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24 maio

24 de maio – Feliz Dia do Café a segunda bebida mais consumida pelos brasileiros

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CAFÉPILÃO -Afogatto de Chocolate ok-g

Pesquisa realizada pela ABIC (Associação Brasileira da Indústria de Café) mostrou que 95% dos brasileiros acima dos 15 anos consomem ao menos uma xícara de café diariamente. Seja em casa ou em uma cafeteria. Pela manhã, em uma reunião de negócios ou durante um encontro entre amigos, o bom e velho café combina com qualquer ambiente e companhia, e é por isso que essa iguaria tem o poder de reunir pessoas.

Ainda durante a pesquisa foi constatado que o café é a segunda bebida mais consumida entre os brasileiros, perdendo somente para a água. São quase 83 litros de café para cada brasileiro por ano. A bebida contém sais minerais, vitaminas do complexo B, substâncias antioxidantes e nutrientes que, por exemplo, previnem a depressão.
“Estudos também apontam que mesmo não sendo considerado remédio, o café auxilia na prevenção de doenças, estimula a atenção, memória, aprendizado e concentração.
Por conta disso, é cada vez mais comum apreciar o cafezinho em qualquer parte do dia ou da noite”, explica o diretor executivo do café De’Longhi, Antonio Ferraiuolo.

Desde 2005, o dia 24 de maio foi incorporado ao calendário brasileiro como o Dia Nacional do Café, a data passou a ser festejada por industriais, produtores, exportadores, cooperativas, varejo, cafeterias e por todos os apaixonados por essa bebida.
“O objetivo é promover, valorizar e manter viva, junto aos consumidores, a importância histórica, social e econômica deste produto que é cultivado há 284 anos em terras brasileiras, desde que as primeiras mudas foram trazidas da Guiana Francesa para Belém, no Pará, por Francisco Melo Palheta, em 1727”, explica o diretor de Tecnologia e Modernização da ABIC, Antonio Paulino Martins.

Além disso, ao longo dos anos, o modo como é degustado o café também mudou. Hoje, a bebida é servida em versões como cappuccino, frio, e em receitas de bolos, sorvetes e tortas. Essa mudança na forma de apreciação e harmonização também fez com que a novas empresas de máquinas de café entrassem no mercado, bem como cafeterias fossem abertas.
“A procura por derivados do café tem crescido a cada dia, estou há 11 meses em Cravinhos e temos visto a grande procura por trufas e em especial o capuccino café ice, que é mais fraco e tem sido muito procurado por mulheres. Os homens gostam mais do tradicional”, ressalta a proprietária da cafeteria Clara Café, Flávia Baqueta Macedo.

Flávia e o seu esposo André encontraram um grande campo de trabalho em Cravinhos, isso devido a experiência que já tinham com uma cafeteria na cidade de Cajuru (SP), mas acreditam que o município sempre o acolheram bem e é o café quem proporciona a renda familiar.
“Lógico que aqui na cafeteria temos diversos produtos, mas a maioria das pessoas chegam e querem saborear um bom cafezinho, seja ele quente ou frio”, diz Flávia Macedo.

De acordo com estudos norte-americanos, o consumo de café pode diminuir as chances de acidentes cardiovasculares (infartos) e cerebrais (“derrame” ou AVC), de diabetes e hipertensão, além de diminuir incidência da osteoporose e de crises de asma, nesse caso devido ao efeito broncodilatador da cafeína. A bebida melhora ainda a capacidade de atenção, memória e aprendizado.

Os aromas do café proporcionam benefícios.
O café é um alimento funcional e nutracêutico. Essa máxima já é aceita pela comunidade médico-científica por estar relacionado à prevenção de doenças físicas, mentais e degenerativas e à manutenção da saúde.

O médico neurologista Jorge Moll Neto, presidente do Instituto D’Or Pesquisa e Ensino, desenvolve pesquisa desde 2009 sobre os efeitos do café no cérebro. A etapa inicial da pesquisa, intitulada “Correlatos neurais da experiência olfativa e gustativa do café”, contou com a participação de 30 voluntários e tem o apoio do Consórcio Pesquisa Café, cujo programa de pesquisa é coordenado pela Embrapa Café. O objetivo é entender os efeitos sensoriais causados pelo aroma do café no cérebro, especificamente nos mecanismos de recompensa (prazer) e motivação. Moll constatou que o aroma do café tem um efeito poderoso sobre as regiões do cérebro que regulam a sensação de prazer, atenção e motivação.

