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30 dez

Feliz Ano Novo e um 2013 com muita Paz, Amor e Esperança

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Que neste novo Ano de 2013, possamos viver intensamente cada momento , pois a vida é uma dádiva e cada instante é uma benção de Deus!

28 dez

CLASSIFICAÇÃO DO GRÃO VERDE DE CAFÉ

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

CLASSIFICAÇÃO DO GRÃO VERDE

Sobre o café
O café como tantos outros produtos de origem vegetal comestíveis possuem diversos sabores a depender da sua espécie, do local de produção; influenciado pelas condições climáticas, de solo, de altitude, incidência solar e de chuva, enfim das macros e micros determinantes geológicas. É como uma laranja tem a lima, a “biquinho”, a pêra. Cada uma com suas características de sabor, doçura, acidez, etc.
O café é da família das Rubiaceae (Rubiáceas), com mais de 500 gêneros e 8 mil espécies.
O FRUTO DO CAFÉ
O fruto do café é formado por:

  • Casca: com o amadurecimento, passa de verde a vermelha ou amarela
  • Polpa: situada logo após a casca, é bastante carnuda
  • Mucilagem: camada viscosa, rica em açúcares, entre a polpa e o pergaminho
  • Pergaminho: película interna, que envolve a semente
    Sementes ou grãos: há duas em cada fruto (dicotiledônea) tipo chato, ou única (monocotiledônea) tipo moca.

CLASSIFICAÇÃO GERAL

A CLASSIFICAÇÃO GERAL DO CAFÉ BENEFICIADO GRÃO CRU é definida em:

  1. CATEGORIA
  2. SUBCATEGORIA
  3. GRUPO
  4. SUBGRUPO
  5. CLASSE
  6. TIPO

1) CATEGORIA
No mundo como no Brasil são cultivadas principalmente duas espécies de cafés que possuem melhor bebida, e, portanto importância mundial:
CATEGORIA I = o arábico (Coffea Arábica L.)
CATEGORIA II = o conilon, também conhecido como robusta (Coffea Canephora).

2) SUBCATEGORIA

Segundo o formato do grão e a sua granulometria (tamanho determinado pelo tamanho dos furos das peneiras por onde o café é capaz de passar).

  1. CHATO: constituída de grãos com superfície dorsal convexa e a ventral plana ou ligeiramente côncava, com a ranhura central no sentido longitudinal.
  2. MOCA: constituída de grãos com formato ovóide, também com ranhura central no sentido longitudinal.
  • CHATO GRAÚDO: peneiras 17/18/19
  • CHATO MÉDIO: peneiras 15/16
  • CHATO MIÚDO: peneiras 14 e menores
  • MOCA GRAÚDO: peneiras 11/12/13
  • MOCA MÉDIO: peneira 10
  • MOCA MIÚDO: peneira 9 e menores

BICA CORRIDA (B/C): quando o café não tem separação de peneiras, ou que não se enquadre em quatro ou mais peneiras, será considerado

3) GRUPO

Segundo o seu aroma e sabor. Também classificado em dois grupos:

1. GRUPO I = CAFÉ ARÁBICA: o melhor tem sabor mais suave e acentuado, aromático e menor quantidade de cafeína do que o conilon.

2. GRUPO II = CAFÉ CONILON: o mais resistente a pragas, tem sabor e aroma neutros, tendendo para o amargo, e maior quantidade de cafeína.

1. GRUPO I: ARÁBICA

4) SUBGRUPO I (em ordem decrescente de qualidade)

BEBIDAS FINAS

  • ESTRITAMENTE MOLE: café que se apresenta, em conjunto, todos os requisitos de aroma e sabor “mole”, porém mais acentuado.
  • MOLE: café que apresenta aroma e sabor agradável, brando e adocicado. Um café suave e equilibrado.
  • APENAS MOLE: café que apresenta sabor levemente doce suave, mas sem adstringência ou aspereza de paladar.
  • DURO: café que apresenta sabor acre, adstringente e áspero, porém não apresenta paladares estranhos. Identifica uma bebida encorpada e agradável.

