região cafeeira cresceu, mais cafeicultores surgiram, porém, na metade da década de 80 os planos governamentais não favoreciam à cafeicultura e todos passaram a encontrar problemas no caminho, neste contexto uma outra grande dificuldade surgia. “Nesta época percebemos que ou nos movimentávamos e nos organizávamos ou não teríamos sucesso no nosso negócio”, comenta Aguinaldo. Foi então que no ano de 1986 a ACARPA – Associação dos Cafeicultores da Região de Patrocínio foi criada para unir e fortalecer a classe cafeicultora. “As dificuldades foram muitas, havia a falta de dinheiro, a desconfiança dos produtores neste tipo de organização, mas o que nos impulsionou a seguir adiante foi a reunião do grupo, a nossa união. O grupo tinha muitas idéias, na época difíceis de serem alcançadas, porém a nossa coragem de seguir em frente, apesar das dificuldades foi fundamental”, rememora o cafeicultor José Luiz Alvarez Garcia.

A organização aos poucos aconteceu, vieram as associações e as cooperativas e a marca Café do Cerrado nasceu. Para consolidá-la, e para promovê-la, várias atitudes ousadas e corajosas norteiam esta saga, como a criação do Seminário do Café do Cerrado, a busca pela demarcação da região junto aos órgãos governamentais, a inserção do café em outros países, a utilização da imprensa para ganhar projeção nacional, entre tantos outros fatos ousados, não menos importantes.

O sentimento

O pioneirismo e o idealismo são elementos indissociáveis da história do Café do Cerrado, produto que hoje é apreciado pelo mundo pela qualidade, pelo sabor e muito pela organização implantada. Ao olhar para trás o sentimento destes personagens é o mesmo. “De longe o amor pelo Café do Cerrado é grande e sinto orgulho em fazer parte desta história. Sinto-o como um filho que cresceu e está seguindo o seu caminho. É bom saber que as coisas estão funcionando e fico satisfeito em ver os caminhos que estão sendo tomados”, afirma Aguinaldo, que hoje mora em Brasília e é Coordenador Geral das Câmaras Setoriais do Ministério da Agricultura.

Já José Luiz diz olhar o Sistema Café do Cerrado hoje com muito mais razão do que emoção e que neste mundo globalizado, o Sistema veio para ajudar a profissionalização do setor, servindo de modelo de estrutura organizacional, no sentido de vanguarda e por isso sente muito orgulho em saber que faz parte deste processo. Maurício Brandão também orgulha-se da história que ajudou a escrever e deixa um recado importante. “Este é um lindo sonho que precisa continuar sendo sonhado pelas gerações futuras, com as mesmas motivações e criatividade que sempre caracterizaram as decisões mais importantes desta saga. Precisamos transmitir aos novos cafeicultores, não importa de onde eles virão, os valores que surgiram das dificuldades que enfrentamos no passado e principalmente naquele espírito inovador e empreendedor que transformou o Café do Cerrado em uma experiência única”.

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