Fonte: Tribuna Regional

22 maio

Museu do Café celebra o Dia Nacional do Café com harmonizações e degustações gratuitas

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Museu do Café celebra o Dia Nacional do Café com harmonizações e degustações gratuitas

 

Museu do Café Museu do Café

No dia 24, os visitantes poderão provar harmonizações dos mais variados tipos de cafés. No dia seguinte, é a vez das degustações de bebidas e pratos preparados com o grão

Bastante presente nos lares dos brasileiros, o café é uma das bebidas mais consumidas no país, levando o Brasil ao posto de segunda nação que mais consome o produto em todo o mundo. Desde 2005, devido a essa presença e importância da bebida, foi instituído o dia 24 de maio como o Dia Nacional do Café. No Museu do Café, instituição da Secretaria de Estado da Cultura, as celebrações contarão com harmonizações exclusivas de diferentes tipos de cafés e degustações gratuitas de pratos feitos à base do grão, ressaltando o sabor e aroma característicos do fruto.

No dia 24, os visitantes do Museu poderão, a partir das 11h30, degustar harmonizações de variados tipos de café, extraídos de modos diferentes e acompanhados de mini tortinhas, que irão realçar os sabores. As combinações e variações de cafés e doces mudarão a cada horário, oferecendo a possibilidade para o público experimentar diversas combinações.

No dia seguinte, as comemorações pelo Dia Nacional do Café trazem ao Museu o renomado chef André Ahn, do Restaurante Guaió, e também o barista Rogério Rabbit. Juntos, os dois oferecerão degustações de pratos e drinks feitos à base de café. O chef André Ahn apresentará quatro pratos e o barista Rabbit servirá três drinks especialmente preparados para a ocasião.

Virada Cultural – Para comemorar a Virada Cultural Paulista, que acontecerá nos dias 25 e 26 de maio, o Museu do Café oferece duas monitorias especiais. Para os adultos, “Um olhar em perspectiva”, e para as crianças e adolescentes, a “Visita Curiosa”. Ambas acontecem no dia 25, às 19 horas.

Além disso, O Museu também traz, no dia 25, os artistas Paulo von Poser e Cláudia Braga para uma Oficina de Cartões Postais. A atividade também acontecerá às 19 horas e as inscrições podem ser feitas gratuitamente pelo e-mail inscricao@museudocafe.org.br ou pelo telefone (13) 3213-1750.

Já no dia 26, quem marca presença e promete agitar os visitantes do Museu é o Rancho Folclórico Portuguesa Santista. O grupo, que é composto por diversos músicos e dançarinos, se apresenta a partir das 15h trazendo o melhor da cultura portuguesa. Todas as atividades são gratuitas.

O Museu do Café fica localizado à rua XV de Novembro, 95, no Centro Histórico de Santos. Seu horário de funcionamento é de terça a sábado, das 9h às 17h, e aos domingos entre 10h e 17h. Os ingressos custam R$ 5, estudantes e pessoas acima de 60 anos pagam meia-entrada. Entrada gratuita aos domingos durante o ano todo e, em comemoração à Semana de Museus, entrada gratuita também aos sábados durante todo o mês de maio. Já a Cafeteria do Museu funciona de segunda a sábado, das 9h às 18h, e aos domingos entre 10h e 18h. Outras informações estão disponíveis no site www.museudocafe.org.br.

Serviço

Programação “Dia Nacional do Café”
Harmonização de cafés e doces
Data: 24/05
Horários:
11h30 e 14h30
Tipo de café: Chapadão do Ferro
Tipo de extração: coado
Harmonização com mini tortinhas de chocolate
12h30 e 15h30
Tipo de café: Café Alta Mogiana
Tipo de extração: french press – francesinha (café prensado)
Harmonização com mini tortinhas de doce de leite
13h30 e 16h30
Tipo de café: Café Sul de Minas
Tipo de extração: italiana (café fervido)
Harmonização com mini tortinhas de limão
Local: Cafeteria do Museu
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro
Preço: Grátis

Degustações de pratos e bebidas à base de café

Data: 25/05
Horário: 15h
Local: Cafeteria do Museu
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro
Preço: Grátis