BEBIDAS FENICADA

  • RIADO: café que apresenta leve sabor, típico de iodofórmio.
  • RIO: café que apresenta sabor típico e acentuado de iodofórmio. Um café de sabor intenso e marcante.
  • RIO ZONA: café que apresenta aroma e sabor muito acentuado, assemelhando ao iodofórmio o ao ácido fênico, sendo repugnante ao paladar.

2. GRUPO II ROBUSTA
4) SUBGRUPO II

  • EXCELENTE: café que apresenta sabor neutro e acidez mediana.
  • BOA: café que apresenta sabor neutro e ligeira acidez.
  • REGULAR: café que apresenta sabor típico de robusta sem acidez.
  • ANORMAL: café que apresenta sabor não característico ao produto.

5) CLASSE

Classificação do Café Beneficiado Grão Cru de acordo com a sua coloração

  • VERDE AZULADO E VERDE CANA: característica do café despolpado ou degomado
  • VERDE: grão de coloração verde e suas nuances
  • AMARELADA: grão de coloração amarelada, indicando sinais de envelhecimento do produto.
  • AMARELA
  • MARROM
  • CHUMBADO
  • ESBRANQUIÇADA
  • DISCREPANTE: mistura de cores oriundas de ligas de safras ou cores diferentes.

6) TIPO

Classificação do Café Beneficiado Grão Cru de acordo com a presença de defeitos e matérias estranhas

Entende-se por café beneficiado grão cru o endosperma do fruto de diversas espécies do gênero Coffea, principalmente Coffea arábica e Coffea conephora (robusta ou conillon).

MATERIAS ESTRANHAS E IMPURESAS

Matéria estranha ao café: são detritos vegetais não oriundos do produto, grãos e sementes de outras espécies e corpos estranhos de qualquer natureza, como pedra e torões, que são oriundos da varrição ou de fragmentos do piso do terreiro de secagem.

O percentual máximo de matérias estranhas e impurezas permitidas no Café Beneficiado Grão Cru será de 1%. Excedendo esse valor, o produto será desclassificado temporariamente.
Impureza: cascas secas ou verdes de diversos frutos, inclusive do cafeeiro, paus, ramos e outras impurezas do próprio produto.

  • Grãos de café com defeitos: são alterações que não caracterizam um grão de café saudável e bem beneficiado.
  • Grão preto: grão ou pedaço de grão de coloração preta opaca.
  • Grão ardido: grão ou pedaço de grão que apresenta a coloração marrom, em diversos tons, devido à ação de processos fermentativos.
  • Grão preto-verde: grão preto que se apresenta brilhante devido à aderência da película prateada.
  • Grão verde: grão imaturo com película prateada aderida com sulco ventral fechado e de coloração verde em tons diversos.
  • Marinheiro: grão que, no benefício, o pergaminho (película que recobre o fruto do café, que se encontra entre ele e a casca) não foi total ou parcialmente retirado.
  • Quebrado: pedaço de grão de forma ou tamanho variado.
  • Concha: defeito genético resultante da separação de grãos imbricados oriundos da fecundação de dois óvulos em uma única loja do ovário.
  • Coco: grão que não teve a sua casca retirada no processo de beneficiamento.
  • Miolo de concha: grão plano e pouco espesso, resultante da separação de grãos imbricados oriundos da fecundação de dois óvulos em uma única loja do ovário.
  • Grão mal granado: grão com formação incompleta apresentando-se com pouca massa e, às vezes com a superfície enrugada.
  • Grão esmagado: grão que apresenta forma alterada devido ao esmagamento durante o processo de beneficiamento.
  • Grão brocado: grão danificado pela broca do café (parasita dos cafezais) apresentando um ou mais orifícios limpos ou sujos, podendo ser.

