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13 abr

Feliz Dia Internacional do Café

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O Dia Internacional do Café é celebrado hoje 14 de Abril.

O café é uma das bebidas mais consumidas no mundo e uma das principais matérias primas comercializadas.

Admirado nos quatros cantos do planeta, chega a ser um "santo remédio", o café tem uma ação antioxidante, atuando no combate aos radicais livres e diminuindo os riscos de desenvolver doenças cardiovasculares e alguns tipos de cancro.

O brasileiro de fama mundial, o café determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, "passado na hora" ou nos tempos modernos tirados na hora de uma maquina espresso .

Neste 14 de abril comemoremos com uma bela xícara de café.
Feliz dia do Café são os votos da Café Fácil.

18 out

Dia Internacional do Café

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Dia Internacional do Café

Foto Blog Mexido de Ideias

 

Café é coisa brasileira. Determinou grandes momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos, é da nossa cultura. Nós não temos o hábito do chá das cinco, como os ingleses, mas é só chegar uma visita em casa, que corremos para fazer um café fresquinho, "passado na hora".

Durante muito tempo o nosso simpático cafezinho ficou sem prestígio. Sua imagem foi associada a idéias negativas, como estresse e distúrbios do sono.

Alguns estudos, aliados a programas de controle de qualidade do café consumido no Brasil, conseguiram mudar este quadro. O produto reconquistou o respeito da população. Revigorado, com novo marketing, ganhou novas versões para atingir consumidores mais exigentes: agora, você pode escolher se seu café é descafeinado, ou orgânico, ou liofilizado; granulado, solúvel, torrado e moído, torrado em grão; café forte, suave, extra-forte…
Fonte: ibge.gov.br

14 abr

14 de abril Dia Internacional do Café, um importante aliado da saúde

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Café pode ser um importante aliado da saúde

 

Café é um dos alimentos com maior capacidade antioxidante na dieta brasileira. Imagem | SXC.hu

Café é um dos alimentos com maior capacidade antioxidante na dieta brasileira.

No dia 14 de abril comemora-se o Dia Internacional do Café, essa iguaria tão genuinamente brasileira, que nos internacionalizou economicamente e faz parte do cotidiano do Brasil e do mundo. Apesar de ser um convite à socialização, um patrimônio cultural e uma bebida saborosíssima, o café é polêmico quanto aos benefícios e malefícios.

Mas, afinal, café faz bem para a saúde? Em busca de resposta cientificamente comprovada, pesquisou-se estudos de especialistas da Universidade Federal do Rio de Janeiro – UFRJ, Universidade de Brasília – UnB, Instituto do Coração – Incor e informações divulgadas pela Associação Brasileira das Indústrias de Café – ABIC.

A pergunta é motivada por uma realidade contraditória: o tradicional cafezinho, com ampla aceitação em todas as classes sociais, é de fato uma preferência nacional. É a segunda bebida mais consumida no Brasil, só perdendo para a água, segundo levantamento realizado pelo Instituto Ivani Rossi Consultoria em Pesquisa para a Associação Brasileira da Indústria do Café (Abic). No entanto, apesar de sua popularidade, é uma vítima ainda de preconceitos. Desmentindo muitos dos mitos criados em torno da bebida mais apreciada pelos brasileiros, estudos modernos mostram que, consumido com moderação, o café é saudável sim para o ser humano.

É praticamente consenso pelas pesquisas já desenvolvidas que o café tem ação estimulante sobre o sistema nervoso e, em doses moderadas – três a quatro xícaras por dia – aumenta a atenção, a concentração e a memória de curto e médio prazo, sendo inclusive recomendado para estudantes de todas as idades. Estudos mostram também que o café pode atuar na prevenção do câncer de cólon e reto, doença de Parkinson e de Alzheimer, apatia e depressão, obesidade infantil, diabetes tipo II, cálculos biliares e câncer de fígado. Também aumenta o estado de vigília do cérebro e diminui a sonolência.