Programação Virada Cultural Paulista

Monitorias especiais – “Um olhar em perspectiva” e “Visita Curiosa”
Data: 25/05
Horário: 19h
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro
Preço: Grátis

Oficina de Cartões Postais
Data: 25/05
Horário: 19h
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro
Preço: Grátis

Apresentação Rancho Folclórico Portuguesa Santista

Data: 26/05

Horário: 15h
Local: Museu do Café
Endereço: Rua XV de Novembro, 95 – Centro
Preço: Grátis

23 maio

Melitta celebra o Dia Nacional do Café com uma deliciosa receita

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24 de maio comemora-se o Dia Nacional do Café

Para comemorar essa data, a Melitta selecionou uma dica super especial para saborear o café, bebida que já faz parte do cotidiano dos brasileiros, de uma forma bastante glamourosa.

Conheça a prática receita de “Café com frutas vermelhas” e se delicie nesta data com o sabor do café entre as pessoas que você mais gosta.

 

Confira o passo a passo destas sugestões:

 

 

 

Café com frutas vermelhas

 

INGREDIENTES

  • 400 ml de café coado melitta
  • 1 caixinha de creme de leite (200 g)
  • ½ xícara (chá) de leite condensado (150g)
  • 6 colheres (sopa) de cobertura de chocolate (90 g)
  • 2 xícaras (chá) de frutas vermelhas (280g)
  • espuma de leite fervente e canela em pó

MODO DE PREPARO

  • Misture em uma panela o café coado Melitta com o creme de leite, o leite condensado e a cobertura de chocolate. Leve ao fogo até ferver. Disponha as frutas vermelhas em taças e despeje a bebida quente. Cubra com a espuma de leite fervente e polvilhe a canela em pó. Sirva com biscoitos de chocolate.
  • Rendimento: 4 porções

 

23 maio

24 de Maio – Dia Nacional do Café

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O café durante muito tempo foi o principal produto agrícola do Brasil. Ainda hoje é um produto bastante representativo na produção agrícola. O Brasil é o maior exportador de café do mundo!

O café é de origem Africana e foi trazido para o Brasil pelo Sargento-mor Francisco de Melo Palheta no início do século XVIII. Você nunca ouviu falar de café Palheta? Rapidamente o café espalhou-se pelas terras do Paraná, Minas gerais, Goiás e Rio de Janeiro.

Mas foi nas terras férteis de São Paulo (conhecido como 'terra roxa') que o café mostrou todo o seu potencial econômico. Já em meados do século XIX, o estado estava entre os primeiros produtores do país. Os "Barões do café", donos das grandes fazendas de café, além de deterem poderes econômicos, ocupavam cargos importantes na política brasileira. Pergunte a sua professora o que foi a política do "café com leite"?!

Durante muito tempo o nosso cafezinho ficou esquecido. Mas de dez para cá, os produtores se uniram e revitalizaram a bebida. O que antes não tinha muita opção, hoje conta com muitas variedades como: forte, suave, orgânico, torrado, moído, solúvel e etc. Além disto, surgiu uma quantidade enorme de cafeterias, revitalizando o hábito de tomar um cafezinho! Viva o nosso café conhecido e apreciado mundialmente!

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Brincando: imprima e pinte o desenho abaixo

22 maio

Comemore: 24 de Maio é o Dia Nacional do Café

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Os brasileiros são tão apaixonados por café que esta bebida tem, desde 2005, uma data exclusiva para ser comemorada: 24 de Maio, o Dia Nacional do Café. Incorporada ao Calendário Brasileiro de Eventos por sugestão da ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café, a data simboliza o início da colheita em grande parte das regiões cafeeiras e é celebrada por produtores, cooperativas, exportadores, cafeterias e pelas indústrias que, em parceria com o varejo, promovem ações locais com lançamentos de novos produtos e realização de degustações nos pontos de venda.

Maior produtor e exportador de café do mundo, o Brasil é também o segundo maior mercado consumidor, só superado pelos Estados Unidos. Em 2011, o consumo per capita foi o maior já registrado no Brasil: 4,88 kg de café torrado, quase 82 litros para cada brasileiro! Esse consumo superou o recorde de 1965, que foi de 4,72 kg/hab./ano. Comparativamente, o consumo per capita brasileiro é também maior que o da Itália, da França e dos Estados Unidos. Os campeões, entretanto, ainda são os países nórdicos – Finlândia, Noruega e Dinamarca – com um volume próximo dos 13 kg por habitante/ano.