Grão brocado sujo: grão ou pedaço de grão danificado pela broca do café que apresenta com partes azuladas e pretas
Grão brocado rendado: grão ou pedaço de grão danificado pela broca do café que se apresenta com três ou mais furos e sem partes pretas.
Grão brocado limpo: grão ou pedaço de grão danificado pela broca do café que se apresenta com até três partes e sem partes pretas.

  • Grão triângulo: grão de formato triangular por ter se desenvolvido no fruto três ou mais sementes.
  • Grão grinder: grão quebrado que vazar nas peneiras inferiores à peneira 14 (14/64’’), com pelo menos 2/3 de grãos inteiros.
  • Café cabeça: grão composto por dois grãos imbricados, oriundos da fecundação de dois óvulos em uma única loja do ovário. Não será considerado defeito, a menos que se separe, dando origem à concha e ao miolo de concha.
  • Café melado: (peliculado) grão perfeito, tendo, entretanto, a película do espermoderma aderida devido à fatores climáticos e coloração marrom, ligeiramente avermelhada.
  • Grão pálido: grão que se apresenta com coloração amarelada, destoando na amostra, após a mesma ter sido submetida á “Torração Americana”.

As características que podem definir esta classificação são determinadas pelo degustador de café

  1. Fragrância = é a percepção olfativa do café torrado e moído. Sua intensidade revela o frescor da amostra.
  2. Aroma = são elementos perceptíveis ao olfato da bebida do café. O café pode ter o aroma frutado, nozes, amêndoas, malte, cereal, caramelo, florado, achocolatado, pão torrado, resina, remédio, queimado, cinzas, etc. O aroma depende da experiência do degustador. Bom café tem aroma pronunciado. A maior acidez permite maior percepção do aroma. O tipo da torra do café (clara, média, escura) pode alterar o seu aroma.
  3. Doçura = pode variar em ordem crescente: sem doçura até doçura muito boa, este último é uma característica de um bom café superior e o café gourmet. Quanto menos adocicado a qualidade do café aumenta em defeitos. Alguns cafés de qualidade têm um sabor adocicado que lhe permite ser bebido sem a adição de açúcar.
  4. Amargor = é o sabor produzido pela presença da cafeína e trigonelina, ácidos cafeico e outros compostos fenólicos. Deve ser leve ou equilibrada quando bebemos um café de qualidade. Os cafés inferiores possuem um sabor amargo, ou ainda quando um café tem a torra muito forte (muito escura), ou ainda quando no seu preparo há um contato excessivo da água quente junto com o pó. Quanto mais escura for a torra maior o grau de amargor.
  5. Acidez = bastante desejável no café, é chamado de ácido, quanto indesejável é chamado de azedo. O café pode variar em ordem crescente de pouco ácido a acidez intensa. São substâncias como ácidos clorogênico, cítrico, málico e tartárico.
  6. Corpo = é a sensação de persistência no paladar após a bebida do café, a viscosidade que fica na boca (sensação de plenitude na boca). O café pode variar em ordem crescente: sem corpo, leve, bom corpo ou encorpado.
  7. Sabor = é a combinação das sensações de gosto doce, salgado, amargo e ácido com os aromas de chocolate, caramelo, cereal torrado que formam o sabor característico desejável. Quando apresenta sabores estranhos como terra, herbáceo, especiaria, queimado, é considerado indesejável.
  8. Sabor residual (Aftertaste) = é a sensação percebida após a ingestão da bebida. É o sabor que fica na boca. O sabor residual é desejável quando deixa um sabor que lembra chocolate e indesejável quando lembra o cigarro, queimado, resina, químico, madeira ou outro sabor estranho.
  9. Adstringência = é a sensação de secura na boca deixada após a sua ingestão.
  10. Qualidade Global = é a percepção conjunta dos aromas da bebida e de seu grau de intensidade, sendo que quanto mais aromático, melhor a qualidade do café, dos sabores característicos do café; de um amargor típico, mas não o resultante de excessiva torra do grão (carbonização); da presença não preponderante do gosto dos grãos defeituosos (verdes, escuros, pretos, ardidos) ou de sua inexistência, para o caso dos cafés gourmet, da inexistência do gosto característico de grãos fermentados, podres ou preto-verdes; do equilíbrio e da harmonia da bebida, tudo se traduzindo numa sensação agradável durante e após a degustação.

