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21 maio

Estudo sobre café sem cafeína é destaque internacional

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Estudo sobre café sem cafeína é destaque internacional

 

Brasileiro pesquisa variedade viável comercialmente; estudo foi destaque na revista Nature

Agência Fapesp

Há mais de 20 anos, o pesquisador Paulo Mazzafera tenta criar uma variedade de café naturalmente sem cafeína e viável de ser cultivada em escala comercial. O trabalho foi destacado na revista Nature do dia 15 de março.
Em dois momentos, Mazzafera, professor titular do Departamento de Biologia Vegetal do Instituto de Biologia da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), chegou a acreditar que havia alcançado seu objetivo. O primeiro foi em 2004, quando em parceria com Maria Bernadete Silvarolla, pesquisadora do Instituto Agronômico de Campinas (IAC), descobriu algumas plantas originárias da Etiópia que, graças a mutações naturais, eram livres de cafeína.
Como as plantas eram da espécie Coffea arabica, considerada a de melhor sabor e maior valor comercial, a descoberta parecia promissora. Em publicado na Nature em 2004, o grupo descreveu que as variedades etíopes tinham uma alteração na etapa final do processo bioquímico que transforma a teobromina – substância diurética e levemente estimulante – em cafeína.
“Ficamos extasiados. Sabíamos que as plantas encontradas não eram muito produtivas, mas sendo C. arabica achávamos que seria fácil fazer cruzamentos e transmitir essa característica (a ausência de cafeína) para cultivares mais produtivos”, disse Mazzafera à Agência FAPESP.
Mas não foi tão simples assim, pois os cruzamentos faziam com que os descendentes recuperassem sua capacidade de sintetizar a cafeína.
A equipe do IAC ainda não perdeu a esperança e mantém a linha de pesquisa com coordenação de Silvarolla. Mazzafera decidiu tentar uma nova abordagem: tratar sementes de C. arabica – de uma variedade comercial conhecida como Catuaí Vermelho – com substâncias capazes de alterar o DNA da planta.
Em uma pesquisa financiada pela FAPESP, entre 2006 e 2008, quase 30 mil sementes foram expostas a dois agentes mutagênicos – azida sódica e metano sulfonato de etila –, na esperança de que o gene responsável pela síntese de cafeína fosse afetado em alguma delas.
Entre milhares de plantas analisadas, cinco mostraram ser boas candidatas e Mazzafera, mais uma vez, achou estar perto de alcançar a meta. “Fiquei empolgado, pois havia obtido uma variedade potencialmente muito produtiva, como o Catuaí, e sem cafeína.”
Mas durante os primeiros testes o pesquisador notou que as flores da planta mutante abriam antes da hora, deixando-a mais suscetível a receber pólen de variedades com teor normal de cafeína. “A polinização cruzada acaba restaurando o teor de cafeína. Para evitar isso, seria preciso isolar a plantação em um raio de 2 quilômetros, o que seria inviável”, contou.
A equipe sequenciou o gene da cafeína sintase na planta mutante e verificou que ele estava normal, mas tinha pouca expressão. “Provavelmente, atingimos um fator de transcrição, ou seja, um gene que controla a expressão do gene da cafeína sintase e também controla algum gene relacionado à abertura das flores”, explicou Mazzafera.
Alternativa transgênica
Há três anos, a equipe tenta corrigir o problema por meio de novos cruzamentos. Paralelamente, busca entender melhor o funcionamento do fator de transcrição afetado pelos mutagênicos.
“Temos dois bons candidatos. Vamos silenciar esses genes em uma planta normal para comprovar se, de fato, eles controlam tanto a síntese de cafeína como a abertura das flores. Uma segunda etapa seria fazer com que eles controlassem apenas a síntese de cafeína”, explicou Mazzafera.
Ainda que obtenham sucesso, os pesquisadores teriam de vencer o tabu relacionado ao consumo de alimentos transgênicos para transformar o resultado da pesquisa em um produto de valor comercial.
Grupos de outros países também tentaram, sem sucesso, desenvolver uma planta de café descafeinada por meio de engenharia genética, como apontou a reportagem da Nature. Como o mercado de descafeinados movimenta cerca de U$ 2 bilhões por ano, a busca dos cientistas não dá sinais de enfraquecimento, mesmo com os sucessivos reveses.
“Muitas pessoas não tomam café porque não querem sentir os efeitos estimulantes da cafeína e, ao mesmo tempo, acham o gosto do café artificialmente descafeinado ruim”, disse Mazzafera.
Isso ocorre porque os processos existentes atualmente para extrair a cafeína removem também outras substâncias do café, como os ácidos fenólicos e clorogênicos. E essas substâncias são importantes para garantir não somente o aroma e o sabor da bebida como também seu efeito antioxidante.
“Se conseguirmos criar uma variedade de café sem cafeína que mantenha as demais características do C. arabica, muito mais gente vai passar a tomar café”, opinou Mazzafera.
Novas pesquisas
Enquanto isso não ocorre, o pesquisador se dedica também a melhorar o processo de transformação da cana-de-açúcar em biocombustível. Em um Projeto Temático ligado ao Programa FAPESP de Pesquisa em Bioenergia (BIOEN), Mazzafera estuda fatores ambientais que influenciam a síntese de lignina na planta.
“Um dos fatores que dificultam a transformação do bagaço da cana em etanol de segunda geração é a lignina”, explicou. A substância é responsável pela rigidez, impermeabilidade e resistência dos tecidos vegetais, mas também dificulta a fermentação da celulose.
“As plantas não sobrevivem sem lignina, mas talvez seja possível modificar a substância ou reduzir seu teor. A ideia é tornar o bagaço mais digerível para os microrganismos ou tornar mais fácil a extração da lignina por outros processos químicos”, disse Mazzafera.
Em outro projeto recentemente aprovado em uma chamada da FAPESP e da Agilent Technologies, Mazzafera e sua equipe vão estudar como a variação de temperatura e as altas concentrações de dióxido de carbono na atmosfera influenciam a síntese de lignina em duas espécies de eucalipto.
“A Eucalyptus globulus, nativa de regiões frias, tem um rendimento maior de celulose do que a Eucalyptus grandis, espécie que existe no Brasil. De alguma forma o clima altera a estrutura da lignina da planta. Nosso objetivo é fazer com que a E. globulus consiga se adaptar a climas mais quentes, o que interessa ao mundo inteiro no atual contexto de aquecimento global”, disse.

