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30 maio

Mascara caseira de café para o rosto

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Uma receitinha caseira, muito pedida lá no meu Snapchat/Mundofeminice e por amigas que já testaram e aprovaram, a mascara facial caseira de café!

Ela é composta por SOMENTE 2 ingredientes e a forma de faze-la é mais fácil ainda:

-01 colher (de sopa) de café

-01 colher (de sopa) de leite de soja (liquido)anfias

Agora é so misturar em um recipiente e aplicar no rosto, em movimento circulares e deixar agir por 15 minutos. Ao aplicar a mascará em movimentos circulares você realiza uma esfoliação na sua pele, que ajuda na redução de cravos (ocasionados por impurezas).

O café contêm propriedades que melhoram o aspecto de nossa pele, auxiliando na firmeza e vitalidade, além de auxiliar na esfoliação. Já o leite de soja, por sua vez, é um excelente esfoliante, funcionando também como um ótimo hidratante, que mantém a pele macia e suave, já que nossa pele pode ficar opaca devido à presença de pele morta.

Fonte: agnocafe.com.br

23 maio

Hummm… cheirinho de café! Dia Nacional do café

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Dia Nacional do Café
dia-do-cafe-2016-b

O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!

O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como ‘terra roxa’) que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os “Barões do café”, donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do “café com leite”?!

Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!

Fonte: http://www.smartkids.com.br/data/24-maio-dia-nacional-do-cafe

23 maio

ABIC aproveita o dia 24 de Maio para dar início à sua nova campanha de marketing

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Marketing e Compromisso com a Qualidade marcam as comemorações do Dia Nacional do Café

– ABIC aproveita o dia 24 de Maio para dar início à sua nova campanha de marketing e também para lançar um desafio às indústrias associadas, convocando-as a reafirmar o seu Compromisso com a Qualidade do Café e com o Consumidor

Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data exclusiva para ser comemorada: 24 de Maio – Dia Nacional do Café. Incorporada ao Calendário Brasileiro de Eventos por sugestão da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, a data simboliza a época da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por toda a cadeia produtiva, da produção aos consumidores, passando pelas indústrias e varejo.

Este ano, a ABIC inova nas comemorações com dois lançamentos: a sua campanha de marketing 2016, que desta vez inclui, além das donas de casa, também os jovens e o varejo supermercadista; e com o inédito Compromisso com a Qualidade, programa que tem como objetivo estimular indústrias de todo o país para que permaneçam investindo continuamente na melhoria da qualidade de seus produtos.

Mais qualidade, mais aroma e sabor

“A safra brasileira de café que começa a ser colhida mostraser uma das melhores em qualidade nos últimos anos. Frutos com maturação uniforme e muitas cerejas maduras nos cafeeiros indicam que estes grãos vão produzir cafés excelentes. É esta qualidade excepcional da safra de café que desejamos que seja também destinada à mesa dos consumidores brasileiros”, diz Ricardo de Sousa Silveira, presidente da ABIC. Para ele, sabor e aroma superiores vão identificar os bons produtos.

Exatamente por isso, a ABIC, que além de representar a indústria de café nacional também gerencia importantes programas de autorregulamentação e certificação de pureza e qualidade, decidiu aproveitar o Dia Nacional do Café para reafirmar o seu Compromisso com a Qualidade do Café. “Queremos que os brasileiros possam degustar diariamente cafés com qualidade ainda melhor, em todas as categorias, Extra Forte, Tradicional, Superior e Gourmet”, diz Ricardo Silveira, lembrando que o Compromisso com a Qualidade é também um Compromisso com o Consumidor.

A ABIC vai estimular as indústrias de café para que também reafirmem os seus Compromissos com a Qualidade do Café. “O Programa de Qualidade do Café – PQC, complementado pelo Programa de Pureza, serão as ferramentas para impulsionar estes compromissos. Mais marcas de café com certificação e monitoramento amplo, vão garantir esta conquista. Estimulo ao lançamento de novos produtos, inovação e seleção mais rigorosa das matérias-primas utilizadas vão, com certeza, contribuir ainda mais com a qualidade”, diz o presidente.

