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31 jul

Britânico inventa despertador que faz café

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Máquinas de Espresso em Capsula

Muita gente tem dificuldade de acordar pela manhã. Você já desligou o alarme do seu celular sem sequer perceber? E se o seu despertador fizesse café? Seria mais fácil, não? Pois então, essa é exatamente a proposta do Barisieur.

Ele tem um look de cientista maluco e alquimista juntos, mas o fabricante garante o funcionamento do conceito. Ele possui pequenas esferas de aço que giram aquecendo a água, um local para se colocar o pó e o açúcar e uma canequinha de vidro onde toda a mistura vira o nosso bom e velho cafezinho.

Joshua Renouf, designer britânico que inventou a peça, garante que além de acordar com uma bebida quentinha, o usuário prepara tudo antes de dormir, o que para ele dá mais um incentivo para que acordar no outro dia seja algo divertido. Sabe quando você dorme esperando a viagem do dia seguinte? Nesse caso, você dorme pensando no cafezinho nosso da próxima manhã.

Foto: Reprodução

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Com informações do Diário da Manhã

30 jul

Irmãs apostam na moda do food truck e criam cafeteria móvel

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Food-Truck 
Foto: Andréa Graiz/Agência RBS

As irmãs Jeanny e Aline Bavaresco sempre sonharam em trabalhar juntas, e o projeto foi concretizado em um truck food de café, simpático carrinho itinerante chamado de Delicafé. A dupla de empreendedoras se divide nas tarefas da sociedade: enquanto Aline comanda a cozinha, Jeanny (que deixou para trás a rotina de executiva de uma grande multinacional) diverte-se administrando o novo negócio e conversando com os clientes.
– A aceitação tem sido muito boa por onde passamos. Percebemos que Porto Alegre está aberta para uma gastronomia nesses moldes, com uma estrutura de rua e cuidados dignos de chef. As pessoas olham o carrinho de longe, ficam curiosas e se aproximam – conta Aline, que se apaixonou pela culinária e estudou o assunto durante uma viagem para a Austrália.
Além de vários tipos de cafés, o cardápio colado na parte da frente do carrinho sob medida oferece ainda alternativas de lanches quentes e rápidos. E olha que bacana: elas fazem parte de um grupo de empreendedores que se reúne nos finais de semana, de sexta à noite até domingo, em um estacionamento na Venâncio Aires, 946, batizado de Bom Fim Food Park. O evento já foi assunto no blog nas semanas anteriores, mas vale a pena repetir a dica e incluir uma refeição por lá na agenda do próximo finde.
Quer conhecer de perto o Delicafe e outros food trucks que vem movimentando a cena independente da Capital? Saiba mais sobre a iniciativa na fanpage facebook.com/bomfimfoodpark, a organização atualiza o endereço periodicamente com as informações de horário e cardápio oferecido a cada edição do Food Park.

Xícaras "Caminhos do Brasil" Thais Ibañez

28 jul

Quem se acostuma com café bom não quer voltar para o mediano

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cafe-g1 "Quem se acostuma com o bom não quer voltar para o mediano." Essa mudança está beneficiando as empresas que oferecem os chamados produtos premium. Um dos melhores exemplos dessa tendência é a Nespresso, divisão de café gourmet da suíça Nestlé. A empresa, que oferece máquinas de café espresso e cápsulas para consumo, está vendo seu negócio crescer acima de 30% no Brasil, neste ano. Em setembro de 2013, a Nespresso abriu um sofisticado espaço de degustação no Jardim Europa, área nobre da cidade de São Paulo.

O ambiente conta com aplicativos multimídia que falam sobre a história da empresa e do café, máquinas de diversos tipos e formatos, além de ampla literatura sobre o tema. "Nosso público gosta de atendimento de qualidade e comodidade", afirma Stefan Nilsson, diretor da Nespresso no País. "Nenhuma outra filial da Nespresso possui algo do gênero." O local, batizado de Nespresso Expertise Center (NEC), funciona como uma espécie de embaixada da marca e é onde são realizados cursos e encontros com fornecedores.

Toda essa sofisticação é justificada. As máquinas de café da companhia não são para qualquer bolso. A versão mais barata sai por R$ 369, podendo chegar a R$ 1.595, dependendo dos recursos. Cada cápsula, capaz de produzir uma xícara de café, custa entre R$ 1,50 e R$ 2,50. Esses valores são proibitivos para a classe C. A título de comparação, um pacote de meio quilo de café de boa qualidade custa menos de R$ 8 no supermercado. Os mais abastados, por sua vez, estão consumindo os sofisticados cafezinhos da Nespresso como nunca. Com informações da Isto É Dinheiro.