26 out

Consumo diário de café reduz risco de câncer de pele

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

DA FRANCE PRESSE

O consumo diário de café reduz o risco de desenvolver basalioma, forma de câncer de pele mais frequente, segundo estudo publicado na segunda-feira (24) nos Estados Unidos e que parece confirmar pesquisas anteriores feitas com ratos.

Segundo os autores do estudo, as mulheres que bebem mais de três xícaras de café por dia têm reduzido em 20% o risco de desenvolver basalioma (carcinoma de células basais) em comparação com aquelas que consomem pouco ou nenhum café.

Para os homens, que parecem se beneficiar menos deste efeito protetor, ainda por razões desconhecidas, consumir mais de três xícaras de café por dia reduz em pelo menos 9% o risco de desenvolver câncer de pele.

A pesquisa, apresentada durante conferência da Associação Americana para a Pesquisa do Câncer (AACR, na sigla em inglês) em Boston (Massachusetts, mostra que quanto mais café se consome, mais se reduz o risco de basalioma.

Os autores do estudo ficaram surpresos com os resultados.

Embora já houvesse relação entre a cafeína na forma de unguento e a diminuição do risco de câncer de pele, estudos epidemiológicos não tinham demonstrado este vínculo claramente.

“Nosso estudo indica que o consumo de café pode ser uma opção importante para ajudar a prevenir o câncer de pele”, disse Fengju Song, um dos autores da pesquisa.

Com quase um milhão de novos casos de basalioma diagnosticados a cada ano nos Estados Unidos, fatores alimentares como o consumo diário de café, inclusive com modestos efeitos protetores, pode ter um grande impacto na saúde pública, informaram os cientistas.