Em 2011, conforme levantamento feito pela ABIC, o consumo interno foi de 19,72 milhões de sacas, um acréscimo de 3,11% em relação ao período anterior, que havia sido de 19,13 milhões de sacas. Para 2012, a ABIC projeta um crescimento de 3,5% em volume, o que elevaria o consumo para 20,41 milhões de sacas, bem próximo ao dos Estados Unidos, que gira em torno de 21 milhões a 23 milhões de sacas por ano.

Pureza e Qualidade

Para comemorar o Dia Nacional do Café deste ano, a ABIC escolheu como tema o Selo de Pureza, certificação pioneira na área de alimentos e bebidas. Lançado há 23 anos, o programa monitora as marcas no mercado, por meio de coletas e análises laboratoriais, assegurando aos consumidores aquelas que efetivamente são puras, item básico para um café de qualidade.

“Onde tem café puro, tem este Selo”, diz o mote criado pela entidade com o objetivo de, juntamente com os seus associados, difundir a importância da pureza da bebida e, consequentemente, a exigência do Selo de Pureza ABIC entre os consumidores. “Desde 2005, a ABIC, contando com as ações locais das empresas associadas, transformaram o Dia Nacional do Café em uma grande comemoração. É a oportunidade de o mundo cafeeiro retribuir com uma homenagem especial essa fonte inesgotável de prazer, aroma e sabor”, diz Manoel Assis, diretor de Marketing e Comunicação.

O crescimento contínuo e consistente do mercado interno brasileiro, a taxas superiores às dos demais mercados (que crescem em torno de 1,5% a 2% ao ano), deve-se, de acordo com a ABIC, ao fato de o café ter deixado de ser um simples hábito e se transformado em fonte de energia e prazer na vida agitada do dia a dia das pessoas. Isso é resultado da melhor qualidade dos grãos hoje à disposição dos consumidores. A ABIC prevê que esse segmento de consumo de cafés finos, gourmet, continuará crescendo em torno de 15% ao ano nos próximos cinco anos.

As inúmeras cafeterias espalhadas pela grande maioria das cidades, também são responsáveis por esse crescimento do mercado, já que elas, com os seus baristas, atuam como difusores de conhecimento sobre a cultura do café, as características de cada uma das regiões produtoras e na promoção de novas formas de preparo que, ao lado do café coado ou filtrado, também vêm conquistando os consumidores, como o ‘espresso’, o preparado na prensa francesa e em receitas como cappuccinos e em combinações quentes ou geladas.

 

13 abr

Cafés especiais: O diferencial que agrada o mercado

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Cafés especiais: O diferencial que agrada o mercado

Segmento vem conquistando seu lugar em um mercado cada vez mais exigente

 

Apreciado em todo o mundo, o café representa, especialmente para o Brasil, renda para o país, saúde para os consumidores e sabor para os apreciadores. O grão negro conquistou momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos e até um dia em sua homenagem. Aliás, são dois: 14 de abril, Dia Internacional do Café e, dia 24 de maio, o Dia Nacional.

 

O consumo mundial tem apresentado forte crescimento nos últimos anos. De acordo com dados da Organização Internacional do Café (OIC), no ano de 2010 foram consumidas 135 milhões de sacas, registrando um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior, percentual superior à taxa anual composta verificada nos últimos 40 anos, equivalente a 1,6%. De acordo com o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, indicações iniciais apontam para uma continuação do crescimento do consumo no ritmo verificado em 2010.

As exportações brasileiras, nos dois últimos anos, alcançaram a marca de 33 milhões de sacas. Em 2012, o volume exportado nos primeiros meses está bem baixo, refletindo os escassos estoques brasileiros e a boa performance obtida pelos produtores do País na comercialização da safra passada, quando aproveitaram os bons preços e venderam a maior parte da produção. “Achamos difícil, mesmo com a boa safra prevista para este ano, que as exportações atinjam a marca dos 33 milhões de sacas”, avalia Brasileiro.

Entretanto, as perspectivas para o mercado continuam boas. O consumo permanece forte e os estoques mundiais estão abaixo da média verificada na última década. A produção mundial, mesmo com a boa safra que o Brasil deverá colher este ano, não deverá criar excedentes no mercado. “Não esperamos preços ‘explosivos’, a menos que tenhamos incidentes climáticos, mas acreditamos que teremos cotações que remunerem os produtores nos próximos anos, dando a eles condições de equilibrar novamente as suas contas após uma década de sucessivas perdas”.