# UMIDADE

Independente da classificação, os teores de umidade do Café Beneficiado Grão Cru não poderão exceder os limites de tolerância de 12,5% de umidade.

FATORES QUE PODEM INTERFERIR NA QUALIDADE DA BEBIDA DO CAFÉ

1º) A ESPÉCIE DO CAFÉ: Em casos onde se tem a presença do café ARÁBICA, com a bebida mais apreciada, GRUPO I; e se a apção for pelo café ROBUSTA/CONILON, mais resistente a pragas e com menor custo de produção, GRUPO II.

2º) O CLIMA: O café deve ser cultivado nas regiões tropicais, subtropicais e equatóriais.

3º) A ALTITUDE: o café do GRUPO I desenvolve-se em terras altas, entre 500 a 2.500 m acima do nível do mar, geralmente quanto mais alto mais ácido. O do GRUPO II deve ser cultivado em terras baixa, planícies.

4º) As PRAGAS E DOENÇAS: Alguns fungos que infectam os frutos do café alteram a qualidade do produto. Outras pragas atigem o café mas não interferem na sua qualidade, mas sim na produtividade por hectare.

5º) O Sistema de COLHEITA: A colheita MANUAL SELETIVA (PICKING) somente dos grãos maduros, um a um, é a ideal. O seu custo do produção é muito elevado. Muito utilizado nos países equatoriais devido as chuvas serem ininterruptas. Na forma de DERRIÇA (manual ou mecânica) os grãos (verdes e maduros) são arrancados de uma só vez, num movimento de cima para baixo. Desta forma também são arrancados folhas e galhos. São colocados protetores no chão para evitar contato com a terra. Posteriormente é separado do produto os corpos estranhos maiores, e o restante é colocado na peneira, jogado para o alto em constantes movimentos para a retirada de impurezas. Esta última é a mais usual no Brasil.

6º) O PROCESSAMENTO PÓS COLHEITA:
SECAGEM:

  • PROCESSO NATURAL (VIA SECA): o fruto é seco na sua forma integral, ou seja com casca, polpa ("pele" que envolve a cereja do café) e a cereja. Pode ou não passar pelos lavadores para a separação dos grãos maduros dos verdes (flutuam = boiam).
  • DESPOLPADO OU LAVADO (VIA ÚMIDA): neste processo retira-se as cascas e a cereja envolta pela polpa vão para um tanque de fermentação, onde a polpa é eliminada. Após o processo as cerejas são secas. Neste processo a bebida deve se apresentar com sabor mais suave e acidez acentuada.
  • CEREJA DESCASCADA: é um processo intermediário entre a vida seca e úmida. São retiradas as cascas, mas as cerejas com a polpa não são fermentados. O seu sabor é mais equilibrado.

A QUALIDADE DA SECAGEM: o sistema de secagem pode ser natural ou artificial, realizado através de secadores. Dependendo do cuidado dado no processo de cada um com certeza irá interferir na qualidade do produto final.

7º) A QUANTIDADE DE DEFEITOS: a classificação do TIPO do café é de acordo com os defeitos e impurezas encontrados em uma amostra, varia o resultado numa escala decrecente de qualidade de 2 a 8.

8º) O TAMANHO DO GRÃO: a classificação é feita através de peneiras obedecendo a SUBCATEGORIA.

9º) A CLASSIFICAÇÃO DA BEBIDA: sua classificação é feita através dos parâmetros do SUBGRUPO I E II.

10º) O ARMAZENAMENTO E TRANSPORTE: o café é um produto muito sensível às alterações de temperatura e umidade. Ele deve ser sempre acondicionado em ambiente fresco, com baixa incidência de luz, em sacos de fibras naturais. O café pode ficar estocado por alguns anos sem que haja uma significante interferência na qualidade da bebida. Pode ocorrer que o produto ao invés de ficar com a sua cor característica em verde, passa a ter uma coloração gradativamente para o cor cinza esbranquiçada.