A pesquisa foi feita com dados de dois estudos, um com 72.921 participantes entre 1984 e 2008 e o segundo com 39.976 pessoas entre 1986 e 2008.

Esta não é a primeira vez que se atribuem propriedades anticancerígenas ao café. Em maio deste ano, outro estudo feito pela Escola de Saúde Pública da Universidade de Harvard descobriu que os homens que bebem seis xícaras de café por dia reduzem em 20% o risco de desenvolver câncer de próstata.

01 ago

Descubra quais os profissionais que mais consomem café durante o expediente

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Pesquisa norte-americana revela que 32% dos entrevistados necessitam do café para trabalhar

Para os jovens da pesquisa, comprar um café pode ser considerado uma forma de recompensa
São Paulo – O café acompanha a sua rotina de trabalho? Segundo pesquisa do site CareerBuilder e a rede Dunkin’ Donuts, 32% dos profissionais americanos afirmam que sim. E os engenheiros estão entre os que mais precisam da bebida para encarar a rotina de trabalho.

Para chegar a essa constatação, o site e a companhia consultaram 3.661 profissionais de diferentes áreas de atuação. O resultado é que 43% deles admitem que que produzem menos caso não haja o consumo durante o trabalho.

Entre os jovens profissionais, 40%, de 18 a 24 anos confessam que eles não conseguem se concentrar sem o café. E um dado curioso: 24% dos entrevistados de 18 a 34 anos, compram um café como uma forma de recompensa por um trabalho bem feito.

No Brasil, o café é o alimento mais consumido na frente do popular arroz e feijão de todo dia, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, o brasileiro consome, em média, 215,1 ml de café por dia.

Confira quais são os profissionais que não abrem mão de um cafezinho durante o expediente:

Profissões
Arquitetos
Cientistas
Designers
Enfermeiras
Engenheiros
Funcionários de hotel
Funcionários públicos
Médicos
Operadores de máquinas
Preparadores de alimentos
Professores
Publicitários
Relações Públicas
Vendedores de seguros e de finanças

30 jul

Dicas Espressione mostra que em quantidade correta, café traz benefícios à saúde e combate doenças

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Em quantidade correta, café traz benefícios à saúde e combate doenças

Para os atletas, o consumo diário de café auxilia na produção de endorfinas e encefalinas

Sabrina Siveira, Especial

Para milhares de pessoas, o tradicional cafezinho é uma bebida insubstituível. Junto da água, do refrigerante, do leite e do suco natural o café continua sendo a bebida da mais consumida  no Brasil – cresceu 6,6% nos últimos sete anos – de acordo com dados de 2009 da Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic).

Dentro da quantidade recomendada por especialistas, de 3 a 4 xícaras diárias (cerca de 500 mg de cafeína), essa bebida pode trazer uma gama de benefícios à saúde. Entre eles a prevenção da depressão, explica a nutricionista Fernanda Selhane Bortolon.

Segundo ela, o café é uma bebida rica em minerais e contém vitamina B, ácidos clorogênicos e antioxidantes naturais, nutrientes que ajudam a prevenir a doença e suas conseqüências como o tabagismo, alcoolismo e consumo de drogas. O café também pode estimular a atenção, a concentração, a memória e o aprendizado escolar.

Considerando os últimos sete anos, cresce em 6,6% a penetração de consumo do café nos lares.

Há também na composição, substâncias anticancerígenas, como os polifenóis antioxidantes e o cafestol, capazes de auxiliar a prevenção dos cânceres de cólon e de próstata, afirma Fernanda

— Seu uso está relacionado ao alívio de dores e melhora no humor. E, por ser estimulante, torna a pessoa mais desperta, aumenta a capacidade de conhecimento e a velocidade de reação — explica ela.

O efeito sobre o humor pode estar relacionado ao aroma do café. De acordo com a especialista, a memória dos momentos prazerosos está associada a cheiros agradáveis. E quanto mais aromas agradáveis nosso cérebro recebe, melhor é o nosso humor.

Para os atletas, o consumo diário de café auxilia na produção de endorfinas e encefalinas, o que pode ajudar a melhorar a performance. Além disso, a bebida age de forma anti-inflamatória e protetora sobre o sistema cardiovascular.