O sucesso da cultura deve-se, entre outros, ao investimento na qualidade do grão. O Brasil, tradicional produtor de cafés commodities, tem participação cada vez mais expressiva no mercado de cafés diferenciados, mostrando ao mercado internacional a excelência de sua produção. Um dos segmentos mais promissores do setor de food service, os cafés especiais têm conquistado cada vez mais consumidores no mundo todo.

Segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês), o segmento representa, hoje, cerca de 12% do mercado internacional da bebida. Os atributos de qualidade do café cobrem uma ampla gama de conceitos, que vão desde características físicas, como origens, variedades, cor e tamanho, até preocupações de ordem ambiental e social, como os sistemas de produção e as condições de trabalho da mão-de-obra.O valor de venda atual para alguns cafés diferenciados tem um sobrepreço que varia entre 30% e 40% a mais em relação ao café cultivado de modo convencional. Em alguns casos, pode ultrapassar a barreira dos 100%. As principais categorias de cafés especiais são: Café de origem certificada, Café gourmet, Café orgânico e Café fair trade.

A diretora-executiva da BSCA, Vanusia Nogueira, diz que todo café tem condição para se tornar especial. Assim, os tratos culturais, a colheita e a pós-colheita são pontos em que se pode obter a diferenciação. No que se refere aos trabalhos do produtor, o ideal é que colham os frutos maduros, deixem secar, mexendo os grãos no terreiro conforme a necessidade, até, geralmente, chegar a um índice de umidade de 11%. Após isso, se puder fazer o armazenamento em lotes separados e uma pré-avaliação do produto colhido, a possibilidade de obter um produto especial é muito grande. “Não podemos esquecer, ainda, da necessidade de certificação do produto para a definição como café especial. Além disso, as condições geográficas e climáticas favorecem a produção de café especial”, observa. Ela ressalta que a heterogeneidade do território brasileiro é tamanha que, atualmente, são produzidos cafés na maioria do nosso parque cafeeiro, haja vista os resultados obtidos em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Bahia. Esse fato vem ao encontro de que todo café tem potencial para ser especial.

Vanusia lembra que o Brasil sempre esteve na vanguarda da cafeicultura mundial e, quando se fala dos cafés especiais, isso não foge à regra. Os diversos programas de certificação existentes, como o que a BSCA desenvolve, além dos inúmeros e qualitativos investimentos e trabalhos de pesquisa e desenvolvimento aplicados por institutos, dão o suporte necessário aos produtores que desejam e/ou necessitam ingressar no nicho. “Tudo isso se reflete nos excelentes resultados comerciais que estamos colhendo. Nos leilões do Cup of Excellence, por exemplo, a cada ano registramos preços mais atrativos e elevados pagos pelos compradores nacionais e internacionais, reconhecendo o trabalho que desenvolvemos”, frisa.

No entanto, recorda que os investimentos iniciais para o ingresso no mercado de especiais são um pouco elevados. Em um segundo momento, como toda atividade agrícola, também está sujeita aos efeitos negativos de adversidades e intempéries climáticas. Contudo, o principal empecilho vem da necessidade de mão de obra qualificada para a realização das certificações nas propriedades e das safras brasileiras.

Quanto à agregação de valor, o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, diz que este é um desafio permanente e bem mais complexo do que se parece. Muitas indústrias de pequeno e médio porte atravessam grandes dificuldades. Segundo ele, é difícil conseguir entrar com café industrializado nos mercados interno e externo. As redes varejistas acabam priorizando as grandes indústrias, que produzem diversos tipos de alimentos e que, por sua vez, dispõe de um complexo esquema de distribuição. “Acredito que a forma que os produtores devem procurar para agregar valor é através da união em suas cooperativas, que, com maior volume, vem conseguindo, gradativamente, alcançar a ponta final da cadeia, que é o consumidor”, opina.