11º) O GRAU DE TORRA: a torra influência na qualidade do produto, e no sabor da bebida.

(muito dos conhecimentos aqui colocados neste website foram adiquiridos de fontes junto ao Sindicato da Indústria de Café do Estado de São Paulo, Associação Brasileira da Indústria do Café e Centro de Preparação do Café/SP)
MAIS INFORMAÇÕES SOBRE AS NORMAS PARA A CLASSIFICAÇÃO DO CAFÉ VEJA NO WEBSITE DO MINISTÉRIO DA AGRICULTURA
http://www.agricultura.gov.br

PROGRAMA DE QUALIDADE DO CAFÉ (PQC)
http://www.abic.com.br/gar_qualidade.html

26 dez

Glossário Café: tipos, características e preparo

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Grãos de cores, aromas e sabores diferentes compõem uma variedade de tipos de café para todos os gostos

Torrado e encorpado Existem inúmeras espécies de café cultivadas no mundo, mas no Brasil conhecemos apenas duas: o Café Arábica (Coffea Arábica) e Café Robusto (Conillon). Cada espécie, por sua vez, tem um grande número de variedades e linhagens.

ARÁBICA –  Produz cafés de melhor qualidade, mais finos e requintados. Tem grãos de cor esverdeada, é cultivado em regiões com altitude acima de 800m e é originário do Oriente, resultado de seu nome

ROBUSTA – Originário da África, tem um trato mais rude e pode ser cultivado ao nível do mar (altitudes mais baixas). Não possui sabores variados e refinados como o arábica, dizendo-se que tem um ´sabor típico e único´. Sua acidez é mais baixa e é utilizado intensamente nos cafés solúveis. Seu teor de cafeína é maior do que nos arábicas

TIPOS DE CAFÉ

PÓ DE CAFÉ – Torrado e moído, dependendo do grau de moagem, esse tipo pode ser utilizado para preparar o café de coador ou o espresso

GRÃOS DE CAFÉ TORRADO –  São apenas torrados, mas não moídos. Mais comum para café espresso, esse tipo de produto também está na preferência de consumidores de café coado que não dispensam pó sempre fresco

CAFÉ SOLÚVEL – Os grãos são torrados e moídos, depois seus sólidos solúveis são extraídos e solubilizados, resultando o produto na forma de grânulos ou pó

CAFÉ AROMATIZADO – Café com adição de aroma

CAFÉ GOURMET – Trata-se de uma indicação comercial de que o produto é o melhor dentro de uma determinada marca ou categoria

CAFÉ ORGÂNICO –  Produzido em lavouras sem o uso de agrotóxicos fertilizantes químicos

CAFÉ DESCAFEINADO – A cafeína é extraida dos grãos verdes de café, antes de eles serem torrados. Para ser chamado de descafeinado, um café tem que ter mais de 97% de sua cafeína retirada

PREPARO

CAFÉ PERCOLADO – A água passa pelo café torrado e moído, extraindo-lhe parte das substâncias que irão compor a bebida. A preparação do café percolado pode ser a frio ou a quente sem pressão e com filtro

CAFÉ ESPRESSO – O café é percolado a quente, mas sob pressão em máquina apropriada. A máquina pode ser comercial ou doméstica

CAFÉ INSTANTÂNEO –  Também chamado café solúvel, os grânulos de café preparado industrialmente são simplesmente dissolvidos diretamente em água fervente

Glossário Café: tipos, características e preparo Café – Revista Cafeicultura

22 dez

CAFÉ EM EXCESSO

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

 

Café e cafeína não possuem riscos em doses moderadas.

Tudo em excesso pode fazer mal.

As críticas ao consumo de cafeína em quantidades moderadas são total e completamente infundadas, mas ainda arraigadas ao limitado conhecimento de pessoas desinformadas.