Da UFRJ, estudos realizados corroboram a ação do café para a saúde humana. Na dissertação de Mestrado defendida em 2010 por Taíssa Torres, sob a orientação da pesquisadora doutora em Ciências de Alimentos Adriana Farah, o café apresentou a maior capacidade antioxidante dentre diversos alimentos avaliados, seguido pelo chá-mate, vinho tinto e açaí. “Assim, levando em consideração o consumo, o café foi destacado como o mais importante contribuinte de antioxidantes na dieta do brasileiro, independente da classe de renda e da grande região do Brasil”, explica Adriana Farah.

De acordo com a pesquisadora, essa capacidade antioxidante está relacionada principalmente aos compostos fenólicos do café, os ácidos clorogênicos. “O café é uma das maiores fontes destes compostos na natureza, principalmente quando torrado ao ponto de torra média.

Os antioxidantes podem atuar complexando-se a espécies reativas, seqüestrando radicais livres e interrompendo suas reações em cadeia, prevenindo assim, danos ao DNA das células. Eles também podem impedir a oxidação das LDL, ajudando a prevenir o estabelecimento de algumas doenças degenerativas, entre elas a aterosclerose e o mal de Parkinson. Como a doença de Alzheimer está relacionada a danos celulares, o consumo de café a longo-prazo parece exercer um papel na prevenção desta doença", detalha.

Além das propriedades citadas acima, que também atuam na prevenção do câncer, os ácidos clorogênicos são capazes de modificar vias metabólicas de compostos cancerígenos, inativando-os. No coração, a bebida pode diminuir a incidência de doenças coronarianas e alguns tipos de infarto. Os ácidos clorogênicos se ligam a moléculas de gordura impedindo que se formem placas nas paredes das células.

Vários outros efeitos foram atribuídos aos compostos fenólicos do café, entre eles os efeitos hipoglicemiante (atua na prevenção e como coadjuvante no tratamento do diabetes), digestivo e hepatoprotetor (inclusive na prevenção da cirrose e câncer de fígado). Alguns potenciais efeitos destes compostos que estão também sendo estudados são: imunoestimulante, antiviral, antiobesidade, hipotensivo, antibacteriano, inclusive em relação às bactérias causadoras da cárie.

O dr. Luiz Antonio Machado, do Incor, afirma que hoje se sabe que o café não faz mal à saúde, se tomado em quantidades moderadas e habituais, até quatro xícaras de café ao dia. “O que tem sido sempre mostrado é que o café, provavelmente à substâncias anti-oxidantes que possui, protege as pessoas de desenvolverem diabetes, principalmente o café descafeinado. Ou ao menos postergam o aparecimento. Importante lembrar que o café não é remédio e pessoas doentes precisam de tratamento e orientação médica”.

A equipe do Instituto está agora realizando estudos para saber os efeitos do café na pressão arterial e no coração de pacientes que já têm doença das coronárias. “Temos observado que o café não traz nenhum mal. Somente o café com torra mais clara ou média, parece aumentar um pouco a pressão arterial, mas o café de torra mais escura que costumamos tomar não interfere na pressão”, garante. O médico estudioso acredita que, para diminuir o preconceito das pessoas com relação ao café, a pesquisa e sua divulgação são excelentes aliados.

Devem realmente evitar o consumo da bebida, segundo Luiz Antonio, quem se sente mal ou tem insônia ao ingeri-la ao fim do dia. “Pode-se dizer que o hábito de tomar um bom café pode trazer benefícios como traz também o bom hábito de comer frutas, verduras, legumes etc. Além disso, o café nos desperta pela manhã graças à cafeína, que ativa nosso sistema nervoso central nos mantendo alertas e dispostos”.

Pesquisas realizadas por professores da UnB realizadas em populações que têm o hábito de tomar café confirmam os benefícios da bebida do ponto de vista coletivo. Do ponto de vista médico individual, há controvérsias, mas olhando sobre o prisma coletivo não.

