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30 set

Os inusitados cafés do Mundo!

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Já tomaram sua xícara hoje!? Que tal uma xícara de um café um tanto quanto inusitado, obtido através de fezes e cuspes de animais selvagens!?
Parece estanha e nojento não? Mas acredite, são esses um dos cafés mais valorizados hoje.


Considerado o café mais caro do mundo (US$ 600.00 por meio kilo), o Kopi Luwak (ou Civet Coffee) é com certeza também o mais exótico. O café vem normalmente das ilhas do arquipélago da indonésia, e também do Vietnam e sul da Índia. Kopi é a palavra indonésia para café e Luwak é o nome do animal da foto acima, o Asian Palm Civet (Paradoxurus hermaphroditus), uma espécie de gato herbívoro que habita as florestas da dita região asiática.

E a conexão entre o ‘gato’ e o café? Resposta: por alguma razão o animalzinho em questão adora banquetear-se com as frutinhas das árvores de café arábica da região, comendo apenas os grãos mais doces e maduros. O sistema digestivo do civeta não consegue digerir por completo as semente do café, mas retira a polpa do fruto. Com isso, as enzimas digestivas e bactérias do animal acabam por processar os grãos de uma forma "toda especial".


Muitas pesquisas comprovaram que o café passa por mudanças significativas enquanto ficam no sistema digestivo do animal. Depois que ele “libera” o café (depois que ele defeca os grãos), este material é tratado, higienizado, torrado e vendido a preço de ouro em diversos sites especializados. O valor pode chegar a US$ 600 por meio kilo, tornando-o o mais caro do mundo tendo sua bebida descrita com sabor aveludado, achocolatado e livre de qualquer sabor amargo residual. A questão mais delicada em sua produção, atualmente, está na crescente criação de civetas em cativeiro.

Também produzimos um café tão exótico quanto o Kopi Luwak aqui mesmo no Brasil. Trata-se do “Café do Jacu”, que é produzido em Domingos Martins, no Espírito Santo. O processo é parecido, mas o animal é diferente: o pássaro Jacú. O tão perseguido vilão das lavouras de café agora é o herói. Ele é responsável em produzir bebidas únicas quanto à qualidade e sabor e, consequentemente, valoriza a saca. O preço deste tipo de grão é tão caro quanto o grão da Sumatra, o Kopi Luwak.

A descoberta aconteceu quase sem querer em uma fazenda do Espírito Santo. Enquanto o dono da fazenda lutava contra a praga – os pássaros que comiam sua produção – ele ouviu falar sobre o café exótico da Indonésia e resolveu fazer testes. Batata! Um café de alta qualidade feito aqui, bem pertinho do estado de São Paulo. Agora, os métodos de produção foram revistos. A colheita é um pouco diferente. Somente os grãos secos e as cerejas são colhidos e depostados junto ao pé de café. Isso facilitará a alimentação do pássaro que faz “seu lanchinho” durante a noite. O próximo passo é colher as fezes do animal pela a manhã e encaminhar para o beneficiamento e higienização dos grãos.

Os colhedores apanham esse "pé-de-moleque" – o estrume do jacu fica feito um pé-de-moleque, com os cocos colados uns aos outros – e levam pra secar no terreiro. Depois, os grãos de café que o Jacu expele inteiros e envoltos por uma casca são separados manualmente. Então só fica faltando a operação de pilar o grão (beneficiamento) quando ele, perdendo essa sujeira do exterior, toma o aspecto de um café comum, verdinho, as duas metades iguais, da mesma forma que a gente vê em qualquer armazém. Aí é torrar, moer e partir pra xícara… com uma bebida de baixa acidez, doce, com aroma de chocolate e fruta, muito bem aceita no exterior.

“Este produto é uma raridade e tem qualidade, porque o bicho só come grãos maduros. Café bom é café colhido na hora certa e ninguém melhor que um pássaro para decidir a melhor hora”, brinca Henrique – Proprietário da fazenda Camocin onde é produzido o Café Jacu.

