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16 dez

História do Café

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

História do Café

Era uma vez…
A história do café é rodeada de lendas que explicam a sua possível origem. Uma das mais aceitas e difundidas conta que no século III d. C. , na região da Absínia, atual Etiópia, vivia um pastor de cabras chamado Kaldi.
Um dia, observando as suas cabras, Kaldi percebeu que após ingerir o fruto do café, elas ficavam mais agitadas e revigoradas. Curioso com aquilo que havia observado, Kaldi  decide então provar o fruto e tem a mesma sensação de vigor que havia notado nas cabras.
Kaldi comentou o ocorrido com um monge da região, que decidiu levar alguns frutos até o monastério local. Lá, os monges utilizaram os frutos em infusão e perceberam que ao beber o líquido permaneciam mais tempo acordados em suas longas horas de oração e leituras do breviário.
Rapidamente, a descoberta se espalhou por vários monastérios, criando demanda para a bebida.

Os primeiros cultivos do Café
As evidências botânicas sugerem que os primeiros cafés são originários da Etiópia, centro da África, onde ainda compõem a vegetação natural. O cultivo iniciou no Yemen, na Península Arábica, por volta de 575, onde os frutos eram consumidos in natura. Acredita-se que os persas levaram-no para a Etiópia no século VI d.C., período  que invadiram a região.
A Arábia foi então a responsável pelo cultivo e propagação da cultura do café. Porém, o nome café não é originário da Kaffa, local de origem da planta, e sim da palavra árabe qahwa, que significa vinho. Por esse motivo, o café era conhecido como "vinho da Arábia" quando chegou à Europa no século XIV.
O café era considerado um produto precioso para os árabes, que tinham total controle do cultivo e preparo da bebida, proibindo inclusive a aproximação de estrangeiros às plantações. As sementes só poderiam sair do país em pergaminhos – prática proibida pelo governo árabe- do contrário elas não brotavam.
A partir de 1615 o café produzido pelos árabes começou a ser consumido na Europa, trazido por viajantes em viagens ao Oriente. O monopólio árabe durou até o século XVII, quando então os holandeses conseguiram produzir as primeiras mudas em suas colônias, seguido pela França, que também passa a investir na produção do fruto.
Rapidamente, o cultivo do café dominou outras terras colonizadas pelos europeus, especialmente nas colônias da África e América Latina, devido a maior adaptação da planta em regiões de clima tropical.

Um cafezinho? Só se for agora!
Beber o famoso cafezinho tem suas origens na cultura árabe. A fruta era consumida no seu estado puro, com o intuito de ser um estimulante. Por ser muita usada por viajantes em longas viagens o fruto foi macerado e misturado à gordura animal.
Em 1000 D.C. o café tem a  sua primeira transformação e seu preparo passa a ser feito pela infusão das cerejas.  No século XIV é desenvolvido o processo de torrefação e o saboroso cafezinho ganha aspecto parecido com os dias de hoje. Rapidamente, o café entra para o cardápio do mundo árabe e em seguida atinge a Europa durante a expansão do Império Otomano.

O Café no Brasil
E por que não? Essa foi a pergunta que os portugueses fizeram ao perceber que as terras brasileiras renderiam boas xícaras de café. Porém, os portugueses não possuíam nenhuma muda para cultivo e precisavam encontrar uma forma de conseguí-la.
As portas para o café no Brasil se abrem então em 1727, quando o Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta recebeu a missão do governador do Pará de buscar algumas mudas na colônia vizinha, a Guiana Francesa. Não foi uma tarefa fácil, pois a Guiana seguia ordens expressas da França para o não-fornecimento, porém algumas sementes conseguiram atravessar a fronteira sãs e salvas para o cultivo.
Com a cultura da cana-de-açúcar e do algodão em crise, o café facilmente assume o cenário brasileiro. Logo, plantações surgiram no Maranhão, Bahia, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Paraná.
No século XIX, a produção cafeeira ganha uma tímida projeção internacional, favorecida pelas crises de produção nos principais exportadores: Java sofre com as pragas e o Haiti trava uma longa guerra contra a França por independência. Em 1779, o Brasil atinge 79 arrobas, número ainda pouco expressivo para quem busca espaço na exportação.
No entanto, em 1806, o café brasileiro conquista o paladar europeu e as exportações atingem 80 mil arrobas. A partir de 1816, definitivamente, o café brasileiro domina as xícaras européias. Na década de 1830  assume mais de 40 % do total de exportações no Brasil. Em 1840, o Brasil assume a liderança de produção mundial de café. Entre 1870-1880 o café passou a representar 56%  do valor de exportações.
Até 1930 o Brasil desfruta os louros do café, quando o crack da Bolsa de Nova York (1929) derrubou as exportações. Durante todo esse período, apenas em 1870, uma grande geada provocou prejuízos nas plantações do oeste paulista.

Para descontrair… as cafeterias
Chiques, modernas, tradicionais ou pitorescas as cafeterias  já nasceram com um charme especial e sempre foram sinônimos de glamour e bom gosto.
Com as bênçãos de Alá, as primeiras cafeterias surgiram em Meca, sendo consumidas em centros religiosos conhecidos como Kaveh Kanes. Como a religião muçulmana proibia o consumo de qualquer bebida alcoólica, o santo cafezinho tornou-se uma espécie de “vinho do Islã”.
A religiosidade do café logo conquistou o Cairo, Constantinopla, Síria e todo o Oriente Médio. Com o tempo, o café deixou de ser consumido exclusivamente em centros religiosos, ganhando uma apreciação mais profana nas reuniões de lazer e negócios em luxuosas cafeterias. 
Em 1615, a Europa cai de joelhos pelo café, trazido dos países árabes pelos mercadores de Veneza. Porém, a Igreja Católica não gostou muito da novidade que encantou os italianos e proibiu o consumo. Anos mais tarde, o Papa Clemente VIII experimentou a bebida; gostou, aprovou e liberou o consumo.
Enquanto o Iluminismo aclarava a Europa, o século XVII via diversas cafeterias abrirem as suas portas por todo o continente. Numa época de grandes reflexões políticas, sociais, culturais e econômicas, as cafeterias foram importantes cenários de enérgicas discussões, debates e manifestações artísticas.
Com a propagação das modernas máquinas de café espresso, o hábito de tomar café ganhou um vertiginoso crescimento das cadeias de lojas de café. Soma-se a isso, a técnica de gerenciamento por meio de licença de marca, surgindo várias lojas especiais, que atendem um mercado mais exigente, o café Gourmet.
Sobrevivente às transformações do tempo, as cafeterias mantém até hoje o seu ar glamuroso para aqueles que buscam  uma boa conversa com gosto de café.

Brasil no topo do mundo
Atualmente, o Brasil é o maior produtor mundial de café, responsável por 30 % da produção mundial e também o segundo maior consumidor, atrás apenas dos Estados Unidos.
As áreas de maior concentração cafeeira estão no centro-sul do país, principalmente nos estados de Minas Gerais, São Paulo, Espírito Santo e Paraná. Nas regiões Norte e Nordeste destacam-se, respectivamente, os estados de Rondônia e Bahia.
A produção de café arábica se concentra em São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Bahia e parte do Espírito Santo, enquanto o café robusta  ou canephora é plantado principalmente no Espírito Santo, Rio de Janeiro e Rondônia.
Atualmente, existem mais de 2 mil fazendas de café sendo que, as melhores e mais produtivas estão nos municípios  mineiros .

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