27 jul

Saiba como a 1ª Guerra Mundial influenciou a produção de café em Minas

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

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26/07/2014

Primeiro conflito mundial, que completa 100 anos, influenciou a produção do grão em Minas. Se por um lado a venda caiu no exterior, por outro trouxe oportunidade de modernização

pequena participação do Brasil na Primeira Guerra Mundial, conflito que começou há 100 anos, em 28 de julho de 1914, não impediu que impactos do conflito alcançassem Minas Gerais. Com economia predominantemente agroexportadora no início do século passado – o café era o principal produto –, o combate envolvendo vários países fez com que os brasileiros diminuíssem a venda para o mercado europeu e para os Estados Unidos. Os principais envolvidos na disputa voltaram seus gastos para armamentos e produtos considerados essenciais. O comércio internacional se desorganizou e o preço dos grãos caiu rapidamente, trazendo prejuízo aos produtores locais. No entanto, a situação de crise se transformou em oportunidade para que o setor cafeeiro, principalmente em Minas e São Paulo, buscasse a modernização na produção e melhores formas de escoamento.

O impacto da queda nos preços atingiu em cheio os cafeicultores mineiros, que vinham ampliando as plantações incentivados pelo crescente comércio do produto desde o final do século 19. Nos anos 1910, pouco antes do início da Primeira Guerra, a economia cafeeira turbinava a inauguração de trilhos entre Minas, Rio de Janeiro e São Paulo. A tensão internacional mudou o cenário de prosperidade. “O Brasil tinha toneladas de café depositadas em vários portos espalhados pelo mundo. Era uma garantia de pagamento para dívidas externas. Por isso, a guerra trouxe grandes prejuízos aos produtores e deixou claro a falta de infraestrutura brasileira para a exportação”, explica o historiador Francisco Teixeira Vinhosa, autor do livro O Brasil e a Primeira Guerra.

Além da necessidade de melhorias na estrutura para e exportação, o conflito apontou também a importância de se diversificar a economia na região. “O presidente mineiro Venceslau Brás teve dificuldades para escolher um ministro da Agricultura. Teve a felicidade de indicar o deputado mineiro Pandiá Calógeras, que buscou uma política de modernização no país. A ideia era aproveitar o momento de crise para desenvolver o país”, conta Vinhosa. No entanto, os incentivos para as melhorias esbarraram principalmente no jogo de interesses da República Velha, em que a política partidária de interesses regionais prevalecia. “O Brasil não saiu da Primeira Guerra industrializado, teve prejuízos, mas se atentou para as vantagens de se modernizar em um ritmo maior. Ainda que isso levasse um longo tempo para se concretizar”, ressaltou.

Sem a entrada de capitais por meio do comércio externo, foi preciso controlar as importações para impedir o aumento da dívida externa. A pretensão de se promover no Brasil uma produção maior de artigos industrializados passou a fazer parte das propostas de governo e ganhou espaço nos órgãos do legislativo. A partir de 1915, o crescimento da produção industrial foi de cerca de 8,5% por ano, até o final do conflito. O comércio cafeeiro buscou se organizar para acompanhar o surgimento de grandes organizações financeiras. Os produtores brasileiros receberam forte influência de empresários e investidores ingleses e passam também a se organizar para fazer frente à concorrência internacional.

O LADO DO BRASIL Quase três anos após o início da guerra, o Brasil foi atacado pela primeira vez. Em abril de 1917, um dos maiores navios da frota mercante, com 4,4 mil toneladas de café, foi torpedeado por um submarino alemão, próximo ao Canal da Mancha, no litoral francês. A embarcação navegava dentro das normas internacionais e tinha uma bandeira brasileira hasteada e a palavra Brasil pintada no casco. Mesmo assim, o navio foi atacado e três tripulantes morreram. Como retaliação, o presidente Venceslau Brás recusou-se a receber explicações do embaixador alemão. Uma semana depois, o Brasil rompeu relações diplomáticas com a Alemanha.

“O Brasil passou os primeiros anos da Guerra apenas acompanhando. Houve um forte debate interno, envolvendo correntes favoráveis e contrárias à entrada do país na disputa. No espaço militar tínhamos uma força tacanha. Frotas navais velhas e sem qualquer estrutura. Mas o interesse principal era econômico, o governo brasileiro vislumbrava alguma forma de conseguir recursos para entrar na guerra”, diz Vinhosa. Segundo o historiador, em 1914, o Brasil tinha uma grande quantidade de café estocada no porto de Hamburgo, na Alemanha, que servia como garantia para dívidas feitas pelo governo brasileiro. O não pagamento imediato do café brasileiro serviu como um dos pretextos para que o país criticasse os alemães.