Na fazenda, o cultivo é no sistema de agrofloresta, ou seja, as plantas ficam imersas em meio a mata nativa. “Nós não conseguimos controlar o que o jacu come, então brincamos que o blend é determinado por ele. Além da fruta do café, a espécie adora comer frutas vermelhas”, explica.
Das duas toneladas produzidas por ano do Jacu Bird Coffee, 80% vai para países como França, Japão, Austrália e Estados Unidos

Um terceiro tipo de café exótico que vem ganhando os holofotes do mundo é produzido na vila de Zhanghu, em Taiwan. Um pequeno cafeicultor percebeu que os macacos existentes na região eram grandes consumidores dos frutos mais saudáveis de suas produções. Entretanto, ao contrário de outros fazendeiros, que os consideram uma praga, o fazendeiro notou que os mesmos aproveitam o exterior suculento das frutas vermelhas e descartam os grãos, que causam indigestão. Assim, diferente do Kopi Luwak e do Café do Jacu, os grãos não são excretados, mas cuspidos.
Visitantes de várias partes de Taiwan e do mundo vão à vila de Zhanghu para apreciar o novo tipo de café. De acordo com o produtor e alguns apreciadores, esse café é mais doce e apresenta uma nota de baunilha em seu aroma.

Então?! Se interessaram em provar algum!?

Fonte: Jeito Café: Agosto 2012

28 set

Conheça diferentes variações de uma das bebidas mais tradicionais do mundo

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Café tem praticamente 0% calorias 

Acostumado a tomar um cafezinho preto simples, um pingado ou um cappuccino? Nem todo mundo gosta de tomar uma xícara de café tradicional. Alguns aventureiros gostam de conhecer os sabores do mundo. Se você é um desses, confira uma lista de cafés indispensáveis:

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Espresso romano: O mais normal da lista, o espresso romano é servido com uma rodela de limão. De acordo com os criadores da mistura, a acidez da fruta realça o sabor do café.

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Kopi Luwaki: Também conhecido como café civeta, o Kopi Luwaki é produzido na Indonésia e nas Filipinas com grãos extraídos das fezes da civeta, mamífero que vive, normalmente, em florestas tropicais. O sabor se mantém exótico graças às enzimas e bactérias únicas da civeta, acumuladas durante o processo de digestão da semente, que passa intacta pelo sistema digestivo do animal, já que as civetas só ingerem a polpa do café. Na Inglaterra, uma xícara de Kopi Luwaki chega a custar 50 libras esterlinas, o equivalente a pouco mais de R$ 310.

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Café vietnamita: No Vietnã, é comum que o café seja ingerido após todas as refeições, como uma sobremesa. Para incrementar a receita, os vietnamitas acrescentam leite condensado e gema de ovo à xícara.

Kaffeost

Kaffeost: Popular na Finlândia, o Kaffeost é servido com um pequeno cubo de queijo no fundo da xícara. O queijo em questão é o Leipäjuusto, feito a partir do leite de vacas que deram à luz recentemente.

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Café de Olla: Este tradicional café mexicano é servido em um recipiente de argila, que faz com que a bebida tenha sabor distinto. Além disso, são acrescentados ao café um pouco de canela e piloncillo, doce feito de cana-de-açúcar, semelhante à nossa rapadura.

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Café do jacu: Genuinamente brasileira, esta bebida é produzida com café colhido das fazes do jacu, também conhecido como Penélope, ave de grande porte, comum em zonas de floresta. Depois de ingeridas e excretadas pela ave, o grão desenvolve sabor menos ácido e mais exótico. Um quilo do grão do café de jacu custa pouco menos de R$ 300.
Achou parecido com o Kopi Luwaki? Os produtores do café do jacu tiveram a ideia de “cultivar” o grão depois de uma viagem à Indonésia, onde conheceram o café feito à base de grãos colhidos das fezes da civeta.

Café de elefante

Café de elefante: Produzir grãos de café exóticos não é exclusividade de pequenos mamíferos e de aves. Na Tailândia, um canadense criou o Black Ivory Coffee, produzido a partir de grãos de café colhidos das fezes dos 20 elefantes que ele cria em sua propriedade. Um quilo do grão custa, aproximadamente, R$ 2,2 mil e uma xícara da bebida não sai por menos de R$ 100.