Em quantidades moderadas – o equivalente a 400-500 mg/dia – dose de até 4 xícaras – a cafeína não é prejudicial a saúde humana, desde a gestação até o final da vida.

A administração aguda de cafeína causa um aumento modesto da pressão sangüínea arterial, dos níveis de catecolaminas, da atividade de renina plasmática, dos níveis de ácidos graxos livres, da produção de urina e da secreção gástrica. Ela altera o espectro eletroencefalográfico, o humor e o padrão do sono em voluntários normais. O consumo crônico de cafeína não possui efeitos na pressão sangüínea, nos níveis plasmáticos de catecolaminas, na atividade de renina plasmática, na concentração de colesterol no soro, nos níveis de glicose no sangue ou na produção de urina.

A cafeína não está associada com o infarto do miocárdio, nem com o câncer do trato genitourinário inferior ou do pâncreas; com teratogenicidade ou doença fibrocística da mama. O papel da cafeína na produção de arritmias cardíacas ou de úlcera gástrica ou duodenal em pessoas normais também não foi confirmado, não havendo evidências de que a cafeína seja prejudicial ao ser humano sadio.

Apesar do consumo de café e chá ser antigo, as pesquisas que avaliam os efeitos do café no homem são recentes. Cerca de uma centena de produtos químicos foi identificada no café, sendo algumas, como o ácido clorogênico, até mais abundantes que a cafeína. A cafeína é o elemento do café mais estudado até o momento e o principal responsável pelas propriedades estimulantes que deram a popularidade à bebida. Mas seu consumo moderado não é prejudicial ao organismo.

21 dez

Sobre café, civetas e cocô – Das fezes de um curioso animal vem o café mais caro do mundo

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Sobre café, civetas e 'cocô

Das fezes de um curioso animal vem o café mais caro do mundo

Em praticamente todo lar brasileiro as visitas são recebidas com um “cafezinho”. Nas padarias e lanchonetes, o que não falta é alguém bebendo café expresso, café com leite, com chocolate, canela, e até gelado!  São quase infinitas as formas de se preparar e degustar esta que é uma das bebidas mais consumidas no mundo.

As primeiras mudas de Coffea foram trazidas ao Brasil no século 18 e, hoje, nosso país é o segundo maior produtor de café do mundo, atrás somente da Colômbia. A palavra “café” surgiu a partir do italiano “caffè”, que veio do turco “qahvé”, que tem origem no termo árabe “qahwah” (“vinho”). Esta também é a origem do nome científico Coffea. Uma segunda teoria sugere que o nome vem de Kaffa, uma cidade da Etiópia onde essas plantas teriam sido cultivadas pela primeira vez. (Foto: Wikimedia Commons)

O café é feito a partir de sementes torradas e moídas de plantas do gênero Coffea – assim como os animais, os vegetais e todos os outros seres vivos também possuem nomes científicos. Existem mais de 100 espécies de Coffea, mas duas delas são mais frequentemente cultivadas para produção de café: Coffea arabica e Coffea canephora.

Embora as espécies de Coffea sejam naturais da África e do sudeste da Ásia, hoje são cultivadas em dezenas de países, inclusive no Brasil. Mas o café mais estranho e caro do mundo é produzido longe daqui, nas ilhas da Indonésia e Filipinas. Lá vivem pequenos animais chamados civetas-asiáticas, pertencentes a um curioso grupo de mamíferos aparentado com os gatos.

A espécie Coffea arabica é originária da Península Arábica e do nordeste da África, e por isso ganhou esse nome. Além disso, os árabes foram um dos povos responsáveis por difundir o consumo de café no mundo. Já a Coffea canephora tem seu nome derivado da palavra grega kanephoros (portador de cesto), em referência a uma estrutura que envolve parte da sua flor. (Foto: Stylurus / Flickr)

Esses bichos adoram frutos, incluindo os deCoffea. Quando uma civeta come os frutos de café, seu organismo digere a polpa, mas mantém as sementes intactas, e elas são eliminadas junto com as fezes. Depois, as fezes são coletadas e lavadas, e as sementes são torradas para produzir um café especial e raro, chamado kopi luwak (“café da civeta” na língua da Indonésia). Bactérias e enzimas do sistema digestório das civetas atuam sobre as sementes de café, o que faz do kopi luwak uma bebida muito saborosa.

