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30 nov

Você sabia que: Curiosidades sobre o café que você talvez desconheça

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Veja algumas curiosidades do café que você talvez não conheça, ou conheça superficialmente. Essa bebida rica em cafeína – um estimulante natural carregado de energia – ao que tudo indica surgiu na Etiópia no ano 1.000 d.C. No início o café era usado apenas para alimentar rebanhos para que eles suportassem longas viagens, provando seu efeito estimulante desde os primórdios.

Você sabia que o café pode ter surgido na Etiópia?

Há uma lenda que ronda a história da origem da bebida mais famosa do mundo que diz o seguinte: há muito tempo um pastor da Abssínia (atual Etiópia) observou que seu rebanho ficava mais alegre e disposto quando ingeria certa planta de tom amarelo-avermelhado. Ele levou essa planta até um monge que decidiu testar uma infusão dos frutos e ao ingerir a mistura chegou à conclusão de que aquilo o ajudava a ficar acordado por um período maior durante suas meditações. Desde então o café passou a ser utilizado como alimento cru e estimulante. O café como conhecemos hoje levou tempo até que alcançasse os demais territórios do mundo.

Kiva Han: a primeira cafeteria do mundo

Se a lenda é verídica ou não, ninguém sabe dizer. O que se pode afirmar com precisão é que o grão começou a ser cultivado inicialmente em monastérios islâmicos no Yêmen, Península Arábica. Depois disso o café viajou até o Império Otomano, em Constantinopla, onde surgiu a primeira cafeteria do mundo, chamada de Kiva Han.

Café de verdade só a partir do século XVI

O café como consumimos hoje, torrado, surgiu apenas no século XVI. Mas apenas depois de ter chegado à Europa levada pelos holandeses é que o café se aproximou do jeitinho bem brasileiro, coado e adoçado. Depois da Europa, foi a vez da América do Norte e então o resto do mundo até chegar ao Brasil, país que viria a se tornar o maior produtor mundial de café e maior consumidor.

Benefícios do café

Segundo artigo da Embrapa Café, sediada em Brasília, Distrito Federal, um bom exemplo de estímulo positivo do café é que o consumo pode facilitar a vida na academia. Uma pesquisa da Universidade de Illinois (EUA) aponta que uma xícara de café antes da malhação, além de garantir energia extra, facilita os exercícios e diminui a dor causada por eles. A mesma pesquisa afirma que a cafeína age diretamente sobre partes do cérebro e medula espinhal envolvidas diretamente no processamento da dor, seja você um consumidor usual ou não. Mas sem excessos, é preciso ressaltar que o consumo equilibrado da bebida é benéfico, em exagero, pode ter efeito contrário.

De acordo com a pesquisadora do Instituto Agronômico do Paraná (Iapar), Maria Brígida dos Santos Scholz, “o café concentra diversos componentes que têm diferentes funcionalidades no organismo. Para isso insistimos em um processo de torra menos intensa, pois isso é determinante para que estes compostos contidos nos grãos permaneçam na bebida”, afirma a pesquisadora.

Bebida que dá ânimo e combate radicais livres

Ainda de acordo com a pesquisadora o café apresenta ação antioxidante, atuando no combate aos radicais livres e, como consequência diminui os riscos do desenvolvimento de doenças cardiovasculares. Já no cérebro ele atua sobre os receptores de adenosina, o que impede que a bebida aja como redutora da pressão sanguínea, da frequência cardíaca e da temperatura corporal, resumindo, combate os aspectos responsáveis pela sensação de sono. Uma xícara de café quentinha ajuda a dar adeus ao desânimo e à sonolência.

Energia para dar e vender

É ela a responsável pelo efeito de alegria e energia que o café tem: a cafeína, um dos elementos que compõem o café e quando consumida com moderação tem benefícios garantidos atestados, inclusive, pelo mundo científico. De acordo com a Embrapa Café, a cafeína pertence ao grupo de compostos químicos denominados metil-xantinas e é justamente ela que confere as propriedades características do líquido negro.

Xantinas são substâncias responsáveis por causar estímulo ao sistema nervoso, emitindo uma espécie de alerta de curta duração. Como a cafeína é rapidamente absorvida pelo nosso organismo ela atinge o sistema nervoso central com grande eficácia, causando a sensação de bem estar e disposição.