Para Ricardo Silveira, o setor tem que ampliar a oferta de produtos que atendam ao interesse crescente dos consumidores, que estão mais informados e desejosos de experimentar cafés com mais qualidade e diferenciação. É o que mostram as pesquisas recentes da ABIC, feitas pelo Euromonitor, que indicam um aumento da procura por cafés certificados e garantidos quanto à qualidade, seja entre os cafés Extra Fortes e Tradicionais, como entre os Superiores e os Gourmet, que são as diferentes categorias de qualidade do produto.

“O consumidor brasileiro deseja e merece cafés com mais qualidade, em todas as categorias, com mais sabor, aroma e pureza e que serão o resultado deste empenho e do compromisso das indústrias. Estamos, ABIC e indústrias de café, unidas pelo Compromisso com a Qualidade do Café”, conclui Silveira.

Campanha 2016: inovações

Com investimentos próprios estimados em R$ 2 milhões, a campanha de marketing da ABIC terá novidades este ano. Com início em 24 de maio, Dia Nacional do Café, a campanha, com quatro meses de duração, desta vez inclui jovens e redes supermercadistas como públicos-alvo, atingindo um número maior de pessoas em todo o País e marcando presença não só na televisão, mas também na Internet.

“No ano passado, a campanha era focada apenas nas donas de casa, que continuam sendo importantes pela decisão de compra e volume comprado de café. Mas, agora, vamos trabalhar também os jovens, que têm ampliado o seu consumo, e as redes supermercadistas, para aumentar a presença do produto nas gôndolas”, explicou Lígia Repetto, diretora de atendimento da agência Havas.

O plano de mídia estabelecido adota diferentes estratégias para atingir os três públicos-alvo (jovens, donas de casa e supermercadistas), a partir da seleção dos veículos e assuntos que mais atraem cada um deles. Para atrair o público jovem consumidor de café, por exemplo, na faixa de 15 a 29 anos – que soma cerca 43 milhões de pessoas no Brasil – os anúncios serão veiculados na Internet e irão valorizar os benéficos do café para a saúde. Com 10% da verba total, o foco serão anúncios principalmente nas redes sociais, como Facebook, Youtube e Instagram, as mais acessadas.

“O público jovem é uma novidade e é muito oportuno usar esse tema da saúde para atingí-lo. No Facebook, vamos explorar a beleza do post, com imagens atrativas, mas também com textos informativos”, disse Ligia. Os posts devem mostrar, por exemplo, que tomar uma xícara de café pela manhã, antes de praticar exercícios, traz benefícios para a saúde. Já no Youtube, serão feitos anúncios no formato de vídeos ou animações (pre-roll), que são inseridos antes de outros vídeos da rede social com conteúdos relacionados ao tema da campanha. “Aqui o desafio foi criar um vídeo com conteúdo que prenda a atenção das pessoas por mais de oito segundos, para que ela não pule o anúncio. Vídeos tutoriais, que explicam como fazer um café diferente, por exemplo, funcionarão muito bem”, afirmou. No Youtube, a previsão é comprar 9,5 mil visualizações. Já no Facebook e Instagram serão comprados mais de 94 mil cliques. Nessas redes sociais, se paga o anúncio de acordo com o número de pessoas que se deseja atingir.

Segundo a diretora da Havas, como a campanha terá maior tempo de duração este ano, mas evitando o período das Olimpíadas – quando os espaços para anúncios são mais procurados e ficam mais caros – os resultados na Internet poderão ser ainda melhores do que no ano passado e haverá uma divisão em duas fases. Na primeira fase da campanha, o objetivo será ampliar o alcance e conhecimento da ABIC e do conteúdo apresentado no Facebook e Instagram, atingindo o maior número de jovens possível. Ao mesmo tempo, serão veiculados banners em sites especializados e direcionados para esse público. Já na segunda fase, será feita uma campanha de sustentação no Facebook e Instagram com posts pagos, junto com os anúncios no Youtube.