SAIBA MAIS:
BRASILEIROS ‘DERROTADOS’ PELA GRIPE
O Brasil declarou guerra às Potências Centrais (Alemanha e Áustria-Hungria) em 26 de outubro de 1917, depois que navios brasileiros foram atacados por embarcações alemãs. A participação no conflito foi pequena, resumindo-se ao envio de militares para se integrar ao Exército britânico. A Marinha enviou o maior número de brasileiros. Uma esquadra naval foi mandada a Dakar, no Senegal, com o objetivo de patrulhar a costa africana. “Nossa esquadra sofreu grandes perdas ao chegar à África. Os marinheiros brasileiros foram atacados pela gripe espanhola, epidemia terrível que se espalhava por vários países. Mais de 150 brasileiros morreram antes mesmo de combater na Primeira Guerra”, conta o historiador Francisco Vinhosa.

LINHA DO TEMPO

1914
– Em 28 de junho, o estudante sérvio Gavrilo Princip assassina o arquiduque Francisco Fernando, herdeiro do trono austro-húngaro, em Sarajevo.
– No dia 28 de julho, a A Áustria-Hungria declara guerra contra a Sérvia. Início da 1º Guerra Mundial.
– O mineiro Venceslau Brás Pereira Gomes assume a presidência da República em 15 de novembro.

1917
– O navio “Paraná” foi torpedeado nas proximidades do Canal da Mancha por submarino alemão em 5 de abril.
– No dia 23 de outubro, outro navio brasileiro, o cargueiro “Macau”, foi atacado no litoral europeu.
– Depois de grande pressão popular, governo brasileiro declara guerra à Alemanha e seus aliados em 26 de outubro.

1918
– A Alemanha assina o armistício de Compiegne em 11 de novembro e põe fim à Primeira Guerra Mundial.
– O mandato de Venceslau Brás termina em 15 de novembro e a chefia do Executivo é assumida por Delfim Moreira, outro político mineiro.

Com informações de Marcelo da Fonseca – Estado de Minas

25 jul

Moto customizada por italiano faz café espresso

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Símbolos italianos, café e moto foram reunidos de uma só vez por um customizador. O bombeiro Mario Volta utilizou uma Ducati Monster para criar o que ele chama de "a primeira Café-Racer de verdade". Com uma máquina de café expresso acoplada em sua traseira, o modelo pode ser utilizado como meio de transporte e ainda serve doses da bebida no melhor estilo italiano.

Quando fala em "Café-Racer", Volta se refere ao estilo que surgiu no Reino Unido nos anos 60, no qual motos naked (sem carenagens) esportivas eram utilizadas em deslocamentos rápidos de uma cafeteria a outra.
Levando o nome ao pé da letra, o bombeiro desenvolveu um sistema para ter a "verdadeira Café-Racer".

Criador diz que esta é a única café-racer de verdade (Foto: Rafael Miotto/G1)

Criador diz que esta é a única "Café-Racer" de
verdade (Foto: Rafael Miotto/G1)

"Foram três meses até conseguir terminar a construção. Eu vim andando com ela até aqui", explicou Volta. Ele expôs sua moto na edição 2014 do World Ducati Week, encontro de motociclistas, que reuniu 65 mil pessoas na Itália.

Além de cobrir tanque e assento da moto com sacos utilizados para transportar café, o customizador utilizou dois pistões de motor da Monster para a montagem da máquina de expresso. Um dos pistões é utilizado como alavanca para fixar o sachê com pó na cafeteria, enquanto um outro, na parte superior tem de ser pressionado para que entre em funcionamento.

O G1 experimentou uma dose da bebida, em Misano Adriatico, e o café mostrou-se com sabor forte, em temperatura apropriada. De acordo com Mario Volta, o grão utilizado é de origem brasileira.

Café expresso feito em moto (Foto: Rafael Miotto/G1)Café expresso feito em moto (Foto: Rafael Miotto/G1)

Ducati Monster customizada faz café (Foto: Rafael Miotto/G1)Ducati Monster customizada faz café (Foto: Rafael Miotto/G1) Com informações do G1

24 jul

Vivemos a terceira onda do café

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O jornalista argentino Nicolás Artusi confessa logo de cara: “Sou viciado: tomo cerca de dez xícaras por dia”, diz na introdução do livro, que acaba de publicar na Argentina, Café – De Etiopía a Starbucks: La História Secreta de la Bebida más Amada y más Odiada del Mundo (sem previsão de lançamento no Brasil).