Para finalizar, é necessário ressaltar que a ingestão do café de maneira moderada não está associada a nenhum risco de saúde, por isso atenção, assim como em todos os outros aspectos da vida é preciso ter equilíbrio até ao tomar uma xícara de café. Consumir o cafezinho diário pode ser um hábito saudável e de grande auxílio para encarar grandes maratonas no cotidiano, garantindo uma dose extra de disposição às atividades de rotina.

Fonte: Rebecca Arruda / Rural Centro

27 nov

Café mais caro do mundo é ‘refinado’ em fezes de elefantes

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Café mais caro do mundo é 'refinado' em fezes de elefantes

Grãos são colhidos após serem digeridos e expelidos pelo mamífero. Quilo pode custar até R$ 2.200.

 

Em certos hotéis de luxo da Tailândia, há um tipo de café que, a princípio, chama a atenção pelo preço: cerca de R$ 2.200 por quilo. Ficou animado para experimentar a iguaria? Pois saiba que esses grãos passam primeiro por um processo curioso de preparo: ele é digerido e expelido por um elefante, antes de ser moído e colocado na xícara do cliente.

Elefante Tempo (Foto: Rede Globo)
Pesquisas indicam que enzimas presentes no sistema digestivo do animal deixam bebida menos amarga (Foto: Rede Globo)

O chamado “Café Mármore Negro” conquistou o posto de café mais caro do mundo, de acordo com uma reportagem do “Huffington Post”. A bebida é feita com os grãos “refinados naturalmente”, colhidos no cocô de elefantes tailandeses. De acordo com pesquisas, as enzimas do elefante conseguem quebrar a proteína do café, deixando-o menos amargo.

O jornal afirma que há apenas 50 kg de café disponíveis para compra, o que faz com que o preço do quilo alcance R$ 2.200 reais.

Há um produto parecido comercializado na Indonésia: o Kopi Luwak custa até R$ 1.000 por quilo, e é produzido a partir de grãos colhidos das fezes de um mamífero comum no país, chamado civeta.

26 nov

Café faz parte da alimentação saudável

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

A preocupação em manter um regime alimentar composto por diversos alimentos, sólidos e líquidos, nas quantidades adequadas a cada pessoa, deve ser constante. O café, enquanto segundo alimento líquido mais consumido em todo o mundo, a seguir à água, apresenta inúmeros benefícios. Várias investigações científicas têm vindo a corroborar a ideia de que o consumo regular de café contribui para uma vida mais longa e saudável, ou seja, pessoas que bebem café vivem, em média, mais tempo e com menos problemas de saúde. Um estudo recente revelou que os homens que tomam, pelo menos, três chávenas de café por dia apresentam uma taxa de mortalidade 10% inferior, comparativamente a quem não bebe, e 15%, no caso das mulheres.

“Cada vez mais é preciso apostar na promoção de comportamentos alimentares mais saudáveis mas para tal é preciso conhecer bem os alimentos. Em termos gerais, a cafeína é a substância farmacologicamente ativa mais utilizada e estudada universalmente, ainda assim continuam a existir uma série de ‘mitos’ em torno do café: engorda, faz mal ao coração, é estritamente proibido a grávidas ou que 1 a 2 cafés é o consumo médio aconselhado. Culturalmente estas e muitas outras crenças acompanham-nos há anos mas a evidência científica tem vindo a combatê-las, demonstrando que o café é uma ótima opção nível nutricional”, defende Joana Silvério Marques, Nutricionista.

O Programa “Café e Saúde” foi implementado em Portugal, em 2007, pela AICC (Associação Industrial e Comercial do Café), com o objetivo de mudar a atitude dos profissionais de saúde relativamente ao consumo de café. É um projeto de informação, dirigido a profissionais de saúde, que procura esclarecer e desvendar mitos sobre a ingestão do café, reunir evidência científica quanto aos benefícios inerentes ao seu consumo na prevenção de algumas patologias e estimular o conhecimento específico sobre esta temática. Criado pela OIC (Organização Internacional do Café) apoia, atualmente, programas em Espanha, Alemanha, Itália, Finlândia, França, Holanda, Rússia e Reino Unido.

http://www.dorestaurante.net/

23 nov

Café coado é ao gosto do freguês

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

E no princípio era apenas o pano

  • Por Daniel Telles Marques

A história é mãe do gosto. A popularização do café se deu pelo coador. Era assim que os europeus preparavam a bebida nas cafeterias das grandes cidades. Coador de pano na mão e pó na água quente na outra, explicou a historiadora Ana Luiza Martins, autora do livro A História do Café.