Para atingir as redes supermercadistas, por sua vez, a estratégia são os anúncios em revistas especializadas, com grande penetração entre esse público, além de banners nos sites mais acessados por eles e envio de e-mail marketing. Os anúncios para esse público devem somar também cerca de 10% do investimento total da campanha e o objetivo é melhorar o gerenciamento da categoria café nos supermercados, ganhando mais destaque nas gôndolas ao atingir proprietários, diretores, gerentes e compradores das redes.

A maior parte do investimento da campanha, 80%, será destinada para alcançar as donas de casa, com foco nas mulheres da classe C consumidoras de café, um universo de cerca de 10 milhões de pessoas, que geralmente decidem o que vai ser comprado em suas casas. Entre esse público, o objetivo é reforçar o Selo de Pureza ABIC e a imagem da entidade como certificadora de cafés puros e de qualidade. Para esta faixa, os meios de comunicação com maior penetração são a televisão aberta e paga, que agora também receberá anúncios e não estava incluída na última campanha.

Na televisão aberta, a estratégia será semelhante a do ano passado, que foi bem sucedida ao optar por ações de merchandising no programa “Mais Você”, apresentado por Ana Maria Braga na Rede Globo, e em outros programas como o “Hoje em Dia” da Record, o “Dia a Dia” da Band, e o “A Tarde é Sua”, da Rede TV. Já na televisão paga, há opções como o anúncio no formato “momento do break” (anúncio personalizado no intervalo do filme exibido) no canal Megapix e ações nos canais Universal e Fox, alguns dos que possuem maior audiência.

17 maio

Com maracujá e café, casal aposta em cerveja artesanal sustentável

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Daniela Ayres e Lucas Soares Do G1 Sul de Minas

No Sul de Minas, Paraisópolis, Extrema, Monte Verde e Santa Rita do Sapucaí são alguns dos locais onde há microcervejarias (Foto: Daniela Ayres/ G1)
Em expansão, mercado já conta com microcervejarias artesanais em cidades como Paraisópolis, Extrema, Monte Verde e Santa Rita do Sapucaí (Foto: Daniela Ayres/ G1)

"Beber menos para beber melhor" é a palavra de ordem para quem é adepto da moda "faça a sua própria cerveja". No Sul de Minas, um casal apaixonado por cerveja artesanal resolveu levar esse lema ao extremo e investir em um projeto de fábrica sustentável. Ali, na zona rural de Paraisópolis (MG), tudo se aproveita: do bagaço dos insumos usados na fermentação da bebida ao potencial produtivo da fazenda onde a produção acontece.

Casal investe na produção de cervejas artesanais em fábrica na zona rural de Paraisópolis (Foto: Lucas Soares/G1)
Casal investe na produção de cervejas artesanais
em fábrica na zona rural de Paraisópolis
(Foto: Lucas Soares/G1)

"Até o meu casamento [em 2015], eu não gostava, mas aí você vai aprendendo a gostar porque você vê que tem um sonho, um potencial de crescimento. A gente faz um produto único, que ninguém mais faz e, quando você chega e ouve elogios, é muito gratificante. A gente é sócio por lei, mas faz por puro prazer. O sonho de um é o sonho de outro", diz Júnia Falcão, que é carinhosamente interrompida pelo marido. "Se ela não tivesse entrado, esse projeto não sairia", garante o engenheiro Fabrício Almeida.

A paixão pela cerveja artesanal é tanta que, até no casamento, os dois produziram e serviram a própria criação. Um preparo de seis meses para obter 400 litros da cerveja exclusiva, servida apenas na festa com os amigos.