Réu confesso. Artusi se declara ‘viciado em café: toma em média dez xícaras por dia.

O vício de Artusi comprova um fato que ronda cada xícara de café servida: a cafeína é a droga mais popular do mundo; por isso, sempre esteve no centro de disputas de poder, desde sua descoberta, na Etiópia. O livro reconta a história da bebida para contextualizá-la no cenário atual e, assim, tentar explicar a importância que o café ganhou na cena gastronômica, em que os consumidores, cada vez mais bem informados, exigem qualidade.

Ex-editor do jornal argentino Clarín e colaborador de títulos como a revista Rolling Stone e o jornal Le Monde Diplomatique, Artusi passou meses pesquisando sobre a bebida e concluiu que o café vive sua fase de maior valorização. “É o novo vinho”, diz. Em torno do café, surge um mercado cada vez mais especializado, com profissionais que se dedicam a estudar o cultivo do grão, o processamento do produto e o preparo da bebida.

O título de “sommelier de café" ele passou a usar depois de fazer um curso sobre a bebida na Escuela Argentina de Sommeliers e criar o blog especializado homônimo  sommelierdecafe.com). “Decidi levar o café a sério”, afirma.

Artusi acredita que o café deve ganhar mais importância nos próximos anos. “Ele é a melhor lembrança que se leva de uma refeição”, disse ao Paladar, em entrevista por e-mail de Buenos Aires.

Como você vê a atual fase de café no mundo?

Estamos na “terceira onda” do café. A primeira foi a valorização dos cafés tradicionais, como aconteceu aqui na Argentina, e o resgate de métodos como o café filtrado, como houve nos Estados Unidos. A segunda começou com a abertura de redes como Starbucks, que espalharam a ideia de café de origem. Agora, a terceira onda é marcada pela busca de uma experiência mais satisfatória. A nova geração de consumidores exige preparações rigorosas, níveis ideais de qualidade e, com essa demanda, o barista ganhou importância. O especialista em preparar cafés voltou a ter peso.

Quando o café começou a ganhar tratamento especial?

No final da década de 1970, quando um grupo de ex-hippies californianos começou a abrir pequenas lojas de grãos especiais. Nos anos 1980, nos EUA, foi criada a Associação de Cafés Especiais da América, que até hoje zela pelas características do bom café. Foi uma resposta a bebedores mais exigentes, que se dispuseram a acabar de vez com o hábito inconsciente, irreflexivo e automático de tomar café ruim.

Quais foram as figuras mais importantes desse movimento?

Os pioneiros foram os fundadores das primeiras cafeterias especiais, como Erna Knutsen, uma norueguesa residente nos EUA, Paul Katzeff, entusiasta defensor da revolução nicaraguense (país conhecido pela qualidade de seus grãos), e Alfred Peet, imigrante holandês que levou de Amsterdã para Berkeley, no norte do Estado, sua paixão por cafés raros. Anos depois chegaram as cafeterias Blue Bottle, Intelligentsia e Stumptown, todas nos EUA, que elevaram o café a outro nível. A influência delas chegou à Europa e à Austrália e depois se espalhou como uma onda gastronômica.

Mudanças políticas em países como Colômbia e Quênia facilitaram a distribuição dos grãos?

O café é a segunda commodity do mundo, um negócio milionário que foi o tesouro de ditadores por anos. A democratização de países latino-americanos e alguns africanos flexibilizou o comércio. Mas o maior desafio é corrigir as injustiças dessa que é uma das indústrias mais desiguais do mundo.

Redes como a Starbucks democratizam o café?

Apesar da pecha de imperialista, a Starbucks teve influência positiva: difundiu pelo mundo a ideia dos cafés de origem (em muitas cidades, é impossível conseguir grãos da Etiópia, Sumatra ou Guatemala, por exemplo, fora da rede). Além disso, sua principal importância é ter introduzido uma nova geração de bebedores: os jovens, que tinham trocado o café por outras bebidas mais emocionantes.

A nova onda é a cafeteria torrar os próprios grãos?

O mercado está cada vez mais especializado e os especialistas em torrefação estão recuperando seu lugar, principalmente por conta da demanda do público, cada vez mais informado, que exige na xícara uma bebida de melhor qualidade.

No futuro o café será ainda mais importante à mesa?

Definitivamente. O café é o novo vinho. E, como o vinho, terá uma legião de especialistas que exigirão tipos de varietais (grãos single origin), formas de torrefação e métodos de preparação ainda melhores, para que se possa levantar a xícara e dizer “saúde!”.

Com informações Estadão Paladar de 24/7/2014

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