Confira a tabela de quantidade de cafeína em alguns produtos, e fique atento para não ultrapassar as 500 mg por dia:


Café (130g):

Descafeinado: 1 a 5 mg

Expresso: 250 a 300 mg

Feito em Cafeteira: 100 a 180 mg

Coado Tradicional: 75 a 170 mg

Solúvel: 65 a 120 mg


Chá (130g):

Descafeinado: 1 a 5 mg

Chá preparado: 20 a 50 mg

Chá instantâneo: 12 a 28mg

Chá gelado: 22 a 36 mg


Refrigerantes (330ml):

Bebidas a base de cola: 45 mg

Bebidas a base de cola diet: 46 mg

Outros refrigerantes: 40 mg


Chocolate:

Barra de chocolate ao leite (50g): 12 mg

Chocolate amargo (50g): 40mg

Chocolate quente (150g): 5 mg

Chocolate de confeiteiro (28g): 45 mg
 

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06 jul

Pesquisadores brasileiros conseguem desenvolver Café Descafeinado

Publicado por Redação Blog Café Fácil 4 Comentários

Já nasce sem cafeína

Pesquisadores da Unicamp conseguem modificar o DNA de cafeeiros para que produzam sementes livres da substância estimulante

Gisela Cabral | Correio Braziliense

O café descafeinado já corresponde a cerca de 10% das vendas mundiais da bebida. De olho em um mercado que está em pleno crescimento, uma pesquisa da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp) desenvolveu um cafeeiro naturalmente desprovido da cafeína. O procedimento utilizado no experimento é baseado na indução de mutação em sementes. Patenteada, a técnica está disponível para empresas interessadas.

Para chegar a esse resultado, os cientistas utilizaram compostos que alteraram o DNA das sementes, afetando um gene crucial para a biossíntese de cafeína. “Esse procedimento é muito usado na agricultura para modificar determinadas características das plantas”, conta Paulo Mazzafera, responsável pelo estudo.

A pesquisa sobre cafeeiros desprovidos de cafeína teve início há seis anos, quando um grupo de pesquisadores do qual Mazzafera era integrante descobriu pés de café que se desenvolveram naturalmente sem a substância estimulante, fato divulgado, na época, pela prestigiada revista Nature. “As plantas que conhecíamos em 2004 eram pouco produtivas, selvagens. Por isso, decidimos coletar sementes de cafeeiros produtivos (comercialmente plantáveis) e tratá-las com mutagênicos. Os cultivares que temos hoje são bastante produtivos”, destaca o docente da Unicamp. Durante os experimentos, foram usadas sementes do cafeeiro comercial catuaí-vermelho (Coffea arabica).

De acordo com Mazzafera, essas sementes foram tratadas com dois tipos de substâncias mutagênicas (capazes de provocar mudanças genéticas). Do total de germinações, sete plantas mutantes que combinaram produtividade e ausência de cafeína foram selecionadas pelo pesquisador. As plantas obtidas demonstraram bastante vigor e já estão produzindo flores.

O professor diz que o interesse comercial pelo café sem cafeína ainda é pequeno no Brasil, mas o mercado externo é promissor. “O consumo na Europa e nos Estados Unidos tem crescido muito, devido à divulgação dos efeitos maléficos da cafeína no organismo. Menos de 1% do café comercializado em território brasileiro é descafeinado”, informa.

16 abr

Café é coisa brasileira

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Café é coisa brasileira. Determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, “passado na hora”.

Durante muito tempo o nosso simpático cafezinho ficou sem prestígio. Sua imagem foi associada a idéias negativas, como estresse e distúrbios do sono.

Alguns estudos, aliados a programas de controle de qualidade do café consumido no Brasil, conseguiram mudar este quadro. O produto reconquistou o respeito da população. Revigorado, com novo marketing, ganhou novas versões para atingir consumidores mais exigentes: agora, você pode escolher se seu café é descafeinado, ou orgânico, ou liofilizado; granulado, solúvel, torrado e moído, torrado em grão; café forte, suave, extra-forte…

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