"O brinde do casamento foi uma garrafinha com os nossos nomes. Foi um sucesso e aí a gente viu que aquele produto estava bom e bem aceito. As outras bebidas destiladas sobraram todas, mas a cerveja toda foi consumida. Foi aí que a gente andou com o plano", conta Fabrício.

Casamento de Fabrício e Júnia foi comemorado com cerveja artesanal produzida pelo casal (Foto: Arquivo Pessoal)
Casamento de Fabrício e Júnia foi comemorado com cerveja artesanal produzida pelo casal
(Foto: Arquivo Pessoal)

De hobby a investimento
Quando descobriu os vários sabores que uma cerveja pode proporcionar ao paladar, Fabrício começou a estudar o assunto. Era 2006 e ele confessa que produzir a bebida ainda era um projeto muito distante. Em 2010, ele comprou os equipamentos e arriscou fazer sua receita na cozinha de casa mesmo. "E aí foi virando um hobby. É um hobby bom que, se der errado, você bebe toda a produção", diverte-se.

É um hobby bom, que se der errado, você bebe toda a produção"

Fabrício Almeida

Com o apoio de Júnia, o hobby ganhou força e foi parar na fazenda dos pais dele, onde, em 2015, surgiu uma das poucas microcervejarias artesanais do Sul de Minas. "O investimento para montar a fábrica é muito alto. A gente tinha facilidade de ter uma área dentro da fazenda, onde já se produzem vários produtos que são consagrados pela qualidade. Então, tem o café, que já foi premiado como o melhor do Brasil, suínos, derivados como linguiça e torresmo, que são famosos, mandioca orgânica, feijão. A gente quis estar neste micro-clima que favorecesse isso também", conta.

Reaproveitar o malte na alimentação animal e o lúpulo, cheio de proteínas, nos compostos orgânicos que adubam a fazenda enriqueceu a história da bebida, que ainda tem uma distribuição restrita a mercados de Minas Gerais e interior de São Paulo.

Fabrício e o pai na lavoura de café: produto campeão também entra na receita da cerveja artesanal (Foto: Lucas Soares/G1)
Fabrício e o pai na lavoura de café: produto campeão também entra na receita da cerveja artesanal
(Foto: Lucas Soares/G1)

Entre plantações e bebida
Todo final de semana, Júnia e Fabrício saem do interior de São Paulo, onde tocam suas carreiras profissionais, e voltam para a terra natal, no Sul de Minas, para passar sábado e domingo em meio a estufas, plantações e esteiras de envase. Mensalmente, 4,5 mil litros de cinco tipos de cervejas saem da fábrica que eles montaram há cerca de 1 ano.

Casal se reúne aos finais de semana para produzir cerveja na zona rural de Paraisópolis (Foto: Lucas Soares/G1)
Casal se reúne aos finais de semana para
produzir cerveja na zona rural de Paraisópolis
(Foto: Lucas Soares/G1)

Até o pai de Fabrício, o agrônomo Paulo Sérgio de Almeida, entra no desafio. "Eu degusto, checo como estão as estufas enquanto eles não estão aqui", conta. É ainda influência do trabalho do senhor Paulo as características sustentáveis da microcervejaria.

"Nós temos um trabalho diferenciado já desde 2000 com café orgânico", conta, orgulhoso, o agrônomo, que é referência na produção de cafés especiais e em 2001 ganhou um prêmio internacional de qualidade.

Agora, ele vê o filho seguir o mesmo caminho com outra bebida que aprecia bastante. O café usado na cerveja escura de Fabrício e Júnia ou o maracujá que confere sabor e refrescância à de trigo resultam do cultivo orgânico desenvolvido pelo senhor Paulo há décadas.

"Com a ideia de trazer a cervejaria, agregaram duas coisas de altíssimo valor, de fazer um produto nobre, que não existe no mercado. E agora juntaram as duas coisas, o café e a cerveja- uma cerveja que vai o meu café campeão dentro dela", comemora.