Zhanghu

Café de Zhanghu: Produzido na vila de Zhanghu, em Taiwan, esta bebida é produzida a partir de grãos cuspidos por macacos. O produtor da bebida percebeu que pequenos primatas invadiam sua fazenda e mastigavam o suculento exterior da fruta, mas deixavam o grão intacto. A partir daí, começou a produzir a bebida com o café cuspido pelos animais que antes considerava uma praga e hoje fatura cerca de R$ 400 por quilo do grão.

24 set

3ª ONDA DO CAFÉ DIMINUI LACUNA ENTRE PRODUTOR, TORRADOR E VENDEDOR

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

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Apreciadores de café estão cada vez mais atentos aos sabores, tipos, origem e novas formas de preparo da bebida. O público, ainda mais exigente, caracteriza a chamada “3ª Onda do Café”, movimento que valoriza as microtorrefações, a autenticidade e a exclusividade do produto, assim como a origem de produção e os processos pelos quais o grão passa. Com foco nesse público e nos produtores que seguem essa tendência, a Semana Internacional do Café – entre os dias 24 e 26 de setembro, no Expominas, em Belo Horizonte – traz uma programação que levará informações ao público, por meio de fóruns, palestras e seminários, sobre os diferentes tipos de cafés e as regiões de Minas que têm se destacado nessa produção.

Segundo a gerente de Agronegócios do Sebrae MG, Priscilla Lins, a 3ª Onda se caracteriza, principalmente, pela busca do conhecimento sobre as propriedades do café. Como 1ª Onda denomina-se o movimento referente à proliferação do consumo da bebida, principalmente depois da 2ª Guerra Mundial. Já a 2ª Onda é marcada pela melhoria da commodity, que priorizou grãos da espécie arábica, além da expansão do uso de máquinas de café espresso. “Atualmente, o que verificamos é que as cafeterias estão investindo em tecnologias e treinamentos de baristas para atender ao consumidor que busca qualidade e procura entender e conhecer mais sobre a qualificação da bebida, sua região de origem e peculiaridades”, ressalta.

A qualidade e as características da bebida estão diretamente relacionadas à forma de produção do café – pré-colheita e colheita, principalmente – e à sua indicação geográfica. As influências do ambiente, do processo produtivo e das pessoas envolvidas criam um fator diferenciador para o produto, que apresenta originalidade e características únicas, somente encontradas naquela região.

Em relação à Indicação Geográfica, há duas formas de classificação: IP (Indicação de Procedência) ou DO (Denominação de Origem). A primeira caracteriza-se pelo nome geográfico de um país, cidade, região ou localidade de seu território que se tenha tornado reconhecido como centro de extração, produção ou fabricação de determinado produto. Já a DO, além dessas especificações, indica, ainda, que um produto ou serviço possui características essencialmente relacionadas ao meio geográfico, incluídos fatores humanos e naturais: clima, solo, relevo, altitude, etc.

Em Minas Gerais, essa classificação baseia-se em suas quatro regiões produtoras – Cerrados de Minas, Matas de Minas, Sul de Minas e Chapadas de Minas –, cujas variações ambientais e climáticas influenciam diretamente nas características do café. “É evidente a variedade de sabores e aromas de cada ambiente. O consumidor que antes valorizava marcas de confiança e produtos de qualidade, hoje busca, principalmente, originalidade, autenticidade e prazer sensorial ao consumir a bebida”, salientou o zootecnista da Unidade de Agronegócios do Sebrae, Rogério Galuppo.
Cafés Especiais

Entre as diversas maneiras de identificar a qualidade de um produto, pode-se dizer que a combinação de espécie e variedade, condições de solo, altitude, relevo e clima, e principalmente os cuidados durante o cultivo, colheita, secagem, classificação, armazenamento e transporte são a base primordial para definir a qualidade do que poderá ser um café especial. Já as condições climáticas são variáveis, de difícil controle e resultam na flutuação de qualidade do café de um ano para outro.
Os cafés de qualidade podem ser consagrados pela raridade de sua produção e pela reputação de sua região de origem, seja por país, por região, por estado ou mesmo por uma única propriedade rural, os chamados single-origin. A Associação de Cafés Especiais do EUA (SCAA) define um café especial como tendo máximo de cinco defeitos no grão na amostra padrão, livre de impurezas e, principalmente, no mínimo 80 pontos na escala Specialty Coffee Association of America – SCAA ou Cup of Excellence. Já no Brasil, a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA) faz um trabalho identificando os cafés de maior qualidade no país, de maneira que o mercado possa se basear em uma premiação transparente para estabelecer o sobrepreço a ser pago por um café produzido com o cuidado necessário.
Cafés de Minas