Em populações que consomem costumeiramente a bebida comparadas com as que não a consomem, observam-se ganhos relevantes para a saúde. Ou seja, sob o enfoque geral, as populações que consomem café estão mais saudáveis do que as que não consomem. Asiáticos que não tinham esse hábito e estão passando a adquiri-lo estão mostrando perfil epidemiológico positivo com relação a algumas patologias degenerativas. O que precisa mudar, no caso do Brasil, é o padrão de exigência do consumidor. Quanto melhor a qualidade do café, melhores serão os benefícios para a saúde”, informa o professor José Dorea.

Café pode ser um aliado no combate às deficiências nutricionais de parte da população brasileira.Café pode ser um aliado no combate às deficiências nutricionais de parte da população brasileira. Café para nutrir

Estudos da UFRJ comprovam que o café pode ser um aliado no combate às deficiências nutricionais de parte da população brasileira, além das já apreciadas qualidades aromáticas e de sabor. “Para que o café possa ser visto como um alimento saudável, vários cuidados devem ser tomados, desde a qualidade inicial dos grãos até o grau e as condições de torrefação, evitando a presença na bebida de compostos prejudiciais à saúde”, alerta a professora Adriana Farah

Com o objetivo de aproveitar a popularidade da bebida a favor da melhoria da nutrição, foi criado o café torrado e moído fortificado com ferro e zinco, fruto de projeto da dissertação de mestrado de Luciana Lopes Costa sob orientação da professora Adriana Farah. “A iniciativa visa suprir o consumo inadequado desses minerais, ainda abaixo dos níveis recomendados pelos padrões internacionais da Organização Mundial da Saúde – OMS, principalmente nos países em desenvolvimento.

Cada xícara do café fortificado atende a 20% da recomendação da OMS para a ingestão diária de ferro e de zinco”, completa. Além disso, na análise sensorial, não foram percebidas diferenças entre o sabor do café fortificado e o do café comum, até mesmo em doses acima daquelas utilizadas na fortificação, o que indica que o produto pode vir a ter uma boa aceitação do público”, explica Adriana.

Segundo a pesquisadora, ainda não há previsão de quando o produto deve chegar ao mercado, mas o objetivo principal é que ele venha a ser empregado como uma ferramenta de apoio às políticas de assistência à saúde. “O café torrado e moído fortificado ou até mesmo o café solúvel fortificado, que apesar do custo mais elevado oferece um aproveitamento de 100% dos minerais adicionados, poderão ser comercializados ou distribuídos, no futuro, a populações carentes no contexto dos programas de saúde governamentais”, diz Adriana.

Recomendações e restrições

O café consumido moderadamente não causa doenças em pessoas normais e saudáveis, da infância a velhice. Mas pessoas que possuem doenças como gastrite, doença do refluxo gastroesofágico, úlcera, transtorno de ansiedade generalizada, transtorno do pânico, palpitações devido arritmias cardíacas, hipertensão arterial, insônia ou doença isquêmica do coração devem ter cuidado no consumo de café, pois ele podem agravar os sintomas ou a doença, principalmente se consumido em excesso.

 

13 abr

Cafés especiais: O diferencial que agrada o mercado

Publicado por Redação Blog Café Fácil Comentários

Cafés especiais: O diferencial que agrada o mercado

Segmento vem conquistando seu lugar em um mercado cada vez mais exigente

 

Apreciado em todo o mundo, o café representa, especialmente para o Brasil, renda para o país, saúde para os consumidores e sabor para os apreciadores. O grão negro conquistou momentos da nossa história, ditou políticas e comportamentos e até um dia em sua homenagem. Aliás, são dois: 14 de abril, Dia Internacional do Café e, dia 24 de maio, o Dia Nacional.