Dedicada ao cultivo de café desde 1886, a história da família Baggio pode ser citada como um exemplo de qualidade do produto da semente à xícara. O cultivo foi iniciado quando Salvatore Baggio, imigrante italiano, chegou à região da Alta Mogiana, no interior de São Paulo. Com muito trabalho, em 1890, comprou seu primeiro pedaço de terra. Logo foi crescendo pelo estado de São Paulo, Paraná e em meados dos anos 70 seus descendentes expandiram a produção para o sul de Minas Gerais.Em 2006, Liana Baggio Ometto, bisneta de Salvatore, resolveu dar um novo e importante rumo à história da família, criando a marca Baggio Café, com um portfólio com seis linhas de produtos: Baggio Bourbon, Baggio Gourmet, Cerrado Gran Reserva, Baggio Aromas, Fatto Uno e Caffé.com. “Vimos a oportunidade de produzir um café gourmet de alta qualidade, produzido em nossas fazendas. O mercado era novo e crescente e percebemos que tínhamos qualidade para isto”, conta Liana. Com cuidado e dedicação que vai do cultivo dos grãos ao ponto de venda e à xícara do cliente, a Baggio Café garante destaque no mercado de cafés especiais. “Hoje temos os melhores cafés, das melhores regiões do Brasil. Cafés de origem única”, comemora a diretora comercial.

Para Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA, o mercado de cafés especiais está em franca expansão. Segundo ela, o produtor pesquisou, estudou e entendeu que, hoje, ingressar nesse nicho é uma das melhores formas para trabalhar na cafeicultura com rentabilidade. Por também se tratar de produções reconhecidamente certificadas, esses cafeicultores se preocupam sobremaneira com o meio ambiente e com a questão social em suas propriedades. Essa tendência praticamente vem se tornando exigência do mercado consumidor, em especial o internacional, o que estimula esses produtores a investirem cada vez mais e, consequentemente, atenderem à crescente demanda. “Ao passo que se registra um incremento do mercado cafeeiro mundial em torno de 2% ao ano, os cafés especiais vêm apresentando uma evolução na casa dos 12% a 15%”, afirma.

Questionada sobre a produção do café colombiano, famoso mundialmente por sua qualidade, Vanusia é enfática: “Nossos cafés são tão bons quanto ou até melhores que os da Colômbia. O que a diferenciava, até então, era a dianteira no marketing, espaço que agora estamos ocupando através dos trabalhos de promoção realizados pela BSCA juntamente com o Ministério da Agricultura, Apex-Brasil, EMBRATUR e SEBRAE em todo o mundo”.


Vanusia Nogueira, Diretora-executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais
– “A cafeicultura está completamente vinculada à história do Brasil. Foi através desta maravilhosa atividade que mantivemos nossa economia por vários e vários anos e também pelos recursos levantados pela cafeicultura o País pôde se industrializar e diversificar sua pauta exportadora, o que o transformou nessa potência mundial atual. Se passamos anos de crise na cafeicultura, o que se tirou de bom foi a permanência dos produtores na atividade e, agora, o salto em qualidade registrado. Portanto, no Dia Internacional do Café, fica o convite para investirem nesse nicho qualitativo em busca de melhores condições econômicas, da preservação ambiental, da geração de empregos no campo e, consequentemente, do fortalecimento das economias onde a cafeicultura está instalada”.

Silas Brasileiro, Presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC)“Continuem a acreditar na atividade. Procurem através da renovação de seu cafezal com variedades mais produtivas e resistentes a pragas, doenças e intempéries, e, ainda, com melhor espaçamento, aumentar a sua produtividade. Busquem, com o incremento de produtividade, reduzir seus custos. Estejam sempre atentos para as inovações que surgem, seja na área de produção ou de comercialização. Procurem suas cooperativas e associações para ter acesso a inovações e comercializar melhor o seu produto. Persigam sempre a melhoraria da qualidade, cada vez mais valorizada pelos consumidores. Por fim, busquem produzir dentro dos conceitos da sustentabilidade. Com isso, preservamos a capacidade de produção e consumo para as próximas gerações e melhoramos a gestão do nosso negócio, através da racionalização dos recursos naturais”.

Liana Baggio Ometto, diretora comercial da Baggio Café –“Você tem que ser um apaixonado pelo café e fazer tudo com muito empenho e capricho. Assim você terá um café de corpo e alma! Ser uma pessoa apaixonada pelo que faz e atenta a todos os processo de produção. Café é também poesia!”

 
 
*Colaborou Lucas Amaral
Agrolink
Autor: Janice Gutjahr*

 

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