De pai para filho: produção orgânica de café se reflete na microcervejaria, Paraisópolis (Foto: Daniela Ayres/ G1)
De pai para filho: produção orgânica de café e maracujá se reflete na microcervejaria
(Foto: Daniela Ayres/ G1)

Aposta no futuro
Embora ainda não consiga viver exclusivamente da produção artesanal, o casal cervejeiro do Sul de Minas tem planos ambiciosos para o investimento. A conquista da medalha de prata no Festival Brasileiro da Cerveja em Blumenau (SC), realizado em março de 2016, foi um dos sinais de que os dois estão no caminho certo.

"É um projeto de vida. A gente pega como comparativo os Estados Unidos", diz Fabrício. "Lá, a cerveja artesanal representa 10% do mercado, enquanto, no Brasil, a gente está com menos de 1% do mercado [explorado] ainda, ou seja, tem um potencial muito grande e um interesse cada vez maior dos consumidores em ter um produto diferenciado", avalia.

Minas Gerais é o segundo maior estado produtor de cerveja, cervejas artesanais, Sul de Minas (Foto: Daniela Ayres/ G1)
Minas Gerais é o segundo maior estado produtor
de cervejas artesanais no Brasil
(Foto: Daniela Ayres/ G1)

Mercado em expansão
Cerca de 1,2 milhão de litros de cerveja artesanal são produzidos por mês em Minas Gerais. A estimativa é da Associação Mineira de Cervejeiros Artesanais (Acerva Mineira) e considera as 30 fábricas montadas, registradas e com produção regular em todo o Estado.

"Nossa produção só perde para a de Santa Catarina. Somos o segundo maior produtor de cerveja do país, mas, mesmo assim, o número de fabricantes é subestimado. No Sul de Minas mesmo não temos esse controle", diz Kelvin Azevedo de Figueiredo, diretor da Acerva Mineira.

Exemplos como o de Paraisópolis (MG), cuja microcervejaria é legalizada, ainda são raros na região. Monte Verde, distrito pertencente a Camanducaia (MG), Santa Rita do Sapucaí (MG) e Extrema (MG) são outras localidades que começam a ter investimentos nesse setor.

"Há muitos produtores que ainda não têm cadastro, fazem em casa e para amigos somente, além daqueles que usam as instalações de outros fabricantes para produzir a sua própria cerveja. Podemos estimar por baixo que em Minas encontramos pelo menos 3 mil cervejeiros", calcula, tomando ainda por base a matrícula de mais de 2 mil alunos em cursos de sommeliers, com mais de 100 formados apenas em Belo Horizonte (MG).

Em Monte Verde, microcervejaria desenvolveu cinco tipos de bebidas próprias (Foto: Daniela Ayres/ G1)
Em Monte Verde, microcervejaria desenvolveu cinco tipos de bebidas próprias (Foto: Daniela Ayres/ G1)

MG já teve mais de 200 cervejarias, diz associação
Segundo Figueiredo, a bebida começou a se fortalecer como empreendimento no Estado há quatro anos. Hoje, a produção segue uma tendência popularizada nos Estados Unidos, mas, de certa forma, retomaria uma tradição.

"Um de nossos associados começou uma pesquisa que mostra que em Minas Gerais já tivemos mais de 200 cervejarias, montadas por alemães e suíços que vieram trabalhar em rodovias e ferrovias. Há relato de cervejaria dentro de igrejas. Coisa de 70 anos atrás", conta o diretor da Acerva.

"Agora retomar essa produção, mesmo com os impostos sobre o setor (que equivaleriam a 65% do valor do produto) e com o dólar alto, é atrativa novamente pelo acesso a insumos de qualidade, ainda que importados. A qualidade, a possibilidade de produzir algo próprio, de fazer parte de uma cultura que usa técnicas antigas e que, ao contrário do vinho, possui mais de 200 estilos, entre tipos e subtipos, motiva muito o cervejeiro", garante Figueiredo.