 

O consumo mundial tem apresentado forte crescimento nos últimos anos. De acordo com dados da Organização Internacional do Café (OIC), no ano de 2010 foram consumidas 135 milhões de sacas, registrando um aumento de 2,4% em relação ao ano anterior, percentual superior à taxa anual composta verificada nos últimos 40 anos, equivalente a 1,6%. De acordo com o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, indicações iniciais apontam para uma continuação do crescimento do consumo no ritmo verificado em 2010.

As exportações brasileiras, nos dois últimos anos, alcançaram a marca de 33 milhões de sacas. Em 2012, o volume exportado nos primeiros meses está bem baixo, refletindo os escassos estoques brasileiros e a boa performance obtida pelos produtores do País na comercialização da safra passada, quando aproveitaram os bons preços e venderam a maior parte da produção. “Achamos difícil, mesmo com a boa safra prevista para este ano, que as exportações atinjam a marca dos 33 milhões de sacas”, avalia Brasileiro.

Entretanto, as perspectivas para o mercado continuam boas. O consumo permanece forte e os estoques mundiais estão abaixo da média verificada na última década. A produção mundial, mesmo com a boa safra que o Brasil deverá colher este ano, não deverá criar excedentes no mercado. “Não esperamos preços ‘explosivos’, a menos que tenhamos incidentes climáticos, mas acreditamos que teremos cotações que remunerem os produtores nos próximos anos, dando a eles condições de equilibrar novamente as suas contas após uma década de sucessivas perdas”.

O sucesso da cultura deve-se, entre outros, ao investimento na qualidade do grão. O Brasil, tradicional produtor de cafés commodities, tem participação cada vez mais expressiva no mercado de cafés diferenciados, mostrando ao mercado internacional a excelência de sua produção. Um dos segmentos mais promissores do setor de food service, os cafés especiais têm conquistado cada vez mais consumidores no mundo todo.

Segundo a Associação Brasileira de Cafés Especiais (BSCA, sigla em inglês), o segmento representa, hoje, cerca de 12% do mercado internacional da bebida. Os atributos de qualidade do café cobrem uma ampla gama de conceitos, que vão desde características físicas, como origens, variedades, cor e tamanho, até preocupações de ordem ambiental e social, como os sistemas de produção e as condições de trabalho da mão-de-obra.O valor de venda atual para alguns cafés diferenciados tem um sobrepreço que varia entre 30% e 40% a mais em relação ao café cultivado de modo convencional. Em alguns casos, pode ultrapassar a barreira dos 100%. As principais categorias de cafés especiais são: Café de origem certificada, Café gourmet, Café orgânico e Café fair trade.

A diretora-executiva da BSCA, Vanusia Nogueira, diz que todo café tem condição para se tornar especial. Assim, os tratos culturais, a colheita e a pós-colheita são pontos em que se pode obter a diferenciação. No que se refere aos trabalhos do produtor, o ideal é que colham os frutos maduros, deixem secar, mexendo os grãos no terreiro conforme a necessidade, até, geralmente, chegar a um índice de umidade de 11%. Após isso, se puder fazer o armazenamento em lotes separados e uma pré-avaliação do produto colhido, a possibilidade de obter um produto especial é muito grande. “Não podemos esquecer, ainda, da necessidade de certificação do produto para a definição como café especial. Além disso, as condições geográficas e climáticas favorecem a produção de café especial”, observa. Ela ressalta que a heterogeneidade do território brasileiro é tamanha que, atualmente, são produzidos cafés na maioria do nosso parque cafeeiro, haja vista os resultados obtidos em Minas Gerais, Espírito Santo, São Paulo, Paraná e Bahia. Esse fato vem ao encontro de que todo café tem potencial para ser especial.

Vanusia lembra que o Brasil sempre esteve na vanguarda da cafeicultura mundial e, quando se fala dos cafés especiais, isso não foge à regra. Os diversos programas de certificação existentes, como o que a BSCA desenvolve, além dos inúmeros e qualitativos investimentos e trabalhos de pesquisa e desenvolvimento aplicados por institutos, dão o suporte necessário aos produtores que desejam e/ou necessitam ingressar no nicho. “Tudo isso se reflete nos excelentes resultados comerciais que estamos colhendo. Nos leilões do Cup of Excellence, por exemplo, a cada ano registramos preços mais atrativos e elevados pagos pelos compradores nacionais e internacionais, reconhecendo o trabalho que desenvolvemos”, frisa.