Cerrado: Atitude empreendedora

• Responsável por 19% da produção mineira de café, com altitudes que variam entre 800 e 1300 metros, a região conta com terroir singular e estações climáticas bem definidas, resultando em cafés com identidade única e alta qualidade. Os cafeeiros são cultivados em 55 municípios e a cidade-polo é Patrocínio, município com a maior produção de café do Brasil.
• Aroma intenso, com notas variando de caramelo a nozes. Acidez delicadamente cítrica, similar à laranja, corpo moderado a encorpado, sabor adocicado e achocolatado e finalização de longa duração.
Sul: tradicionalmente mineiro

• Responsável por 50% da produção mineira de café, com altitude média de 950 metros, possui relevo montanhoso e estação chuvosa definida. É a mais tradicional das regiões produtores de café do estado mineiro, englobando 155 municípios, sendo Três Pontas o principal produtor.
• Bebida adocicada e encorpada, presença de chocolate e da acidez cítrica do limão siciliano, podendo também apresentar aroma floral.
Mantiqueira: tradição aliada à vanguarda

• Parte integrante do Sul do estado, está situada na Serra da Mantiqueira. Apresenta altitudes que variam de 900 a 1400 metros, possui relevo montanhoso e condições climáticas propícias à produção de cafés especiais. Composta por 25 municípios, é reconhecida pela busca constante da excelência na produção de cafés raros e surpreendentes.
• Aroma com notas de laranja-lima, corpo cremoso e denso, com sabor variando levemente de caramelo a laranja. Acidez viva, crítica, intensa e cristalina. Apresenta finalização doce, com leve toque de mel.
Matas de Minas: produção artesanal e comunitária

• Responsável por 25% da produção mineira com altitudes entre 600 e 1300 metros, relevo montanhoso e estação chuvosa bem distribuída. Os diferentes graus de exposição ao sol das lavouras conferem aos cafés uma ampla gama de agradáveis sabores. Conta com grande tradição na cultura cafeeira. Região composta por 63 municípios, polarizada pelo município de Manhuaçu.
• Acidez cítrica associada a uma agradável doçura, resultante da caramelização de açúcares, marcante pelo corpo e oleosidade da bebida, denotando nozes.
Chapada: excelência da cadeia produtiva

• Responsável por 6% da produção estadual, com altitudes que variam entre 700 e 1300 metros, conta com chapadões característicos, solos ricos em matéria orgânica e pluviosidade abundante, porém concentrada. A região engloba os vales do Jequitinhonha e Mucuri e é composta por 22 municípios, sendo Capelinha seu ponto central. Bebida encorpada, com bom aroma, baixa acidez e predomínio de nuances de chocolate e nozes.
Semana Internacional do Café

Criada em 2013, a SIC tem como principal objetivo reunir toda a cadeia produtiva do setor cafeeiro – nacional e internacional – em prol do crescimento social e economicamente sustentável do café brasileiro. Sediada em Belo Horizonte – Minas Gerais, estado responsável por 50% da produção da safra nacional, o evento movimenta anualmente milhares de profissionais e apreciadores de todo o mundo. Promovida pela Federação da Agricultura e Pecuária de Minas Gerais – Faemg, pelo Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas – Sebrae, pela Café Editora e pelo Governo de Minas Gerais, a SIC conta também com Patrocinadores Diamante Sistema Ocemg, Sescoop e Sistema OCB; Patrocinador Prata Sicoob Sistema Crediminas e Patrocinador Bronze Jacto.