Dono de loja especializada em cervejas artesanais em Monte Verde, MG, Rafael Lima garante que setor tem fôlego para crescer na região (Foto: Daniela Ayres/ G1)
Dono de loja especializada em cervejas artesanais, Rafael Lima garante que setor tem fôlego para crescer
(Foto: Daniela Ayres/ G1)

Paixão e lucro
Rafael Santos Lima sabe como é a sensação descrita pelo diretor da Acerva. Dono de uma loja especializada na bebida em Monte Verde (MG), distrito de Camanducaia (MG), Lima trabalha com cerca de 200 rótulos do Brasil e de diversas partes do mundo, mas há um ano e meio desenvolveu a sua própria receita.

Dicas do sommelier Rafael Lima:

– Cervejas escuras e de trigo são mais encorpadas e combinam com o clima frio. As escuras, especialmente, vão bem com sobremesas e carnes

– Cervejas do estilo pielsen e claras combinam com pratos leves, como saladas e frutos do mar

– Cervejas tipo lambic, aquelas feitas com frutas, combinam com o verão e harmonizam bem com chocolate branco

"Eu faço em casa. Tenho a minha própria receita e gosto de dividir isso com os amigos", conta Lima, que também é sommelier (profissional com amplo conhecimento de bebidas) especializado em cerveja.

"Não é difícil. É como uma receita de bolo. E um equipamento com capacidade para 20 litros sair em torno de R$ 500. Se você comparar, uma cerveja puro malte leva 21 dias para ser feita em casa e uma garrafa de 600 ml sai a R$ 2, enquanto no mercado ela custa R$ 20", exemplifica.

Nas prateleiras da loja, Lima encontra um motivo a mais para que a moda da cerveja artesanal ganhe cada vez mais adeptos na região. Uma garrafa de 750 ml com uma cerveja que leva pouco mais de 1 ano para ficar pronta custa R$ 400. Outra, com fabricação dividida entre Alemanha e Estados Unidos, chega a ser comercializada a R$ 110.

As cervejas artesanais brasileiras e, em especial, as sulmineiras ainda estão longe desse mercado hipervalorizado. Mas, segundo o sommelier, é justamente a criação de uma cultura, de uma história envolvendo o produto que o torna especial para o consumo. "O mercado está em ascensão. Estamos saindo das chamadas "american larger" [o tipo de cerveja mais comercializado em supermercados e bares do país]. O que procuramos agora são os sabores", afirma.

12 maio

Museu do Café realiza atividades culturais relacionadas a café neste mês de maio de 2016 durante 14ª Semana Nacional de Museus

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MUSEO DO CAFÉ

Localizado no edifício da antiga Bolsa Oficial de Café, no Centro Histórico de Santos – SP, o Museu do Café, instituição da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo, tem como objetivo preservar e divulgar a história do café no Brasil e no mundo por meio de exposições e atividades culturais.

Nesse sentido, aproveitando a 14ª Semana Nacional de Museus, apresenta ao público uma sequência de palestras, bate-papos e caminhada pelo Centro Histórico para compreender um pouco mais sobre paisagens culturais relacionadas ao café. E, justamente com essa temática, que o Instituto Brasileiro de Museus – Ibram apresenta seu evento: “Museu e Paisagens Culturais”, com diversas ações nos dias 16 a 22 de maio. No Museu do Café, as atividades serão realizadas nos dias 16 a 20 do mesmo mês.

O ciclo de palestras tem início no dia 16, com o tema: “Paisagem Cultural sob a Perspectiva do Turismo”, ministrada pelos guias turísticos da região, às 10h. A ideia é apresentar a importância da relação da proposta do evento com os museus e também fazer uma imersão nas demais atividades que compõem a programação do Museu do Café. No dia 17, às 10h, acontece uma caminhada pelo Centro Histórico com a temática “Roteiro do Café”, abordando a paisagem cultural do café e todas as transformações impulsionadas pelo dinheiro proveniente das negociações do grão no meio urbano de Santos.