No entanto, recorda que os investimentos iniciais para o ingresso no mercado de especiais são um pouco elevados. Em um segundo momento, como toda atividade agrícola, também está sujeita aos efeitos negativos de adversidades e intempéries climáticas. Contudo, o principal empecilho vem da necessidade de mão de obra qualificada para a realização das certificações nas propriedades e das safras brasileiras.

Quanto à agregação de valor, o presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC), Silas Brasileiro, diz que este é um desafio permanente e bem mais complexo do que se parece. Muitas indústrias de pequeno e médio porte atravessam grandes dificuldades. Segundo ele, é difícil conseguir entrar com café industrializado nos mercados interno e externo. As redes varejistas acabam priorizando as grandes indústrias, que produzem diversos tipos de alimentos e que, por sua vez, dispõe de um complexo esquema de distribuição. “Acredito que a forma que os produtores devem procurar para agregar valor é através da união em suas cooperativas, que, com maior volume, vem conseguindo, gradativamente, alcançar a ponta final da cadeia, que é o consumidor”, opina.

Dedicada ao cultivo de café desde 1886, a história da família Baggio pode ser citada como um exemplo de qualidade do produto da semente à xícara. O cultivo foi iniciado quando Salvatore Baggio, imigrante italiano, chegou à região da Alta Mogiana, no interior de São Paulo. Com muito trabalho, em 1890, comprou seu primeiro pedaço de terra. Logo foi crescendo pelo estado de São Paulo, Paraná e em meados dos anos 70 seus descendentes expandiram a produção para o sul de Minas Gerais.Em 2006, Liana Baggio Ometto, bisneta de Salvatore, resolveu dar um novo e importante rumo à história da família, criando a marca Baggio Café, com um portfólio com seis linhas de produtos: Baggio Bourbon, Baggio Gourmet, Cerrado Gran Reserva, Baggio Aromas, Fatto Uno e Caffé.com. “Vimos a oportunidade de produzir um café gourmet de alta qualidade, produzido em nossas fazendas. O mercado era novo e crescente e percebemos que tínhamos qualidade para isto”, conta Liana. Com cuidado e dedicação que vai do cultivo dos grãos ao ponto de venda e à xícara do cliente, a Baggio Café garante destaque no mercado de cafés especiais. “Hoje temos os melhores cafés, das melhores regiões do Brasil. Cafés de origem única”, comemora a diretora comercial.

Para Vanusia Nogueira, diretora-executiva da BSCA, o mercado de cafés especiais está em franca expansão. Segundo ela, o produtor pesquisou, estudou e entendeu que, hoje, ingressar nesse nicho é uma das melhores formas para trabalhar na cafeicultura com rentabilidade. Por também se tratar de produções reconhecidamente certificadas, esses cafeicultores se preocupam sobremaneira com o meio ambiente e com a questão social em suas propriedades. Essa tendência praticamente vem se tornando exigência do mercado consumidor, em especial o internacional, o que estimula esses produtores a investirem cada vez mais e, consequentemente, atenderem à crescente demanda. “Ao passo que se registra um incremento do mercado cafeeiro mundial em torno de 2% ao ano, os cafés especiais vêm apresentando uma evolução na casa dos 12% a 15%”, afirma.

Questionada sobre a produção do café colombiano, famoso mundialmente por sua qualidade, Vanusia é enfática: “Nossos cafés são tão bons quanto ou até melhores que os da Colômbia. O que a diferenciava, até então, era a dianteira no marketing, espaço que agora estamos ocupando através dos trabalhos de promoção realizados pela BSCA juntamente com o Ministério da Agricultura, Apex-Brasil, EMBRATUR e SEBRAE em todo o mundo”.