Tão curioso como a história do kopi luwak é o nome científico das civetas-asiáticas. Os pesquisadores as chamam de Paradoxurus hermaphroditus. Em grego, Paradoxurus quer dizer “cauda paradoxal”. Dizemos que uma coisa é paradoxal quando ela parece ser contraditória. O paradoxo da cauda das civetas-asiáticas é que ela parece ser preensil – usada para agarrar em galhos e troncos como se fosse um quinto membro –, mas não é!

O nome específico hermaphroditus não é menos curioso. Na mitologia grega, Hermafrodito era o filho de dois deuses: Hermes e Afrodite. Uma ninfa (divindade da natureza) chamada Salmacis era tão apaixonada por Hermafrodito que pediu aos deuses para que os dois ficassem unidos para sempre. Como resultado, Hermafrodito e Salmacis foram transformados em um único indivíduo, macho e fêmea ao mesmo tempo.

Civeta

As civeta-asiáticas são originárias de florestas de diversos países do sudeste da Ásia. Os indivíduos vivem solitários sobre as árvores e têm atividade noturna. Atingem cerca de um metro de comprimento total, sendo a cauda responsável por metade desse tamanho. (Foto: Celine Low / Flickr)

Embora esse mito pareça estranho, na natureza – principalmente entre os invertebrados – existem alguns animais “hermafroditos”, ou seja, que possuem os dois sexos em um mesmo indivíduo. Este não é o caso das civetas-asiáticas, mas, por ser difícil diferenciar macho e fêmea dessa espécie, ela acabou batizada de hermaphroditus.

E o nome “civeta”? Este vem do latim zibethum, que, por sua vez, tem origem na palavra árabezabad, usada para se referir a um fluido – e seu cheiro – obtido de uma glândula que esses animais possuem. Existem cerca de 40 espécies diferentes de civetas no mundo (originárias da África, Europa e Ásia), e, no passado, o “óleo” da glândula de algumas delas era muito utilizado na fabricação de perfumes.

Agora que você já sabe sobre o Paradoxurus hermaphroditus e o kopi luwak, tenho uma pergunta: você teria coragem de experimentar uma xícara desse café?

Fonte: http://chc.cienciahoje.uol.com.br/

Henrique Caldeira Costa, Instituto de Ciências Biológicas, Universidade Federal de Viçosa, Campus Florestal

Curioso desde criança, Henrique tem um interesse especial em pesquisar a história por trás dos nomes científicos dos animais, que partilha com a gente na coluna O nome dos bichos.

20 dez

Beber café com moderação pode ser um aliado na prevenção de doenças

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

 

Segundo estudo, bebida tem antioxidantes que previnem envelhecimento. Para meio litro de água, use até 4 colheres rasas de sopa com pó de café.

Tomar café todos os dias pode fazer bem à saúde e até mesmo aumentar o tempo de vida.
Uma pesquisa do Instituto Nacional de Saúde dos EUA, divulgada em maio, estudou por oito anos um grupo de mais de 400 mil homens e mulhres americanos, de 50 a 71 anos. O resultado da pesquisa sugere que as pessoas que tomavam café tinham um tempo maior de vida.

O cardiologista Luiz Antônio Machado César afirma que o café não é composto apenas por cafeína, mas outros componentes importantes para o organismo, como antioxidantes.

Segundo a nutricionista da Associação Brasileira da Indústria de Café, Mônica Pinto, a bebida é importante também na prevenção de doenças.