Fonte: Sistema FAEMG

24 set

CAFÉS ESPECIAIS TERÃO NOVAS EMBALAGENS

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A Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil) uniu-se à Brazil Specialty Coffee Association (BSCA), à Bourbon Specialty Coffees, à Carmocoffees, à Klabin e à Videplast para desenvolver um projeto inédito que criará novas embalagens para o armazenamento de cafés especiais. A mudança será feita para manter o aroma e o sabor e preservar melhor as qualidades originais dos grãos, permitindo assim maior período de armazenamento.

Além disso, o projeto prevê melhor aproveitamento do espaço nos armazéns e no transporte, com consequente redução do custo logístico e de embalagem. Coordenada pelo professor Flávio Meira Borém da Universidade Federal de Lavras (UFLA), a iniciativa vai avaliar a viabilidade técnica e econômica do uso de embalagens capazes de preservar melhor a qualidade física e sensorial dos cafés especiais por longos períodos.

“Nossa expectativa é que os resultados desse trabalho sejam absorvidos em grande escala e de maneira rápida pelo mercado de café, que busca soluções mais eficazes. No primeiro momento, os cafés especiais serão priorizados por apresentar maior valor agregado. Posteriormente, os cafés commodity certamente irão optar pelas novas embalagens”, explica Vanusia Nogueira, diretora da BSCA e gerente do Projeto Setorial Cafés do Brasil, desenvolvido em parceria com a Apex-Brasil.

A preservação dos atributos sensoriais do café depende, essencialmente, das condições de armazenamento do produto, que possui um significativo período de estocagem. O prolongamento do tempo de armazenamento significa maior valor agregado ao produto, além de permitir que o cafeicultor defina o momento mais favorável para ofertar seu produto ao mercado.

Atualmente as embalagens para armazenagem de cafés especiais são importadas e apresentam alto valor de custo. Esse estudo brindará os cafeicultores e empresas brasileiras com um produto nacional de uma cadeia sustentável e reciclável. Em breve o café brasileiro será acondicionado em uma embalagem com maior qualidade, elevando assim a percepção de seus atributos para todos os consumidores. O relatório final dos diferenciais e a apresentação da nova embalagem serão realizados em abril de 2016.

23 set

PESQUISA DESVENDA SEGREDO SURPREENDENTE DO CAFÉ CONTRA O SONO

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

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Um estudo publicado na revista Science Translation Medicine diz quea cafeína é mais do que um estimulante, atuando na verdade de modo a desacelerar o relógio interno do corpo.

Um expresso duplo três horas antes de dormir atrasou a produção de melatonina, o hormônio do sono, em cerca de 40 minutos, dificultando o processo de adormecimento.

Como parte do estudo, células cultivadas em laboratório foram expostas à cafeína para verificar como alteravam seu ritmo.

Comprovou-se na ocasião que a droga foi capaz de alterar os relógios químicos que atuam em toda célula do corpo humano.

Um dos pesquisadores, John O’Neill, do Laboratório de Biologia Molecular de Cambridge, na Inglaterra, afirmou à BBC: "Se você estiver cansado e tomar um café à noite para ficar acordado, é uma má ideia, você terá dificuldades para adormecer e dormir o tempo suficiente."

Experimentos à meia luz

Em outra frente de pesquisa, cinco pessoas na Universidade de Colorado Boulder, nos EUA, foram trancadas num laboratório do sono por 50 dias.

E enquanto a exposição à luz é o nosso modo padrão de controle do relógio interno, eles passaram a maior parte do tempo sob uma luz muito suave.

Numa série de experimentos ao longo de um mês e meio, os cientistas mostraram que uma dose noturna de cafeína atrasou o relógio interno do corpo em 40 minutos.

Foi quase o impacto de três horas de luz forte na hora de dormir.
Segundo O’Neill, seria uma "completa especulação" tentar apontar um horário a partir do qual vetar o consumo de cafeína à noite, mas ele, pessoalmente, diz nunca beber café depois das 17h.

O pesquisador afirma que os resultados podem ajudar no tratamento de distúrbios do sono e de pessoas que acordam naturalmente muito cedo, para que mantenham a sincronia com o resto do mundo.
"Isso poderia ser útil em situações de jet lag. Se você estiver voando de leste para oeste, por exemplo, ingerir cafeína na hora certa do dia poderia acelerar o tempo que levamos para superar o jet lag", acrescentou.