E quando a bebida chegou ao Brasil, lá em 1727, na rabeira da crise do açúcar, era coada que se bebia. E foi assim até a segunda metade do século 20, mesmo nas fazendas de café cheias de imigrantes italianos.

O apego ao pano era cronológico e financeiro. As máquinas de expresso só foram criadas no início do século 19 – e ganharam fôlego comercial só no começo do século 20. Quando os italianos chegaram aqui, eram caras (e raras). “Os italianos que vieram, seja para o campo ou para cidade, eram em geral pobres e não podiam comprar máquinas de expresso”, diz Ana Luiza.

A urbanização tardia do Brasil ajudou a perpetuar o hábito do cafezinho. As máquinas de expresso deram as caras no Brasil a partir dos anos 1950 em cafés luxuosos das cidades e dominaram o consumo nos centros urbanos do homem moderno regido pelo trabalho na indústria e pelo tempo marcado pelo relógio. Por muito tempo, coado e o expresso conviveram nas cafeterias, mas a partir dos anos 1980, a moda do expresso pegou e o coado perdeu espaço nos restaurantes. Mais recentemente, com a queda dos preços das máquinas, foi saindo das casas também.

Para a historiadora, a volta do coador tem pelo menos duas explicações. A primeira comportamental e nostálgica e a segunda, comercial, devido ao fortalecimento do mercado interno e demanda por bons grãos.

Aqui tem café no bule!

  • Por Daniel Telles Marques  | Paladar Estadão

Colaborou Heloisa Lupinacci

Café coado é ao gosto do freguês. Os coadores dão à bebida características próprias e estão voltando à moda entre os gourmets. Aos poucos, pelo mundo, esse café que toma uns minutos para ser passado, é menos encorpado e não tem espuma, começa a recuperar o espaço perdido para o expresso nos últimos anos.

O Paladar testou o mesmo café em aparelhos diferentes. Coamos em filtro de papel, náilon e flanela para desvendar a influência de cada um deles na bebida. Sem termômetros e balanças – de científico só as reações químicas da água em contato com o pó para liberar os aromas guardados no grão e os movimentos da mistura no coador para otimizar a extração.

É café feito no olho, medido a colheradas, com água mais ou menos na medida (uma colher de sopa de pó para 150 ml de água) e em maior quantidade que uma xícara, porque este é um método que permite compartilhar. “Uma xícara de expresso nunca é exatamente igual a outra”, diz Ensei Neto, consultor de café. Aquilo que cai no bule é.

Café bom, quem diz é a língua, e ele pode ficar melhor conforme a preferência de cada um. “Pela escolha do método, é possível intensificar a percepção do amargor ou privilegiar a acidez, deixando-a agradável com a sensação do adocicado”, diz Ensei. Os cinco métodos ao lado estão em escala de amargor. Do bule vermelho, mais amargo, ao verde, mais adocicado.

Em geral, os brasileiros gostam do trava-língua forte do cafezinho – feito com o pó na água, cheio de compostos clorogênicos (tipo o gosto de jilós) e de cafeína, bem adoçado.

A preferência nacional pelos sabores fortes costuma ser apontada entre os motivos para o crescimento do expresso. Mas isso está em mudança: desde que bons cafés deixaram de ser apenas produzidos para exportação, os brasileiros passaram a apreciar melhor o café e, paradoxalmente, os métodos que concentram sabores (como o expresso) não são os melhores para perceber as qualidades da bebida. É como se as partículas brigassem para chegar ao nariz e à língua. No café coado, não há tanto congestionamento e as partículas ficam mais ágeis para o seu prazer.

ANTES DE PÔR O PÓ NO COADOR

Escaldar. É preciso jogar água quente no filtro – seja ele de pano ou de papel – e no recipiente em que o café coado vai cair antes de colocar o pó no circuito.

Água. O ideal é usar água mineral, mas na prática, no dia a dia, pode-se usar água filtrada. Use uma água que você beberia. Ou seja, se não toma água da torneira, não faça café com ela.

Temperatura. Não deixe a água ferver. Mas se ela ferver, não precisa jogar fora. É só esperar esfriar um pouco.

Invista no café. Não adianta fazer tudo direitinho e usar café ruim. Compre um bom café já moído (em cafés, empórios e alguns supermercados) ou um moedor (a partir de R$ 50) e moa o grão em casa. Se usar café em pó convencional, reduza a quantidade indicada.