Para preparar o café, ela recomenda aquecer a água e não ferver, além de filtrar sempre para não alterar o sabor. As opções para o preparo são o filtro de papel, o filtro de pano, o café expresso ou solúvel.

Para meio litro de água, é recomendado usar de 3 a 4 colheres rasas de sopa com pó de café.
De acordo com a nutricionista, para extrair todas as vantagens da bebida, depende muito mais do tempo de contato da água com o pó do que do modo de preparo.

Ela alerta que se o pó de café estiver muito escuro, é sinal de que torrou demais e perdeu suas substâncias benéficas. Por isso, é melhor sempre optar pelo pó de café que tenha cor parecida ao chocolate.

Uma xícara de café de 50 ml, filtrado no pano ou papel, pode ter em média 35 mg de cafeína. Já a mesma xícara de café instantâneo tem 33 mg e, de café expresso, em média 70 mg.

Embora o contato com a água no expresso seja menor, a pressão é grande e, por isso, é extraída uma boa quantidade de cafeína em pouco tempo de contato.

A cafeína em excesso pode também atrapalhar a quantidade de cálcio nos ossos, mas a quantidade na xícara de café é tão pequena que não chega a ser um problema.

Outro problema do excesso da cafeína é o risco de ataque cardíaco, principalmente para quem não está habituado a tomar.

Segundo o cirurgião do aparelho digestivo, Fábio Atuí, a cafeína pode irritar a mucosa do estômago e provocar sintomas de queimação. Mas o café sozinho não causa problema; o que pode piorar o quadro é a associação com gastrite ou refluxo, por exemplo.

A cafeína pode também piorar a doença do refluxo gastro-esofágico, quando o ácido do estômago volta para o esôfago, que não é preparado para receber esse ácido refluxo. Isso provoca a queimação.

Um paciente com esse problema deve evitar café e outros produtos com cafeína, como chocolate, energético, chá preto, refrigerantes de cola, guaraná e até mesmo alguns remédios para dor de cabeça.

A cafeína pode também piorar a doença do refluxo gastro-esofágico, quando o ácido do estômago volta para o esôfago, que não é preparado para receber esse ácido refluxo. Isso provoca a queimação.

Um paciente com esse problema deve evitar café e outros produtos com cafeína, como chocolate, energético, chá preto, refrigerantes de cola, guaraná e até mesmo alguns remédios para dor de cabeça.

Um estudo feito por médicos do Instituto do Coração (InCor) analisou a quantidade de mortes por infarto do miocárdio em pacientes de São Paulo durante temperaturas altas e baixas.
A conclusão foi que, no inverno (em temperaturas abaixo de 14°C), houve um aumento de 33% no número de mortes em relação aos dias com temperaturas mais quentes.

Segundo o cardiologista Luiz Antônio Machado César, um dos autores da pesquisa, nas temperaturas frias enfarta-se mais, os infartos são mais extensos e mais pacientes morrem. Isso acontece por causa do aumento da incidência de infecções respiratórias e por causa da diminuição do calibre dos vasos para manter o corpo aquecido.

Essa diminuição do calibre das veias, também conhecida como vasoconstrição, é um mecanismo que ajuda a aquecer o corpo principalmente em situações de choque térmico, quando a pessoa sai de um ambiente quente para um ambiente frio. Esse espasmo das artérias pode contribuir para o rompimento de placas e provocar um entupimento das veias. Mas isso somente em pessoas que apresentam fatores predisponentes, como diabetes, colesterol alto e pressão alta.

Já as infecções respiratórias deixam o corpo inflamado e essa inflamação chega às artérias, fazendo com que algumas partículas de gordura se desprendam, provocando o entupimento de alguma veia. Isso pode causar o infarto.

Por isso, é importante se proteger no frio, principalmente os idosos e pessoas com pré-disposição para infarto (pressão alta, colesterol alto, diabetes etc). Proteger a região do rosto e evitar situações de choque térmico também ajuda a prevenir. Para evitar as infecções respiratórias, é essencial tomar a vacina contra a gripe A (H1N1).

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