Derk-Jan Dijk, da Universidade de Surrey, na Inglaterra, afirmou à BBC: "Indivíduos possuem diferentes níveis de sensibilidade à cafeína, e apreciadores de café com problemas de sono podem tentar evitar a bebida à tarde e à noite."

Ele diz ainda que pessoas "muito frequentemente" pensam ser "escravos" de seus relógios internos e que estão programados para acordar cedo ou tarde de forma definitiva.

"Esse e outros dados indicam claramente que podemos em alguma medida modificar esses ritmos e que parte das razões pelas quais dormimos tão tarde se relaciona a fatores como ingestão de cafeína e exposição à luz artificial durante a noite", afirmou.
Fonte: BBC Brasil (James Gallagher)

21 set

“Café compartilhado” – tome o café que alguém pagou ou deixe um café pago para alguém

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Fomos conhecer um café na Vila Madalena que pratica o “café compartilhado“, um sistema no qual você toma um café pago por alguém e pode fazer a mesma gentileza: deixar um café pago para outra pessoa. Esse hábito do “café pendente” surgiu por conta do livro The Hanging Coffee, no qual um personagem toma seu café e ao pagar a conta deixa pago dois cafés: o seu e um pendente para o próximo cliente que vier.

Cheguei ao Ekoa Café sem avisar, sem marcar horário, simplesmente fui. Chegando lá já vi um quadro falando sobre o café compartilhado, e que haviam 3 cafés cedidos, vejam o quadro (quando tirei a foto já havia sido apagado um dos cafés) :

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Então, junto com o café, chegou um simpático bilhete anônimo da pessoa que o deixou pago:

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E tomei o café com uma sensação mais do que boa de fazer parte dessa “corrente do bem”. Posteriormente, pedi pra falar com a proprietária, e então a Marisa me contou que realmente a inspiração veio por conta do livro citado acima, que a ideia funciona há 3 anos, e que desde então já ouviu várias histórias inspiradoras por conta desses atos de bondade, onde a citação“Gentileza gera Gentileza” é elevada a um outro patamar.

Marisa me contou também que escolheu o café como o ‘objeto’  de compartilhamento por conta do custo ser mais acessível, mas que já houveram pessoas que pagaram almoços, pratos específicos, sobremesas e tudo mais que possa ser compartilhado com o próximo. Disse ainda que compartilha da mesma ideia que eu, de que é uma eterna otimista, e fica impressionada com a quantidade de pessoas que duvidam que esse tipo de ideia não daria certo no Brasil, duvidando se o café será entregue e por aí vai.

Fica aqui uma grande lição para todos nós de que sim, temos Razões para Acreditar num mundo melhor. E para quem está se perguntando, sim, também deixei um café compartilhado com um bilhetinho.

A história que me fez conhecer o “café pendente” foi essa aqui:

“O café pendente”

“Entramos em um pequeno café, pedimos e nos sentamos em una mesa. Logo entram duas pessoas:
– Cinco cafés. Dois são para nós e três “pendentes”.
Pagam os cinco cafés, bebem seus dois e se vão. Pergunto:
– O que são esses “cafés pendentes”?
E me dizem:
– Espera e vai ver.
Logo vêm outras pessoas. Duas garotas pedem dois cafés – pagam normalmente. Depois de um tempo, vêm três advogados e pedem sete cafés:
– Três são para nós, e quatro “pendentes”.
Pagam por sete, tomam seus três e vão embora. Depois um rapaz pede dois cafés, bebe só um, mas paga pelos dois. Estamos sentados, conversamos e olhamos, através da porta aberta, a praça iluminada pelo sol em frente à cafeteria. De repente, aparece na porta, um homem com roupas baratas e pergunta em voz baixa:
– Vocês têm algum “café pendente”?

Esse tipo de caridade, apareceu pela primeira vez em Nápoles. As pessoas pagam antecipadamente o café a alguém que não pode permitir-se ao luxo de uma xícara de café quente. Deixavam também nos estabelecimentos, não só o café, mas também comida. Esse costume ultrapassou as fronteiras da Itália e se difundiu em muitas cidades de todo o mundo.”

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Alguns bilhetes:

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Fonte: Hypeness

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