NO CLÁSSICO, DE FLANELA, O PÓ VAI NA ÁGUA

O mais amargo.

COMO FAZER |O cafezinho clássico segue o método pó na água: esquente a água em uma caneca, acrescente o pó, na proporção de 1 colher (sopa) para cada 150 ml de água e misture. Mantenha a água no fogo, espere o pó subir à superfície, desligue o fogo, deixe a mistura descer um pouco e então passe o café pelo coador de flanela.

O CAFÉ | Cafés mais clássicos, com notas de caramelo e chocolate.

MOAGEM DOS GRÃOS | Grossa, como grãos de açúcar orgânico, para reduzir a liberação de substâncias que dão o amargor.

O QUE MUDA | Jogar o pó na água quente intensifica a liberação de compostos que dão o amargo à bebida. Como as tramas da flanela são mais abertas, os óleos essenciais do café passam pelo tecido intensificando o amargor.

PARA QUEM | Os fãs do café clássico. E para quem simpatiza com a ideia de recuperar a tradição. Adoce com uma lasca de rapadura e tome em xícara de ágata.

ALGODÃO: A ÁGUA VAI NO PÓ

Entre o amargo e o equilíbrio.

COMO FAZER | O pó deve ser acomodado no coador de algodão do Hario Woodneck. A água deve ser despejada até que comece a gotejar embaixo. Então faça uma breve pausa para que a água seja absorvida pelo pó. Aí é só despejar o restante da água fazendo movimentos circulares e evitando as bordas para não deixar que se forme um acúmulo de café centro do filtro. Depois de coado o café, é preciso girar a jarra para oxigenar a bebida.

O CAFÉ | Cafés com boa acidez e encorpado, com notas de cítrico e caramelo.

MOAGEM DOS GRÃOS | Média grossa, para permitir a extração mais otimizada dos doces e amargos da café, mas não permitir a passagem de resíduo.

O QUE MUDA | Assim como no coador de flanela, as tramas permitem a passagem de óleos, mas neste caso, como é a água que vai para o pó e não o pó que ferve com a água, os compostos do amargor não se liberam tanto. O resultado é um café menos travante e bem mais doce do que o típico cafezinho.

PARA QUEM | Amantes do coador de pano e do design japonês.

O NÁILON É O EQUILIBRADO

Equilibrado.

COMO FAZER | Acomode o pó no coador de náilon na base de plástico. Dê uma batidinha para nivelar o pó e faça uma pré-infusão: molhe o café até começarem a pingar as primeiras gotas. Espere um instante e despeje a água com intensidade e movimentos rápidos. As ranhuras da base não são altas, mas são densas e criam um fluxo constante de água. Seu formato (de cone sem ponta), cria uma turbulência em direção ao meio do coador, acumulando pó ao fundo. O buraco por onde cai o café é pequeno, daí a importância de manter o fluxo rápido para que a água permaneça menos tempo em contato com o pó, o que amarga a bebida. Como as tramas do náilon são ligeiramente abertas, quanto mais rápida a passagem da água, menos resíduos passarão para a bebida.

O CAFÉ | Cafés com boa acidez, corpo e notas cítricas e de caramelo vão bem nesse método.

MOAGEM DOS GRÃOS | Média, para minimizar a passagem de resíduos pelo coador.

O QUE MUDA | A bebida fica equilibrada, com amargor, acidez e doçura equivalentes. Como a moagem ideal para o método é a média, a reação da água com o café é menos intensa. Do mesmo modo que há menos amargor, há também menor concentração de açúcares e acidez.

PARA QUEM | Para todos. É o método com a extração mais equilibrada e os equipamentos mais facilmente encontrados.

DE PAPEL, MAS TIPO ORIGAMI

Entre o equilíbrio e o doce.

COMO FAZER | Primeiro, arme o coador, que vem dobrado em quatro: abra uma aba de modo a fazer um cone (que terá uma camada numa extremidade e três na outra). Ponha o filtro no Chemex, cuidando para deixar as três camadas paralelas ao bico – isso evita que o filtro grude impedindo a saída de ar, o que atrapalha a descida do líquido. Ponha o pó, dê uma batidinha para nivelar, faça a pré-infusão, espere um instante e despeje a água evitando as laterais até que a mistura fique dois dedos abaixo do topo. Espere descer e despeje o restante da água, com movimentos circulares intensos buscando as laterais.

O CAFÉ | Cafés com notas de especiarias.