Vanusia Nogueira, Diretora-executiva da Associação Brasileira de Cafés Especiais
– “A cafeicultura está completamente vinculada à história do Brasil. Foi através desta maravilhosa atividade que mantivemos nossa economia por vários e vários anos e também pelos recursos levantados pela cafeicultura o País pôde se industrializar e diversificar sua pauta exportadora, o que o transformou nessa potência mundial atual. Se passamos anos de crise na cafeicultura, o que se tirou de bom foi a permanência dos produtores na atividade e, agora, o salto em qualidade registrado. Portanto, no Dia Internacional do Café, fica o convite para investirem nesse nicho qualitativo em busca de melhores condições econômicas, da preservação ambiental, da geração de empregos no campo e, consequentemente, do fortalecimento das economias onde a cafeicultura está instalada”.

Silas Brasileiro, Presidente executivo do Conselho Nacional do Café (CNC)“Continuem a acreditar na atividade. Procurem através da renovação de seu cafezal com variedades mais produtivas e resistentes a pragas, doenças e intempéries, e, ainda, com melhor espaçamento, aumentar a sua produtividade. Busquem, com o incremento de produtividade, reduzir seus custos. Estejam sempre atentos para as inovações que surgem, seja na área de produção ou de comercialização. Procurem suas cooperativas e associações para ter acesso a inovações e comercializar melhor o seu produto. Persigam sempre a melhoraria da qualidade, cada vez mais valorizada pelos consumidores. Por fim, busquem produzir dentro dos conceitos da sustentabilidade. Com isso, preservamos a capacidade de produção e consumo para as próximas gerações e melhoramos a gestão do nosso negócio, através da racionalização dos recursos naturais”.

Liana Baggio Ometto, diretora comercial da Baggio Café –“Você tem que ser um apaixonado pelo café e fazer tudo com muito empenho e capricho. Assim você terá um café de corpo e alma! Ser uma pessoa apaixonada pelo que faz e atenta a todos os processo de produção. Café é também poesia!”

 
 
*Colaborou Lucas Amaral
Agrolink
Autor: Janice Gutjahr*

 

12 abr

14 de abril, o Dia Internacional do Café.

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A ABIC – Associação Brasileira da Indústria de Café está convocando as indústrias, cafeicultores, cooperativas, exportadores, varejo, supermercadistas, cafeterias, imprensa e todos os consumidores para comemorar com uma saborosa xícara de café, no próximo sábado 14 de abril, o Dia Internacional do Café.

A data celebra a história desta bebida milenar, que é consumida diariamente por milhões de pessoas em todo o mundo, nas mais variadas formas de preparo e em momentos que vão do desjejum à prazerosa pausa durante o dia. O Brasil, como maior país produtor e exportador de café, e segundo maior mercado consumidor (só superado pelos Estados Unidos), tem uma data própria: 24 de maio, Dia Nacional do Café, que foi incorporada em 2005, por sugestão da ABIC, ao Calendário Brasileiro de Eventos.

Em ambas as datas, a ABIC estimula que as cafeterias e demais pontos de consumo promovam atividades diferenciadas, assim como incentiva os industriais e o varejo, principalmente o supermercadista, a realizarem ações compartilhadas, como uma decoração especial nos pontos de venda, distribuição de brindes e lançamento de produtos superiores ou gourmet, em embalagens sofisticadas e diferenciadas. Estas ações coincidem com o início do período de maior venda e consumo de café, que são justamente os meses do Outono e Inverno.

“O objetivo é o encantar o consumidor”, diz Américo Sato, presidente da ABIC, para quem “todos têm o direito de tomar um café puro e gostoso”. No caso do mercado brasileiro, essas promoções também são uma forma de retribuir aos consumidores que a cada ano tanto tomam mais café como estão diversificando a forma de prepará-lo, em casa ou nos escritórios, passando a saborear ao longo do dia cafés puro ou com leite, ‘espresso’ e cappuccinos, além de outros diversos drinques.