No dia 18, também às 10h, as atividades continuam com o bate-papo do ex-técnico do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – Iphan, José Saia Neto. O especialista vai ao Monte Serrat, outro importante ponto turístico de Santos localizado no Centro Histórico, para apresentar os conceitos de paisagem cultural com base em exemplos encontrados na cidade de Santos e a relação Café-Porto-Ferrovia. Ainda nessa linha de roda de conversa, os pesquisadores do Museu conduzem outro bate-papo: “O patrimônio imaterial como elemento agregador ao conceito de Paisagem Cultural”, no dia 19, às 10h.

Fechando a programação, o professor, turismólogo e guia de turismo, Renato Marquesine, irá ao Museu falar sobre “Paisagem Cultural e Meio Ambiente”. Marquesine conta com vasta experiência no ramo e sua atividade será realizada no dia 20, com início previsto também para 10h.

Todas essas atividades são gratuitas e as inscrições podem ser feitas pelo e-mail inscricao@museudocafe.org.br. O Museu do Café fica na rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça a sábado das 9h às 17h; e aos domingos entre 10h e 17h. Contudo, para a visitação os ingressos custam R$ 6; estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Aos sábados, a visitação é gratuita. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado, das 9h às 18h, e aos domingos das 10h às 18h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br.

14ª Semana Nacional de Museus – Museus e Paisagens Culturais

  • Palestra “Paisagem Cultural sob a Perspectiva do Turismo”
    Local: Museu do Café
    Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos – SP
    Data: 16/05 – horário: 10h – Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br
  • Caminhada “Roteiro do Café”
    Local: Museu do Café
    Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos – SP
    Data: 17/05 – horário: 10h – Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br
  • Bate-papo “Os conceitos de paisagem cultural com base nos exemplos encontrados na cidade de Santos e sua relação com o Café-Porto-Ferrovia”, com José Saia Neto, ex-técnico do Iphan
    Local: Monte Serrat
    Endereço: Praça Correia de Mello, 33 – Centro Histórico – Santos – SP
    Data: 18/05 – horário: 10h – Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br
  • Bate-papo “O patrimônio imaterial como elemento agregador ao conceito de Paisagem Cultural”, com os pesquisadores do Museu do Café
    Local: Museu do Café
    Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos – SP
    Data: 19/05 – horário: 10h – Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br
  • Palestra com o professor Renato Marquesine “Paisagem Cultural e Meio Ambiente”
    Local: Museu do Café
    Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro Histórico – Santos – SP
    Data: 20/05 – horário: 10h – Inscrições gratuitas: inscricao@museudocafe.org.br
03 maio

Tomar café reduz risco de morte prematura, diz estudo

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Segundo o estudo, tomar pelo menos cinco xícaras de café por dia pode reduzir o risco de morte por doenças cardíacas, cerebrais e diabetes

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Um estudo publicado na revista Circulation revelou que beber ao menos cinco xícaras de café por dia reduz o risco de morte prematura por doenças cardíacas, cerebrais e diabetes. As informações são do site da revista Times .

Os pesquisadores acompanharam 208.500 pessoas ao longo de 30 anos. Os voluntários tiveram que responder sobre seus hábitos de saúde e alimentares e qual era seu consumo de café. As perguntas eram repetidas a cada quatro anos.

Porém, os resultados não puderam confirmar se o café está diretamente ligado a uma vida mais longa, mas os cientistas afirmaram que seus compostos são conhecidos por ajudar a reduzir a resistência à insulina ou inflamação, o que pode resultar em uma saúde melhor.

Entre aqueles que nunca fumaram, o risco de contrair doenças foi ainda menor. A pesquisa ainda revelou que aqueles que preferem o café descafeinado também tem menos chance de morrer prematuramente. Os pesquisadores disseram que isso pode sugerir que “outros componentes do café, além da cafeína podem desempenhar um papel benéfico para a saúde”. Com informações do Terra.

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