MOAGEM DOS GRÃOS | Média para fina. O filtro de papel grosso retêm parte dos óleos do amargo, deixando a bebida mais suave.

O QUE MUDA | Como o filtro não tem ranhuras, o café demora para passar pelo coador e fica mais amargo que o coado no náilon, mas há também liberação de açúcares, que deixam a bebida equilibrada.

PARA QUEM | Os fãs de rituais – preparar o filtro, escaldar, coar, compartilhar toma uns bons minutos, durante os quais dá até para aproveitar a deixa e contar que a jarra, desenhada do químico Peter Schlumbohm em 1941. está no acervo do Museu de Arte Moderna de Nova York.

TAPINHAS PARA ASSENTAR O PÓ

O mais doce.

COMO FAZER | Você pode usar um filtro de papel comum adaptado no suporte de cerâmica do tipo Hario V60, mas terá de adaptá-lo para que fiquem em formato de cone: dobre as duas laterais do filtro (um dedo de largura de cada lado), a ideia é fazer um bico na ponta. Ponha o café, dê uns tapinhas nas laterais para assentar o pó. Despeje a água para fazer a pré-infusão, depois que as gotas pararem de cair, despeje uma parte da água em movimentos circulares lentos, evitando as bordas. Quando a mistura chegar quase ao topo, espere até que desça quase totalmente e só então volte a despejar água, desta vez, buscando as bordas. É fundamental que o fluxo da água acompanhe as ranhuras do V-60, em sentido horário.

O CAFÉ | Cafés com notas mais efêmeras, como as florais e boa acidez.

MOAGEM DOS GRÃOS | Moagem média para fina, como um grão de sal. Como o café é extraído rapidamente, vai pouco amargor para a xícara, exaltando-se os doces e ácidos.

O QUE MUDA | Na extração, a água fica pouco tempo em contato com o pó e extrai-se mais açúcares, o que deixa a bebida mais equilibrada e agradável.

PARA QUEM | É o método que entrega o café menos amargo, mais doce. É bom para treinar o paladar na identificação de sabores que normalmente são escondidas pelo amargo.

Fontes: Flavia Pogliani, do Martins Café, e Ensei Neto/ Blog´s Estadão

22 nov

Um Cafezinho antes de malhar

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Todos nós sabemos que a cafeína é uma substância poderosa que pode trazer vários efeitos para o organismo. Já vimos no Seu Cafezinho que ela já foi até motivo de polêmica num jogo de futebol. Foi aquele caso do goleiro Marcos do Palmeiras, que tomou um cafezinho para pemanecer acordado durante o jogo. Pois é, ela tem um efeito estimulante que acelera o batimento cardíaco aumentando o fluxo de sangue para o corpo inteiro.

Sendo assim, em 2009, a Universidade de Illinois nos Estados Unidos, entrou de cabeça neste assunto com o objetivo de pesquisar os efeitos da cafeína durante a malhação. Foi comprovado que a substância fornece à pessoa muito mais energia, fazendo com que o cansaço seja muito menor. Além disso, as dores nos músculos são bem menos intensas. Isso tudo acontece porque ela age diretamente na medula espinhal e no cérebro, que são diretamente envolvidas na nossa captação das dores.

Como já dissemos em outras postagens, não podemos exagerar. Se a cafeína for consumida em grande escala, pode trazer reações não muito boas. Porém, uma coisa é certa e comprovada, antes de ir à academia, tome um cafezinho bem gostoso e caprichado da Naumann Gepp que você fará um grande favor para o seu corpo.

 

20 nov

Seu cafezinho uma bola de energia

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Imagine aquele dia em que o trabalho está te cansando de uma tal forma, que uma xícara de café seria a única salvação. Pois é, existem muitas pessoas que passam por isso quase todos os dias, tornando o cafezinho necessário em sua rotina. Porém, o surgimento dessa dependência do café não começou com ele em forma de bebida, e sim de uma maneira um pouquinho diferente.

Muitos estudiosos dizem que tribos africanas sem saber do potencial do café como bebida, adicionavam gordura animal aos frutos do café, os transformando em “bolas de energia”. A partir daí tinham muito mais força e disposição para enfrentar às aventuras das selvas.

A história acima faz muito sentido se pensarmos na cafeína como forma de estimulante. Sendo assim, ao invés da necessidade de um belo gole de café, as tribos sentiam que comer as “bolas de energia” era algo necessário para o dia-a-dia.

Por Cafeteria NG

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