Essa paixão dos brasileiros por café é comprovada pela demanda crescente do produto. Em 2011, conforme levantamento feito anualmente pela ABIC, o consumo interno foi de 19,72 milhões de sacas, o que representou um acréscimo de 3,11% em relação ao período anterior, que havia sido de 19,13 milhões de sacas. Para 2012, a ABIC projeta um crescimento de 3,5% em volume, o que elevaria o consumo para 20,41 milhões de sacas.

O consumo per capita em 2011 foi de 4,88 kg de café torrado, quase 82 litros para cada brasileiro, registrando uma evolução de 1,45% em relação ao período anterior. Esse consumo supera o recorde de 1965, que foi de 4,72 kg/hab./ano, tornando-se o maior já registrado no Brasil. O consumo per capita brasileiro é também maior que o da Itália, da França e dos Estados Unidos. Os campeões, entretanto, ainda são os países nórdicos – Finlândia, Noruega e Dinamarca – com um volume próximo dos 13 kg por habitante/ano.

27 fev

Café é a bebida mais popular do mundo e o dia 21 de abril é o Dia Internacional do Café

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Dia Internacional do Café

Café é a bebida mais popular do mundo.

Certos feitos e descobertas do homem são tão grandiosos, que às vezes nem mesmo eles próprios se dão conta disso. Ou será que Kaldi, um pastor de cabras da Abissínia, atual Etiópia, que viveu no século XV, sabia da revolução que iria causar no mundo ao revelar a existência de uma frutinha vermelha, que era devorada vorazmente por seus animais?…

Ao observar que as cabras ficavam mais espertas e saltitantes ao comer as folhas e frutos do cafeeiro, o pastor decidiu experimentar sua descoberta. Resultado: se sentiu mais alegre e com maior vivacidade. Foi o suficiente para que a pequena fruta se popularizasse, espalhando-se por todos os continentes ao longo dos séculos.

Café: o desbravador – Em 21 de abril, quando é comemorado o Dia Internacional do Café, cabe a nós, brasileiros, fazer reverências a essa bebida maravilhosa que foi a grande responsável pelo progresso do país na era pós colonial, em substituição ao ouro e da cana-de-açúcar. Trazido da Guiana Francesa para o Brasil pelo Sargento-Mor Francisco de Mello Palheta em 1727, o café atingiu o Rio de Janeiro em 1773. No Vale do Paraíba, São Paulo e Minas Gerais a cultura só chegou por volta de 1825 com as primeiras lavouras se estabelecendo na região em 1870, derrubando a mata, abrindo estradas, fixando povoações e gerando riquezas com a exploração do solo virgem, rico em nutrientes.

Cidades paulistas importantes como Campinas, por exemplo, surgiram e se desenvolveram sustentadas pela economia cafeeira.

Hoje – Mas não é só de passado que vive o atividade cafeeira do Brasil, país que ocupa atualmente a posição de primeiro produtor mundial da bebida. Depois de uma longa crise, a cafeicultura nacional se reorganizou e os produtores, industriais e exportadores voltaram a alimentar esperanças de um futuro melhor a partir da atuação do CDPC (Conselho Deliberativo da Política do Café), criado pelo Governo FHC para formular uma nova política para o setor.

Como se vê, no Dia Internacional do Café os cafeicultores brasileiros encontraram, finalmente e felizmente, bons motivos para comemorar. A recente liberação de recursos para colheita, custeio e pesquisas, a prorrogação de dívidas e a própria modernização do agronegócio, são bons exemplos disso e soam como centenários "presentes de aniversário" que visam perpetuar o cultivo da velha frutinha vermelha. E para o mundo inteiro, que ama e se delicia com o sabor do "Café do Brasil", esse dia especial voltou a lembrar uma grande festa…no melhor estilo tupiniquim.

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